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Motorola prepara lançamento de celular com câmera de 200 MP

A fabricante Motorola confirmou que vai lançar um smartphone com um sensor de 200 MP em breve. De acordo com a publicação da marca, que foi realizada na rede social chinesa Weibo, o modelo será lançado em julho de 2022.

Não há mais detalhes sobre o aparelho, mas ele será “uma nova base de performance para experiências com imagem” graças ao novo sensor — muito provavelmente um HP1, da Samsung.

Além do sensor de 200 MP, de acordo com imagens vazadas há alguns meses, são esperadas uma lente ultrawide e outra lente teleobjetiva no conjunto traseiro de câmeras.

O Motorola Frontier em renderizações vazadas.

O Motorola Frontier em renderizações vazadas.Fonte:  Motorola 

Especulações anteriores já apontavam a existência de um dispositivo do tipo sob o codinome de Motorola Frontier, ainda sem um nome comercial definido. Até agora, não há detalhes da data exata do aparelho ou da disponibilidade em todos os mercados.

Nesses vazamentos, consta que o celular terá outros componentes top de linha, como o novo processador Snapdragon 8+ Gen 1, da Qualcomm e um carregamento rápido de 125 W. A expectativa é de que o dispositivo terá até 12 GB de RAM e uma tela Full HD+ de 6,67″.

Fonte: TecMundo

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Como usar widgets inteligentes em celulares Galaxy

Apresentados há mais de uma década no sistema operacional Android, os widgets funcionam como atalhos para ferramentas úteis, alocados diretamente na tela inicial da interface. Inicialmente, o recurso exigia uma fatia considerável do desempenho nos celulares, algo que desacelerou sua popularização e uso.

Mais recentemente, porém, os “acessórios digitais” voltaram à moda graças ao avanço no desempenho médio dos modelos no mercado e a um redesign apresentado pela Apple no iOS 14, que tornou a função mais inteligente. Sem perder tempo, a Samsung disponibilizou sua alternativa para modelos Galaxy com a One UI 4.1, denominada “Smart Widgets”.

O que são widgets inteligentes?

Na prática, os Smart Widgetsou simplesmente widgets inteligentes, em tradução livre para o português, são um conjunto “rolável” das ferramentas tradicionais. A solução permite, por exemplo, que o usuário agrupe os atalhosdo relógio e do calendário em uma mesma página, economizando espaço de tela. Veja como configurar e usar a novidade:

Como usar widgets inteligentes?

1 – Na tela inicial, faça movimento de pinça na tela e acesse o menu de Widgets. O ícone está localizado na base da interface do celular, ao lado das configurações;

(Fonte: TecMundo)

(Fonte: TecMundo)Fonte:  TecMundo 

2 – Os widgets inteligentes estão dentro de uma aba homônima. Escolha o seu modelo favorito e arraste para a tela inicial para começar a utilizá-lo. Em celulares mais recentes, a Samsung disponibiliza três modelos de Smart Widgets para os usuários.

(Fonte: TecMundo)

(Fonte: TecMundo)Fonte:  TecMundo 

3 – Com o Widget na tela inicial, pressione na janela para exibir as opções, incluindo adicionar novas abas ou remover conteúdos. A função permite agrupar praticamente qualquer app dentro da área de widgets inteligentes, desde soluções integradas da One UI até widgets de aplicativos de terceiros.

(Fonte: TecMundo)

(Fonte: TecMundo)Fonte:  TecMundo 

Quais celulares possuem os widgets inteligentes?

Vale ressaltar que os Smart Widgets são uma solução proprietária da Samsung e, portanto, só estão disponíveis nos celulares da marca. Além disso, os modelos precisam estar atualizados com a One UI 4.1 — veja o calendário de elegibilidade e atualizações clicando aqui.

Além disso, a empresa também limitou o uso da função em alguns dispositivos. Logo, mesmo que o aparelho atenda a todos os requisitos, a Samsung ainda reserva o direito de simplesmente bloquear a função em certos dispositivos.

