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Vazamento detalha modelos, configuração e preços dos iPhone 12

Serão 4 modelos de iPhone, com preços variando de US$ 699 a US$ 1.099; De acordo com o rumor, dois modelos estarão nas lojas já nas próximas semanas.

Informações publicadas na rede social chinesa Weibo por um usuário chamado Kang nos dão uma boa idéia do que esperar da Apple no evento programado para a próxima terça-feira: quatro modelos de iPhones, além de alguns acessórios.

De acordo com Kang, que tem um histórico de precisão de 98,7% em suas informações, segundo o site AppleTrack, os quatro smartphones serão o iPhone 12 Mini, iPhone 12, iPhone 12 Pro e iPhone 12 Pro Max.

Todos eles terão suporte a redes 5G, inclusive a redes mmWave nos modelos vendidos nos EUA, e tela OLED Super Retina XDR que antes era usada apenas nos modelos Pro. Também usarão cerâmica na composição do vidro, para torná-lo mais resistente a quedas, e serão capazes de gravar vídeo no padrão Dolby Vision HDR.

iPhones para todos os gostos

O iPhone 12 mini será o modelo de entrada, com preço sugerido de R$ 699 e tela de 5,4 polegadas. É o iPhone para quem gosta de telas “pequenas”. Estará disponível em preto, branco, vermelho, azu e verde, em versões com 64 a 256 GB de armazenamento interno e duas câmeras na traseira, uma grande angular e uma ultrawide. Será o último modelo nas lojas, entrando em pré-venda em 6 ou 7 de novembro, e com data de lançamento estimada para 13 ou 14 de novembro.

O segundo modelo é o iPhone 12, custando a partir de R$ 799. Estará disponível nas cores preta, branca, vermelha, azul e verde, também em versões com 64 a 256 GB de memória interna. Terá as mesmas câmeras do mini, e estará disponível para pré-venda em 16 ou 17 de outubro, com data de lançamento estimada em 23 ou 24 de outubro.

O iPhone 12 Pro vai custar US$ 999 e estará disponível nas cores ouro, prata, grafite e azul, com armazenamento interno variando de 128 GB a 512 GB. Além das câmeras grande-angular e ultrawide, ele terá também uma câmera telefoto com zoom óptico de 4x e sensor Lidar (radar laser) para realidade aumentada. Também estará disponível para pré-venda em 16 ou 17 de outubro, com data de lançamento estimada em 23 ou 24 de outubro.

Por fim temos o iPhone 12 Pro Max, custando a partir de US$ 1.099. Assim como no 12 Pro ele estará disponível nas cores ouro, prata, grafite e azul, com armazenamento interno variando de 128 GB a 512 GB. O conjunto de câmeras e sensores (incluindo Lidar) é o mesmo do 12 Pro, mas o zoom óptico da câmera telefoto será de 5x. A pré-venda começa em 13 ou 14 de novembro, com lançamento em 20 ou 21 de novembro.

Novos acessórios

Segundo Kang, nenhum dos modelos virá acompanhado de carregador ou fones de ouvido. A Apple também está preparando alguns acessórios, como um novo carregador wireless chamado “MagSafe”, nome que a Apple já usou anteriormente para o conector de força dos MacBooks, que se prediam magneticamente ao computador.

Por fim, teremos um novo alto-falante inteligente, o HomePod Mini, com preço sugerido de 99 e baseado no mesmo processador S5 usado no Apple Watch de 5ª geração e no Apple Watch SE. O alto-falante terá 8,4 cm de altura e preço sugerido de US$ 99.

O evento da Apple terá o tema “Hi, Speed“, algo que pode ser traduzido como “Olá, velocidade” mas também é uma brincadeira com “High Speed”, ou alta velocidade, uma possível referência ao suporte a 5G nos smartphones.

A transmissão via Internet acontecerá a partir das 14h desta terça-feira (13), horário de Brasília, no site da Apple.

Fonte:Olhar Digital

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Novos SSDs portáteis da SanDisk prometem mais velocidade e segurança

SanDisk Extreme Pro V2′ está entre os drives externos mais rápidos que não possuem a tecnologia Thunderbolt 3; novos SSDs portáteis também ganharam novo sistema de criptografia

SanDisk anunciou ontem (30) dois novos modelos na sua linha de SSDs portáteis ‘Extreme’, o SanDisk Extreme V2 e Extreme Pro V2. Segundo as especificações da empresa, o mais rápido e caro deles, o Extreme Pro V2, tem velocidade superior de 2000 MB/s para leitura e escrita, enquanto a versão regular Extreme tem velocidades de transferência de 1050 MB/s para leitura e 1000 MB/s de escrita. Além disso, eles agora contam com sistema 256-bit AES de encriptação baseado em hardware.

