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Clonagem de WhatsApp atinge 12 mil brasileiros por dia

Um levantamento feito pelo dfndr lab, laboratório de segurança da PSafe, revelou que aproximadamente 12 mil brasileiros são afetados por dia pelo golpe de clonagem do WhatsApp. A média foi registrada após os especialistas mapearem 337,3 mil casos durante agosto deste ano.

Segundo o relatório da divisão da PSafe, os casos de clonagem de WhatsApp cresceram 90% em relação ao mês de janeiro de 2020. Vale lembrar que esse golpe não é novidade e já vem sendo aplicado desde o ano passado.

O local mais afetado pelos golpes é o estado de São Paulo, lar de 68,5 mil usuários do WhatsApp que sofreram com clonagem do app. O Rio de Janeiro aparece em segundo lugar com 41 mil vítimas, enquanto Minas Gerais sofreu com 28,2 mil fraudes do tipo em agosto.

Como o golpe funciona

O golpe de clonagem do WhatsApp se aproveita da ingenuidade do usuário para conseguir acesso ao aplicativo e informações da vítima. Os golpistas ligam ou enviam mensagens para o usuário com uma história falsa, visando conseguir o código de verificação do aplicativo.

Os criminosos utilizam diversas iscas para fisgar a atenção dos usuários, mas a pandemia tem se tornado um tema cada vez mais comum na aplicação da fraude. “Os golpistas se aproveitam de temas em alta na mídia, como o próprio coronavírus, para criar estratégias e enganar as vítimas”, explica Emilio Simoni, diretor do dfndr lab. 

Outra forma utilizada pelos criminosos para conseguir credenciais é oferecer serviços gratuitos para a vítima. “Os golpistas criam perfis fakes nas redes sociais se passando por estabelecimentos comerciais como lojas, hotéis e restaurantes, convidando para participar de uma suposta promoção ou alegando que ele teria sido contemplado em um sorteio.”

Quando conseguem o acesso ao WhatsApp do usuário, os criminosos se passam pela vítima e pedem dinheiro para os contatos listados nas mensagens recentes. Segundo a PSafe, o golpe também pode ser perigoso para empresas, já que muitos funcionários se comunicam pelo WhatsApp e trocam informações sobre negócios dentro do app.

A principal dica para se proteger da clonagem do WhatsApp é ficar sempre atento para ofertas muito tentadoras, além de evitar o compartilhamento de informações como o código PIN do WhatsApp. Manter a autenticação em duas etapas ativada também garante uma dose de segurança extra durante o uso do app.

Fonte:TecMundo

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Veja como aumentar a privacidade e segurança de seu WhatsApp

Em 2016, o WhatsApp ativou a criptografia de ponta a ponta por padrão para todos os usuários – mais de um bilhão de pessoas. Com isso, o app tornou-se o maior mensageiro criptografado do mundo. Desde então, seu número de usuários já superou os dois bilhões.

Essa mudança radical significa que ninguém no Facebook, dona do WhatsApp, pode ler ou extrair dados das mensagens que você envia. Apenas os dispositivos na conversa são capazes de fazer isso, atuando como pontos finais na configuração de criptografia. Para decodificá-la, ambos os dispositivos devem verificar e trocar códigos de segurança conforme as mensagens são transferidas.

A criptografia usada no app foi originalmente desenvolvida pela Open Whisper Systems, o grupo por trás de um rival do WhatsApp, o Signal. Por mais que as mensagens no WhatsApp sejam criptografadas – e isso inclui chamadas, fotos e vídeos -, ele não é tão privado quanto poderia ser. Na verdade, o Signal é até mais recomendável para quem deseja o máximo de segurança e privacidade possível.

No entanto, a popularidade do WhatsApp é inquestionável, então pode ser difícil convencer seus amigos e familiares a usar um novo app. Então, já que isso pode demorar a acontecer, aqui vão algumas dicas para maximizar a segurança do seu WhatsApp.