Fonte: TecMundo

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Engenheiro cria smartphone Android com entrada Lightning

O engenheiro Ken Pillonel, dono do canal Exploring the Simulation no YouTube, é praticamente o Dr. Frankestein dos dispositivos móveis. Depois de modificar um iPhone para que o dispositivo ganhe uma entrada padrão USB-C, que é o sonho de muitos consumidores, agora ele fez uma alteração similar na concorrência.

A novidade foi a criação de um smartphone Android com entrada Lightning, que é o tradicional conector da Apple. Para o experimento, Ken utilizou um Samsung Galaxy A51, que permanece totalmente funcional para carregamento e transferência de dados.

Dessa vez, ele levou menos tempo para conseguir finalizar o projeto e o resultado ficou ainda com cara de modificação, porém com um acabamento mais profissional. Segundo o engenheiro, isso é resultado da experiência adquirida com as tentativas anteriores — o que não significa que foi fácil, já que ele precisou fazer uma modificação para que o cabo fosse “enganado” e ache que está na verdade plugado a um dispositivo da Apple.

O vídeo completo com as explicações técnicas a respeito da modificação deve ser lançado em breve no mesmo canal.

E agora?

É bem possível que essa versão modificada não tenha o mesmo destino das anteriores: tanto o iPhone de Ken quanto uma modificação impermeável e melhorada criada por outro usuário foram leiloadas, mas uma série de lances falsos fez o engenheiro perder a fé no processo.

Por isso e pelo menor apelo que um dispositivo Android com um conector menos popular pode atrair, ele deve mantar o aparelho em sua coleção pessoal e continuar com alterações artesanais no canal.

Fonte: TecMundo

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Celular gamer Black Shark 5 será apresentado em 30 de março

A linha de smartphones gamers Black Shark, que é uma subsidiária independente da Xiaomi, vai ganhar uma nova geração em alguns dias. A quinta edição do dispositivo já tem data para ser apresentado ao mundo: 30 de março de 2022, na próxima quarta-feira.

A expectativa é que sejam lançados dois modelos, o Black Shark 5 e o Black Shark 5 Pro, sendo que o mais poderoso deles deve contar com o Snapdragon 8 Gen 1 como processador — a versão padrão vai rodar a partir do Snapdragon 870.

O pôster que antecipa a chegada dos modelos.

O pôster que antecipa a chegada dos modelos.Fonte:  Weibo 

Entre as semelhanças, os dois dispositivos terão uma tela AMOLED de 6,67″ com resolução Full HD+ e alta taxa de atualização. A bateria tem capacidade de 4650 mAh, com carregamento rápido de 100W.

Ambos apresentam um esquema triplo de câmeras traseiras, mas com diferenças na resolução: na versão Pro, a lente principal terá 108 MP. Já os sensores frontais são os mesmos, com 13 MP.

Linha de sucesso

O último celular lançado pela marca foi o Black Shark 4S, de outubro de 2021, com taxa de atualização de 144 Hz e até 16 GB de RAM LPDDR5. Vale lembrar que a Black Shark ainda estaria em negociações para ser adquirida por outra empresa chinesa, a Tencent.

Fique ligado no TecMundo nos próximos dias para saber mais detalhes e todas as informações do Black Shark 5 após o lançamento.

Fonte: TecMundo

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Malware já roubou senhas de mais de 100 mil usuários do Android

Um malware disfarçado de aplicativo para Android, distribuído na Google Play Store, já foi instalado em pelo menos 100 mil dispositivos, conforme revelou a empresa de segurança móvel Pradeo nesta segunda-feira (21). O agente malicioso é capaz de roubar senhas do Facebook e transmiti-las para um servidor russo.

Denominado “FaceStealer”, o malware foi encontrado por especialistas da firma no app Craftsart Cartoon Photo Tools, um editor de fotos aparentemente inofensivo. Ao instalar o programa no celular, ele solicita ao usuário as credenciais do seu perfil no Facebook, para liberar os recursos prometidos.