De acordo com a SanDisk, os novos drivers foram projetados com profissionais em mente, para garantir qualidade e durabilidade em qualquer lugar. Ambos possuem uma camada externa de silicone para proteção, certificação IP55 e podem sofrer quedas de até 2 metros de altura, mas somente a versão Pro possui um chassi de alumínio forjado para aumentar a resistência e regular a temperatura.

O SanDisk Extreme Pro é interessante para profissionais que trabalham com grandes arquivos e precisam de uma alta velocidade de transferência aliada a uma maior compatibilidade com os dispositivos do mercado. Créditos: SanDisk/Reprodução

Mais velocidade e segurança

De acordo com testes realizados pelo portal Tom’s Hardware, o SanDisk Extreme Pro V2 surpreendeu por sua velocidade e consistência de desempenho. Seu design e firmware trabalham juntos para não somente controlar o calor muito bem durante um trabalho severo mas também para manter o melhor desempenho possível.

Submetido a diferentes  testes e comparado com outros SSDs, o dispositivo da SanDisk está entre os drives mais rápidos do mercado que não contam com a tecnologia Thunderbolt 3 e, em alguns cenários, pode até superá-los. Por contar com o sistema USB 3.2 Gen 2×2 de 20Gb/s, o novo Extreme Pro é mais rápido que sua versão anterior e ainda leva vantagem em relação aos discos com sistema Thunderbolt 3, pois têm uma compatibilidade com mais dispositivos, o que aumenta sua flexibilidade de uso.

O USB 3.2 Gen 2×2 é uma das novidades do Extreme Pro (a versão regular Extreme ainda usa o USB 3.2 Gen 2, que comporta até 10 Gb/s). Outra atualização é o upgrade para o sistema de criptografia baseado em hardware AES 256-bit. Simples de usar, ele garante que seus arquivos e dados estão seguros mesmo quando você não estiver por perto, além de afetar menos o desempenho do dispositivo.

SanDisk Extreme. Tanto ele quanto o Extreme Pro receberam a criptografia AES 256 bit, mais segura. Créditos: SanDisk/Reprodução

Tudo isso tem um preço. O SanDisk Extreme Pro V2 está sendo vendido inicialmente apenas com capacidade de 2 TB por US$ 499,00, mas a empresa planeja uma versão futura com 1 TB por US$ 300. A versão regular Extreme V2 está disponível com capacidades de 1 TB e 500 GB por US$ 199 e US$ 119, respectivamente, e um modelo com 2 TB está previsto para o próximo ano. Todas as versões contam com 5 anos de garantia. Não há previsão da chegada dos dispositivos ao Brasil.

Fonte:Olhar Digital

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WhatsApp: atualização vai permitir liberar espaço no celular

O site WABetaInfo, especializado em publicar recursos que ainda vão estrear na versão final do WhatsApp, postou sobre um recurso que vai ajudar os usuários do aplicativo a economizar espaço na memória do smartphone, sem que seja necessário excluir arquivos importantes.

Atualmente, as opções para manejar o uso do armazenamento do dispositivo, disponíveis no app, são bastante limitadas. Você pode impedir o download imediato de imagens e vídeos, visualizar o quanto de espaço está sendo ocupado, além de excluir conversas inteiras, incluindo todos os arquivos que foram trocados entre você e o contato (ou em um grupo).

No entanto, essas opções impedem que o usuário libere espaço na memória do smartphone, e continue mantendo arquivos leves, que ele gostaria de guardar.

Novo menu de configurações

O novo recurso para gerenciar o uso da memória do smartphone conta com um menu de configurações renovado, que vai permitir ao usuário encontrar facilmente os maiores arquivos trocados em um determinado chat, que, geralmente, são vídeos logos.

Dessa forma, será possível excluir grandes arquivos, liberando mais espaço no celular, ao mesmo tempo em que imagens e documentos importantes são mantidos. O usuário será capaz de listar arquivos organizando-os pelo tamanho e pela data.

O recurso já está disponível para os usuários cadastrados no programa WhatsApp Beta para iOS e Android. No entanto, o programa não está aceitando novos usuários neste momento, por falta de vagas.

Fonte: TecMundo

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Como usar o ‘LimpaZap’ para apagar arquivos de conversas do WhatsApp

WhatsApp acaba sendo um dos métodos mais práticos para você entrar em contato com seus amigos e empresas pelo celular. Já ao manter conversas com diferentes contatos, com o passar do tempo, não é incomum que você acabe com diversos arquivos armazenados no celular, que o deixam com pouco espaço livre.
Apesar de ter um recurso para fazer a limpeza destes arquivos, nem sempre o WhatsApp acaba ajudando muito nesta tarefa, que pode ser facilitada com a ajuda de um aplicativo da Google Play. A seguir, veja como usar o LimpaZap para apagar arquivos de conversas do WhatsApp.