Entenda os dados coletados

O WhatsApp pode coletar muito mais informações suas do que você pensa. Muito do que ele coleta é igual a qualquer outro app e está descrito em sua política de privacidade. Porém, o WhatsApp faz parte da família Facebook, e essas informações podem ser combinadas com outros dados que você passa à rede de Mark Zuckerberg – o mesmo acontece com outros apps da empresa, como o Instagram.

Seu número de telefone do WhatsApp, informações do dispositivo (tipo de telefone, sistema operacional e código do país do celular, por exemplo) e alguns dados de uso (quando entrou pela última vez, quando se registrou e com que frequência manda mensagens) são compartilhados com outras empresas do Facebook, e parte disso tem gerado controvérsia. Em maio de 2017, a empresa foi multada em 94 milhões de libras pela União Europeia por combinar números do WhatsApp com dados do Facebook depois de afirmar aos reguladores que não poderia fazer isso facilmente.

Como o Facebook planeja fundir a infraestrutura do Messenger, WhatsApp e mensagens do Instagram, qualquer compartilhamento de dados será examinado detalhadamente no futuro. Porém, vale reforçar que o conteúdo das mensagens não é compartilhado, porque nem mesmo o Facebook pode acessar a criptografia.

A maior parte do que o WhatsApp coleta é formada por metadados, que podem dizer muito sobre o comportamento do usuário. Sua política de privacidade diz que ele coleta informações sobre como você interage com outras pessoas (tempo, frequência e duração de suas interações com outras pessoas), informações de diagnóstico de quando o app trava, recursos de grupo, fotos de perfil, status e quando você está online.

Além disso, ele pode coletar dados sobre o nível de bateria do aparelho, intensidade do sinal e operadora móvel. Cookies rastreiam sua atividade na área de trabalho e nas versões web do aplicativo, além de captar também dados de localização.

Desligue backups em nuvem

O app permite que você faça backup de suas conversas e dados como uma forma de facilitar a transição para outro celular – embora isso não funcione se você trocar um iOS por um Android. Esses dados são armazenados no Google Drive ou no iCloud.

Se a opção de backup estiver desativada, o WhatsApp lembrará você de tempos em tempos para fazer um. Mas talvez você não queira isso. Ao contrário das mensagens em seu aparelho, as mensagens na nuvem não estão criptografadas corretamente. Ou seja, um invasor pode acessá-las facilmente, ou por uma ordem judicial, por exemplo, a Apple ou o Google devem revelar as mensagens salvas.

Backups não criptografados têm sido um problema há anos, inclusive reconhecido pela empresa. Alguns rumores indicam que o WhatsApp está testando backups protegidos com senha, mas nada oficial foi divulgado até o momento.

Autenticação de dois fatores

Ativar a autenticação de dois fatores é uma boa pedida para manter suas informações confidenciais. Esse método adiciona uma etapa extra quando você faz um login. Na maioria dos casos, isso é um código de segurança gerado por um app, um código enviado por SMS ou uma chave de segurança física, sendo esta última a mais segura de todas.

No caso do WhatsApp, porém, isso é feito com um PIN. Caso contrário, você teria que digitar um código toda vez que abrir o app, algo impraticável. Quando ativado, o sistema pedirá regularmente o PIN de seis dígitos para acessar o aplicativo. Acontece que essa frequência não é muito bem definida, fazendo com que essa não seja exatamente uma barreira contra invasões.

Esconda suas informações pessoais

Existem diversos spams e ataques de engenharia social para roubar dados pessoais pelo WhatsApp. A cada semana, um novo golpe se espalha entre os usuários. Existem formas de limitar o acesso de pessoas desconhecidas à sua conta.

Dentro do menu configurações, na seção Conta e Privacidade, você encontra essas opções. Elas vão desde as mais simples, como desativar a confirmação de leitura (os dois traços azuis ao lado da mensagem), até as mais eficazes, como impedir que te adicionem a grupos.

Na configuração Grupos, há a opção de limitar quem pode adicionar você a grupos. O padrão é “todos”, mas isso pode ser alterado para todos os seus contatos, exceto algumas pessoas selecionadas. Essa limitação não impede que você acesse grupos de pessoas de fora dos seus contatos. Em vez disso, as pessoas podem pedir por uma mensagem separada.