Uma vez logado, o utilizador consegue editar as imagens com filtros especiais e compartilhá-las com os amigos, mas ao mesmo tempo fornece seu nome de usuário e senha para os cibercriminosos. Essas informações são enviadas automaticamente para um domínio registrado na Rússia, já usado em outros apps maliciosos, segundo os pesquisadores.

O editor de fotos malicioso exige login no Facebook para funcionar.

O editor de fotos malicioso exige login no Facebook para funcionar.Fonte:  Pradeo/Reprodução 

Com os dados em mãos, os invasores podem acessar as contas das vítimas e cometer os mais variados tipos de fraudes, desde se passarem pelos verdadeiros donos dos perfis e pedir dinheiro para conhecidos a espalhar notícias falsas e enviar links de phishing. Número de cartão, conversas, pesquisas e outros detalhes armazenados também ficam comprometidos.

App ainda está disponível na Play Store

Embora os responsáveis por detectar o trojan FaceStealer tenham alertado à Google sobre os riscos presentes no app Craftsart Cartoon Photo Tools, ele ainda pode ser encontrado na Play Store e baixado normalmente. A exclusão deve acontecer em breve, após a gigante de Mountain View analisar o caso.

A dica para quem já baixou o app malicioso é removê-lo do celular imediatamente. Além disso, recomenda-se mudar a senha do Facebook, caso você tenha fornecido os dados para login no editor de fotos, e ativar a autenticação de dois fatores para uma maior proteção.

Fonte: TecMundo

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WhatsApp: atualização vai permitir liberar espaço no celular

O site WABetaInfo, especializado em publicar recursos que ainda vão estrear na versão final do WhatsApp, postou sobre um recurso que vai ajudar os usuários do aplicativo a economizar espaço na memória do smartphone, sem que seja necessário excluir arquivos importantes.

Atualmente, as opções para manejar o uso do armazenamento do dispositivo, disponíveis no app, são bastante limitadas. Você pode impedir o download imediato de imagens e vídeos, visualizar o quanto de espaço está sendo ocupado, além de excluir conversas inteiras, incluindo todos os arquivos que foram trocados entre você e o contato (ou em um grupo).

No entanto, essas opções impedem que o usuário libere espaço na memória do smartphone, e continue mantendo arquivos leves, que ele gostaria de guardar.

Novo menu de configurações

O novo recurso para gerenciar o uso da memória do smartphone conta com um menu de configurações renovado, que vai permitir ao usuário encontrar facilmente os maiores arquivos trocados em um determinado chat, que, geralmente, são vídeos logos.

Dessa forma, será possível excluir grandes arquivos, liberando mais espaço no celular, ao mesmo tempo em que imagens e documentos importantes são mantidos. O usuário será capaz de listar arquivos organizando-os pelo tamanho e pela data.

O recurso já está disponível para os usuários cadastrados no programa WhatsApp Beta para iOS e Android. No entanto, o programa não está aceitando novos usuários neste momento, por falta de vagas.

Fonte: TecMundo

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Clonagem de WhatsApp atinge 12 mil brasileiros por dia

Um levantamento feito pelo dfndr lab, laboratório de segurança da PSafe, revelou que aproximadamente 12 mil brasileiros são afetados por dia pelo golpe de clonagem do WhatsApp. A média foi registrada após os especialistas mapearem 337,3 mil casos durante agosto deste ano.

Segundo o relatório da divisão da PSafe, os casos de clonagem de WhatsApp cresceram 90% em relação ao mês de janeiro de 2020. Vale lembrar que esse golpe não é novidade e já vem sendo aplicado desde o ano passado.

O local mais afetado pelos golpes é o estado de São Paulo, lar de 68,5 mil usuários do WhatsApp que sofreram com clonagem do app. O Rio de Janeiro aparece em segundo lugar com 41 mil vítimas, enquanto Minas Gerais sofreu com 28,2 mil fraudes do tipo em agosto.

Como o golpe funciona

O golpe de clonagem do WhatsApp se aproveita da ingenuidade do usuário para conseguir acesso ao aplicativo e informações da vítima. Os golpistas ligam ou enviam mensagens para o usuário com uma história falsa, visando conseguir o código de verificação do aplicativo.

Os criminosos utilizam diversas iscas para fisgar a atenção dos usuários, mas a pandemia tem se tornado um tema cada vez mais comum na aplicação da fraude. “Os golpistas se aproveitam de temas em alta na mídia, como o próprio coronavírus, para criar estratégias e enganar as vítimas”, explica Emilio Simoni, diretor do dfndr lab. 

Outra forma utilizada pelos criminosos para conseguir credenciais é oferecer serviços gratuitos para a vítima. “Os golpistas criam perfis fakes nas redes sociais se passando por estabelecimentos comerciais como lojas, hotéis e restaurantes, convidando para participar de uma suposta promoção ou alegando que ele teria sido contemplado em um sorteio.”

Quando conseguem o acesso ao WhatsApp do usuário, os criminosos se passam pela vítima e pedem dinheiro para os contatos listados nas mensagens recentes. Segundo a PSafe, o golpe também pode ser perigoso para empresas, já que muitos funcionários se comunicam pelo WhatsApp e trocam informações sobre negócios dentro do app.

A principal dica para se proteger da clonagem do WhatsApp é ficar sempre atento para ofertas muito tentadoras, além de evitar o compartilhamento de informações como o código PIN do WhatsApp. Manter a autenticação em duas etapas ativada também garante uma dose de segurança extra durante o uso do app.

Fonte:TecMundo

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Veja como aumentar a privacidade e segurança de seu WhatsApp

Em 2016, o WhatsApp ativou a criptografia de ponta a ponta por padrão para todos os usuários – mais de um bilhão de pessoas. Com isso, o app tornou-se o maior mensageiro criptografado do mundo. Desde então, seu número de usuários já superou os dois bilhões.

Essa mudança radical significa que ninguém no Facebook, dona do WhatsApp, pode ler ou extrair dados das mensagens que você envia. Apenas os dispositivos na conversa são capazes de fazer isso, atuando como pontos finais na configuração de criptografia. Para decodificá-la, ambos os dispositivos devem verificar e trocar códigos de segurança conforme as mensagens são transferidas.

A criptografia usada no app foi originalmente desenvolvida pela Open Whisper Systems, o grupo por trás de um rival do WhatsApp, o Signal. Por mais que as mensagens no WhatsApp sejam criptografadas – e isso inclui chamadas, fotos e vídeos -, ele não é tão privado quanto poderia ser. Na verdade, o Signal é até mais recomendável para quem deseja o máximo de segurança e privacidade possível.

No entanto, a popularidade do WhatsApp é inquestionável, então pode ser difícil convencer seus amigos e familiares a usar um novo app. Então, já que isso pode demorar a acontecer, aqui vão algumas dicas para maximizar a segurança do seu WhatsApp.

Entenda os dados coletados

O WhatsApp pode coletar muito mais informações suas do que você pensa. Muito do que ele coleta é igual a qualquer outro app e está descrito em sua política de privacidade. Porém, o WhatsApp faz parte da família Facebook, e essas informações podem ser combinadas com outros dados que você passa à rede de Mark Zuckerberg – o mesmo acontece com outros apps da empresa, como o Instagram.

Seu número de telefone do WhatsApp, informações do dispositivo (tipo de telefone, sistema operacional e código do país do celular, por exemplo) e alguns dados de uso (quando entrou pela última vez, quando se registrou e com que frequência manda mensagens) são compartilhados com outras empresas do Facebook, e parte disso tem gerado controvérsia. Em maio de 2017, a empresa foi multada em 94 milhões de libras pela União Europeia por combinar números do WhatsApp com dados do Facebook depois de afirmar aos reguladores que não poderia fazer isso facilmente.