Outros recursos que você pode desativar é a visualização de sua foto de perfil, a seção Sobre, e sua última visualização. Nas configurações de privacidade, é possível verificar se você está compartilhando sua localização com alguém.

Se sua ideia é a privacidade máxima, também pode considerar quais informações você mostra na tela de seu telefone. Notificações de novas mensagens podem incluir a mensagem inteira ou apenas uma parte. Mensagens completas podem ser facilmente lidas por alguém que pegar seu celular. Para alterar isso, você deve as configurações do Android ou iOS nas opções de notificações, e restringir as visualizações.

Trocar de aplicativo

Fazer tudo isso dá trabalho. É uma lista longa de preocupações, então talvez seja mais fácil simplesmente usar outro app. A mudança é grande, mas pode ser benéfica. Conforme dito anteriormente, o Signal é uma boa opção para quem procura por privacidade e segurança. O app pode ser bloqueado e liberado apenas com impressão digital ou reconhecimento facial, as mensagens podem desaparecer depois de algum tempo e é possível borrar os rostos das pessoas em vídeos e fotos. Você pode conhecer mais sobre o Signal em seu site oficial.

Fonte:OlharDigital

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Windows 10: atualização corrige bug que desfragmentava SSD a cada boot

Microsoft corrigiu um bug que afetou uma função bastante específica do Windows 10: uma ferramenta de otimização de drives que realizava a desfragmentação de unidades SSD com uma frequência não recomendada.

A correção foi enviada a partir da nova versão KB4571756 (também conhecida como build 19041.508) do sistema operacional, que começou a ser enviada para os usuários em 3 de setembro.

Em resumo, o sistema de otimização de armazenamento do Windows 10 não estava identificando a data da última operação de desfragmentação e, por isso, reiniciava a tarefa quase toda vez que o dispositivo era religado — o que pode ser uma ou até várias vezes ao dia dependendo dos seus hábitos de uso. 

Fazer essa operação com tanta frequência não é recomendado e pode prejudicar a vida útil do componente. Normalmente, o processo de otimização automática ocorre uma vez ao mês. 

Segundo o Windows Latest, o problema foi identificado pela primeira vez em janeiro de 2020 por usuários do Windows Insiders e já tinha passado por uma correção, que não se mostrou totalmente eficiente. Você pode conferir os detalhes da atualização no site de suporte da Microsoft.

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Novo carregador sem fio da Samsung aceita três aparelhos de uma vez

Samsung apresentou nesta terça-feira (1º) uma série de novos produtos como parte do evento “Life Unstoppable”, incluindo um monitor, uma geladeira e uma secadora de roupas inteligente.

Porém, um dos maiores destaques da conferência virtual foi um acessório de menor porte:  o Wireless Charging Trio, um carregador sem fio que é capaz de fornecer energia a três dispositivos ao mesmo tempo.

Como o próprio nome sugere, ele é uma evolução natural do Wireless Charge Duo, que tem a capacidade máxima de dois aparelhos por vez — a imagem de divulgação mostra um relógio (Galaxu Watch 3), a caixa de fones de ouvido do Galaxy Buds Live e um celular (Galaxy Note 20 Ultra) posicionados na superfície ao mesmo tempo.

Como a plataforma utilizada pela Samsung para a recarga é a tecnologia Qi, dispositivos de outras marcas também podem ser utilizados. 

O Wireless Charger Trio ainda não tem data de lançamento, mas o site Sam Mobile informa que ele chega ainda em 2020 e deve custar €99 na Europa — cerca de R$ 630 em conversão direta de moeda.

Fonte:TecMundo

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Atualização do Windows 10 causa problemas em notebooks Lenovo

Uma atualização do Windows 10 está causando problemas para os proprietários de notebooks Lenovo Thinkpad produzidos entre 2019 e 2020, como o Thinkpad X1 Carbon (modelos 20R1 e 20R2).