Como o Facebook planeja fundir a infraestrutura do Messenger, WhatsApp e mensagens do Instagram, qualquer compartilhamento de dados será examinado detalhadamente no futuro. Porém, vale reforçar que o conteúdo das mensagens não é compartilhado, porque nem mesmo o Facebook pode acessar a criptografia.

A maior parte do que o WhatsApp coleta é formada por metadados, que podem dizer muito sobre o comportamento do usuário. Sua política de privacidade diz que ele coleta informações sobre como você interage com outras pessoas (tempo, frequência e duração de suas interações com outras pessoas), informações de diagnóstico de quando o app trava, recursos de grupo, fotos de perfil, status e quando você está online.

Além disso, ele pode coletar dados sobre o nível de bateria do aparelho, intensidade do sinal e operadora móvel. Cookies rastreiam sua atividade na área de trabalho e nas versões web do aplicativo, além de captar também dados de localização.

Desligue backups em nuvem

O app permite que você faça backup de suas conversas e dados como uma forma de facilitar a transição para outro celular – embora isso não funcione se você trocar um iOS por um Android. Esses dados são armazenados no Google Drive ou no iCloud.

Se a opção de backup estiver desativada, o WhatsApp lembrará você de tempos em tempos para fazer um. Mas talvez você não queira isso. Ao contrário das mensagens em seu aparelho, as mensagens na nuvem não estão criptografadas corretamente. Ou seja, um invasor pode acessá-las facilmente, ou por uma ordem judicial, por exemplo, a Apple ou o Google devem revelar as mensagens salvas.

Backups não criptografados têm sido um problema há anos, inclusive reconhecido pela empresa. Alguns rumores indicam que o WhatsApp está testando backups protegidos com senha, mas nada oficial foi divulgado até o momento.

Autenticação de dois fatores

Ativar a autenticação de dois fatores é uma boa pedida para manter suas informações confidenciais. Esse método adiciona uma etapa extra quando você faz um login. Na maioria dos casos, isso é um código de segurança gerado por um app, um código enviado por SMS ou uma chave de segurança física, sendo esta última a mais segura de todas.

No caso do WhatsApp, porém, isso é feito com um PIN. Caso contrário, você teria que digitar um código toda vez que abrir o app, algo impraticável. Quando ativado, o sistema pedirá regularmente o PIN de seis dígitos para acessar o aplicativo. Acontece que essa frequência não é muito bem definida, fazendo com que essa não seja exatamente uma barreira contra invasões.

Esconda suas informações pessoais

Existem diversos spams e ataques de engenharia social para roubar dados pessoais pelo WhatsApp. A cada semana, um novo golpe se espalha entre os usuários. Existem formas de limitar o acesso de pessoas desconhecidas à sua conta.

Dentro do menu configurações, na seção Conta e Privacidade, você encontra essas opções. Elas vão desde as mais simples, como desativar a confirmação de leitura (os dois traços azuis ao lado da mensagem), até as mais eficazes, como impedir que te adicionem a grupos.

Na configuração Grupos, há a opção de limitar quem pode adicionar você a grupos. O padrão é “todos”, mas isso pode ser alterado para todos os seus contatos, exceto algumas pessoas selecionadas. Essa limitação não impede que você acesse grupos de pessoas de fora dos seus contatos. Em vez disso, as pessoas podem pedir por uma mensagem separada.

Outros recursos que você pode desativar é a visualização de sua foto de perfil, a seção Sobre, e sua última visualização. Nas configurações de privacidade, é possível verificar se você está compartilhando sua localização com alguém.

Se sua ideia é a privacidade máxima, também pode considerar quais informações você mostra na tela de seu telefone. Notificações de novas mensagens podem incluir a mensagem inteira ou apenas uma parte. Mensagens completas podem ser facilmente lidas por alguém que pegar seu celular. Para alterar isso, você deve as configurações do Android ou iOS nas opções de notificações, e restringir as visualizações.