A atualização KB4566782, parte da “Patch Tuesday” de 11 de agosto, causa tela azul nos aparelhos e impede o uso da webcam para autenticação biométrica com o sistema Windows Hello. Além disso, podem surgir erros no gerenciador de dispositivos relacionados à Intel Management Engine e à câmera infravermelha dos aparelhos.

As telas azuis (BSOD, Blue Screen of Death ou “tela azul da morte”) podem ocorrer ao ligar o notebook, ao rodar o software Lenovo Vantage ou ao fazer uma varredura do sistema com o Windows Defender. A mensagem de erro na tela azul é SYSTEM_THREAD_EXCEPTION_NOT_HANDLED.

Segundo a Lenovo, o problema ocorre porque opção Windows Biometric Security no menu Security / Virtualization na Bios das máquinas foi ativada pelo usuário. Desativá-la impede que os problemas ocorram.

O site Windows Latest informa que, segundo a Lenovo, “o Windows ainda não implementa o software para esta opção da Bios, então ela não serve a nenhum propósito e pode ser desativada com segurança”.

Atualizar ainda é importante

Apesar de tudo, manter o sistema atualizado é importante. O pacote de atualizações da última Patch Tuesday corrige duas falhas críticas do Windows, ambas sendo ativamente exploradas por hackers.

A primeira delas foi chamada de CVE-2020-1380, e é relacionada a corrupção de memória no componente responsável pela execução de código JavaScript no Internet Explorer. Ela permite que um agressor execute código no contexto do usuário atual. Ou seja, se ele estiver logado no sistema como administrador, o código também será executado com privilégios de administrador.

Segundo a Kaspersky, que descobriu a falha, a CVE-2020-1380 está sendo explorada em um ataque chamado de “Operation Powerfall“, que foi detectado visando uma empresa na Coreia do Sul.

A segunda vulnerabilidade, chamada CVE-2020-1464, lida como a forma como o Windows valida as assinaturas de um arquivo, e permite que agressores ultrapassem medidas de segurança projetadas para impedir o carregamento de arquivos com assinatura incorreta.

Segundo a Microsoft esta falha está sendo ativamente explorada, e afeta múltiplas versões do Windows, incluindo o Windows Server 2008, 2008 R2, 2012, 2012 R2, 2016 e 2019, entre outras, além de várias versões do Windows 7, 8.1 e 10.

Fonte:OlharDigital

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iPhone 12 deve chegar ao mercado mais caro que o iPhone 11

Segundo um relatório da consultoria sobre inteligência de mercado TrendForce, o preço da nova série 12 dos iPhones devem chegar com um aumento considerável ao mercado em relação ao seu antecessor – e o Brasil, com o dólar nas alturas, deve receber os novos dispositivos com preços bem mais altos.

Uma das razões para esse aumento é a inclusão do OLED e mais o suporte para banda 5G na nova série (que deve contar com pelo menos quatro modelos). Segundo a TrendForce, “os custos dos modelos do iPhone 12 são significativamente mais altos em comparação com os modelos da série anterior por causa do suporte 5G. Para cortar custos e estabilizar os preços de varejo, a Apple decidiu vender os próximos iPhones sem acessórios, como fones de ouvido com fio, adaptador de energia, etc. Espera-se que essa mudança ajude no desempenho das vendas.”

Os preços (em reais, aproximados) serão maiores do que a linha 11 (lembrando que a Apple vai descontinuar a produção dos modelos Pro e Pro Max).

  • Apple iPhone 12 – R$ 3.895 a R$ 4.170
  • Apple iPhone 12 Max –R$ 4.450 a R$ 4.730
  • Apple iPhone 12 Pro – R$ 5.845 a R$ 6.120
  • Apple iPhone 12 Pro Max – R$ 6.400 a R$ 6.680

Aumento da produção

O relatório da TrendForce aponta que a Apple “aumentou a produção do iPhone no segundo trimestre de 2020 8% em relação ao trimestre anterior, graças às vendas acima do esperado do iPhone SE e do iPhone 11. Este desempenho também confere à marca o terceiro lugar no ranking [liderado por Samsung e Huawei].  Passando para o terceiro trimestre de 2020, a demanda pelo iPhone SE e iPhone 11 deve permanecer forte”.