Trocar de aplicativo

Fazer tudo isso dá trabalho. É uma lista longa de preocupações, então talvez seja mais fácil simplesmente usar outro app. A mudança é grande, mas pode ser benéfica. Conforme dito anteriormente, o Signal é uma boa opção para quem procura por privacidade e segurança. O app pode ser bloqueado e liberado apenas com impressão digital ou reconhecimento facial, as mensagens podem desaparecer depois de algum tempo e é possível borrar os rostos das pessoas em vídeos e fotos. Você pode conhecer mais sobre o Signal em seu site oficial.

Fonte:OlharDigital

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WhatsApp testa recurso que permitirá login em múltiplos dispositivos

Com atualização, a mesma conta poderá ser utilizada em até quatro dispositivos; um app para iPad também está em desenvolvimento.

Muito se pediu, e finalmente será possível usar a mesma conta do WhatsApp em múltiplos dispositivos simultaneamente. De acordo com o WeBetaInfo, o novo recurso está em desenvolvimento e permitirá a sincronização do chat em até quatro aparelhos. A empresa também estaria testando uma versão do app para iPad.

Com o WhatsApp Web, já é possível utilizar a mesma conta no celular e no PC, mas é preciso que o usuário tenha um celular conectado à internet e com bateria. O novo recurso acaba com essa limitação. A mesma conversa poderá ser lida e respondida de qualquer um dos dispositivos cadastrados, mesmo que os outros estejam offline.

O recurso funcionará da seguinte forma: ao ser cadastrado em outro dispositivo, o WhatsApp fará download do histórico de conversas atrelado à conta em questão. Aí é ter paciência: a quantidade de dados geralmente é grande, e, dependendo da qualidade do Wi-Fi, isso pode levar algum tempo — vale destacar que essa etapa não poderá ser feita por meio de dados móveis. Concluída a sincronização, qualquer mensagem enviada ou recebida ficará disponível em todos os aparelhos.  

A princípio, a atualização está sendo testada somente para iOS, mas não deve demorar até que ela seja adaptada para Android. Ainda não há previsão de lançamento.

Silenciar conversas para sempre

Recentemente, foi anunciado que o WhatsApp está trabalhando na função de silenciar conversas para sempre. 

Hoje, é possível silenciar o chat por oito horas, uma semana ou um ano. A nova função do WhatsApp substituirá a opção de “um ano” por “para sempre”. Fazendo isso, o usuário deixará definitivamente de receber notificações de mensagens que não tem interesse de ler. 

Segundo o WeBetaInfo, a novidade estará presente na versão beta da atualização 2.20.197.3. Contudo, o recurso está disponível somente para os usuários que se cadastraram no programa de testes do WhatsApp, que já atingiu o número máximo de participantes e não está aberto para mais testadores no momento. 

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Mensagens autodestrutivas do WhatsApp vão ‘sumir’ em 7 dias

WhatsApp está desenvolvendo um novo recurso capaz de deletar mensagens automaticamente sete dias após seu envio. A funcionalidade está em fase de testes e ainda não foi disponibilizada para os usuários.

Os detalhes sobre o recurso foram encontrados nesta quarta-feira (29), na versão 2.20.197.4 Beta para Android. Segundo o site WABetaInfo, responsável pela descoberta, o mensageiro aplicou uma espécie de “data de validade” em mensagens para que elas sejam excluídas automaticamente.

Atualizações no recurso do WhatsApp

Os primeiros sinais da função surgiram no fim de 2019 nas versões de testes para Android e iOS. Em março de 2020, a ferramenta apareceu novamente, dessa vez com novos prazos para a exclusão de mensagens e disponibilidade para conversas individuais. No entanto, segundo informações do site, ainda não há previsão de lançamento para todos os usuários.

Nova política de privacidade

Além desta novidade, o WhatsApp poderá alterar sua política de privacidade no Brasil. O alerta sobre os novos termos aparecerá em um banner na tela inicial do aplicativo de mensagens. Ainda não se sabe quais mudanças serão feitas no documento.

Fonte:TecMundo