O iPhone SE, lançado no início deste ano, veio para tomar o lugar do iPhone Xr como o de celular mais acessível da Apple. Além de ser mais potente que seu predecessor, ele manteve o valor atrativo para o usuário (US$499, ou R$ 2.230).

Fonte:TecMundo

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Microsoft Word receberá ferramenta de gravação e transcrição de áudio

Em breve, a Microsoft introduzirá uma ferramenta para gravação e transcrições de diálogos no Word. Exclusivo da versão web do editor de texto, o recurso oferece uma solução prática — e limitada — para redigir entrevistas, conversas e vídeos, e logo chegará ao Android iOS.

A ferramenta permitirá que o assinante do Microsoft 365 grave e suba arquivos de áudio para a nuvem e fazer a transcrição das falas sem qualquer custo adicional. O recurso é inédito no pacote de produtos Microsoft, mas alternativas de concorrentes se mostram superiores e mais refinadas que a presente no Word.

Em demonstração, a Microsoft exibiu o software transcrevendo um áudio que estava sendo reproduzido nos alto-falantes do notebook, detectando-os pelo microfone integrado da máquina. As falas são expostas numa coluna à direita da tela, sendo separadas em intervalos e atribuindo a identidade aos autores por meio de reconhecimento de voz.

A futura adição permitirá que os usuários gravem áudios ilimitados e enviem para o navegador, mas arquivos enviados à nuvem são limitados a cinco horas por mês e devem ser menores que 200 MB. Haverá suporte para arquivos em MP3, WAV, MP4 e M4A, garantindo “altíssima fidelidade”, considerando que a tecnologia Azure Cognitive Services reforçarão a ferramenta.

O destaque? Praticidade

Alternativas como as ferramentas de transcrição da Google para Android, o app Otter.ai e o Google Docs oferecem soluções mais elaboradas e otimizadas. Na maioria dos exemplos, as ferramentas oferecem suporte para maior variedade de arquivos de áudio e vídeo, e estão presente em mais plataformas.

Para a Microsoft, onde sua ferramenta de transcrição se destaca é na praticidade. A Microsoft quer “reduzir o tempo gasto para criar o melhor trabalho possível e focar no que realmente importa”, segundo o gerente do projeto Dan Parish.

Ainda não há data definida para o lançamento do recurso; mas deve ser disponibilizado em breve na versão web. Apps do Android e iOS receberão a atualização no final deste ano e não há previsão para chegada no Word para desktop ou Mac.

Fonte:TecMundo

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WhatsApp testa ferramentas para gerenciar armazenamento

Há cerca de dois meses, foi descoberto pelo WABetaInfo que o WhatsApp planejava novas ferramentas para que o usuário conseguisse controlar o uso de armazenamento dentro do app. Com isso, seria possível melhorar a experiência dos usuários com o serviço. Agora, o mensageiro começou a testar as novidades.

As funcionalidades devem permitir que os utilizadores do aplicativo consigam liberar espaço do telefone ao conseguir gerenciar as mídias recebidas no WhatsApp. A principal ferramenta mostra o espaço total ocupado pelos arquivos e conversas do mensageiro dentro do aparelho.

Mas, além disso, é possível verificar quais arquivos foram encaminhados, os que ocupam mais espaço e quanta memória é necessária para armazenar cada conversa. Com essa listagem, fica mais fácil apagar conteúdos para liberar armazenamento.

Como as ferramentas de gerenciamento ainda estão em desenvolvimento, pode ser que a interface e as funcionalidades sejam alteradas até a versão final – que ainda não tem data para ser lançada. Além disso, é possível que novos recursos com o mesmo objetivo sejam implementados no futuro.

‘Aviso de Privacidade’ para usuários brasileiros

Na semana passada, muitos usuários do WhatsApp no Brasil estão sendo surpreendidos com uma mensagem sobre um novo “Aviso de Privacidade”. Quando acessado, o banner leva para um comunicado sobre o tratamento de dados pessoais por parte da plataforma, tendo em vista a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)

Se antecipando à vigência da lei (que depende de uma Medida Provisória que deveria ter sido votada em 18 de agosto, mas acabou adiada), a empresa está comunicando aos usuários suas medidas de adequação. A LGPD, entre outras determinações, dá aos usuários o direito de acessar, corrigir, portar, eliminar seus dados, além de autorizar que terceiros tratem seus dados.

“Em determinadas circunstâncias, você também tem o direito de se opor e restringir o tratamento de seus dados pessoais. Nossa Política de Privacidade fornece informações sobre como compartilhamos seus dados com terceiros”, explica o WhatsApp, no comunicado.

A empresa também faz referência à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), que será responsável por fiscalizar o cumprimento da LGPD, aplicar sanções, além de alterar procedimentos, criar e gerenciar canais de atendimento. O órgão, porém, ainda não foi criado.

A LGPD deveria estar valendo desde última sexta-feira (14). A nova votação para definir uma possível data de implementação deve acontecer antes do próximo dia 26, ou a MP corre o risco de caducar. Se a votação definir pela retirada do artigo que prorroga a vigência, a LGPD passa a valer imediatamente.

Fonte:OlharDigital

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Google trabalha em sincronização de senhas Wi-Fi entre Chrome OS e smartphones

Neste ano, o Google trabalha em maneiras de aproximar os dispositivos com Android e Chrome OS, expandindo uma iniciativa chamada “Better Together”. O projeto mais recente da empresa permite que os usuários sincronizem senhas Wi-Fi entre smartphones Android e Chromebooks.

Geralmente, quando pessoas visitam lugares públicos com conexão ou casas de conhecidos, o telefone e o notebook podem se conectar às redes de internet sem fio desses locais. Quando o sinal é encontrado, mesmo que já tenha sido conectado em outro aparelho, é necessário inserir a senha novamente.

Em outra situação, que é ainda mais inconveniente, quando um novo dispositivo é comprado, o usuário precisa reconectar todas as redes conforme visita esses lugares. O objetivo do Google é o de justamente facilitar esse processo apenas transferindo a lista de conexões realizadas e salvas.

A ideia começou a ser testada no ano passado, com a possibilidade de sincronizar as redes entre Chromebooks e tablets com Chrome OS. Apesar disso, até então, a empresa parecia ter abandonado a funcionalidade.

Ao que parece, o sistema foi projetado usando a mesma base que sincroniza os sites favoritos salvos usando a conta do usuário. No entanto, de acordo com os códigos em que a função foi encontrada, a transferência de informações entre o smartphone e o Chromebook pode ser feita por Bluetooth.

Mesmo sendo um recurso que pode ajudar muitos usuários, ainda não há previsão para disponibilização. Pode ser também que a opção nunca chegue a ser lançada, mas ajude na criação de recursos semelhantes no futuro.

Fonte:OlharDigital

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iPhone pra Sempre: Itaú lança programa de troca

Nesta terça-feira (18), o Itaú anunciou uma parceria com a Apple que vai permitir aos clientes do banco trocar de iPhone a cada 21 meses.

Por meio dos aplicativos do banco, os consumidores poderão parcelar 70% do valor do aparelho em até 21 vezes. Ao fim das parcelas, é possível optar entre ficar com o iPhone em definitivo (pagando os 30% restante), devolver o aparelho e sair do programa, ou trocar o iPhone em uso por uma versão mais atual, com a abertura de um novo ciclo de financiamento.

“O mercado brasileiro geralmente trabalha com parcelas de até 12x, o que torna o valor de cada parcela mais caro. Agora estamos tornando mais fácil para que mais clientes do Itaú possam desfrutar da experiência de alta qualidade do iPhone – e oferecendo a opção de atualizar para um novo modelo regularmente”, disse Rubens Fogli, diretor de Negócios Digitais do Itaú Unibanco.

A experiência de compra é 100% digital e os modelos de iPhone disponíveis possuem parcelas mensais a partir de 21 vezes de R$140 mais o pagamento final.

Fonte:TecMundo