Importante

O aplicativo LimpaZap não é uma ferramenta oficial do WhatsApp, mas não oferece riscos de banimentos devido a não mudar o funcionamento do aplicativo de mensagens. Ele apenas analisa os arquivos que estão salvos em seu celular para facilitar a sua limpeza e não adiciona nenhum menu ou outra função diretamente no WhatsApp. Além disso, o LimpaZap só possui versão para Android, ou seja, não é possível usá-lo no iOS (sistema do iPhone).

Como usar o LimpaZap para apagar arquivos de conversas do WhatsApp

O processo para usar o LimpaZap é bem simples, mas você precisa conceder algumas permissões necessárias para ele ler seus arquivos. Confira:

1. Acesse a Google Play e realize o download do LimpaZap através deste link;

2. Abra o aplicativo normalmente e conceda a permissão para que ele acesse seus arquivos. Ela é necessária para que o programa funcione;

Reprodução

3. Neste momento, o LimpaZap também pede o acesso aos seus contatos. Entretanto, ele não oferece nenhum filtro para fazer uma limpeza deste tipo e, ao negarmos esta permissão em nossos testes, o funcionamento do programa não foi afetado;

4. Escolha um tipo de arquivo e, ao pressionar e segurar um item, selecione o que deseja apagar;

Reprodução

5. Com os itens já marcados, toque em “Apagar selecionados” e em “Apagar” para efetuar a limpeza.

Reprodução

Pronto! Agora, você já sabe como usar o “LimpaZap” para realizar uma verdadeira limpeza nos seus arquivos enviados e recebidos pelo WhatsApp.

fonte: olhar digital

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iOS 14: o que são as luzes laranja e verde na barra de status do iPhone?

Entre as diversas novidades presentes no iOS 14, muitas pessoas estão se perguntando para que servem as luzes verde e laranja que aparecem na parte superior da tela do iPhone.  A ideia da Apple consiste em mostrar ao usuário quando a câmera e o microfone estão funcionando.

Luz laranja

Quando o ponto laranja aparecer (canto superior direito), significa que o seu iPhone está com a função microfone ativada. Desta forma, será possível saber que algum aplicativo está usando o mic do seu aparelho. Nas versões anteriores, só era possível saber que o dispositivo gravava quando o aplicativo aparecesse em segundo plano.

Luz verde

Quando a luz verde aparecer, significa que o seu aparelho acionou a função câmera ou a câmera e o microfone do iPhone – seja para tirar uma foto, ou para gravar um vídeo. Vale ressaltar que quando esta opção estiver em funcionamento, a luz laranja não aparecerá. 

Com as presenças das luzes laranja e verde, o usuário terá controle do que acontece com o celular e a certeza de qual aplicativo utiliza o microfone e a câmera sem o seu consentimento.

Entre as outras novidades presentes na atualização, o IOS 14 traz uma melhora na tela de aplicativos e iMessage, a inclusão da funcionalidade Picture in Picture e um Aplicativo de tradução de idiomas.

Fonte:TecMundo

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Clonagem de WhatsApp atinge 12 mil brasileiros por dia

Um levantamento feito pelo dfndr lab, laboratório de segurança da PSafe, revelou que aproximadamente 12 mil brasileiros são afetados por dia pelo golpe de clonagem do WhatsApp. A média foi registrada após os especialistas mapearem 337,3 mil casos durante agosto deste ano.

Segundo o relatório da divisão da PSafe, os casos de clonagem de WhatsApp cresceram 90% em relação ao mês de janeiro de 2020. Vale lembrar que esse golpe não é novidade e já vem sendo aplicado desde o ano passado.

O local mais afetado pelos golpes é o estado de São Paulo, lar de 68,5 mil usuários do WhatsApp que sofreram com clonagem do app. O Rio de Janeiro aparece em segundo lugar com 41 mil vítimas, enquanto Minas Gerais sofreu com 28,2 mil fraudes do tipo em agosto.

Como o golpe funciona

O golpe de clonagem do WhatsApp se aproveita da ingenuidade do usuário para conseguir acesso ao aplicativo e informações da vítima. Os golpistas ligam ou enviam mensagens para o usuário com uma história falsa, visando conseguir o código de verificação do aplicativo.

Os criminosos utilizam diversas iscas para fisgar a atenção dos usuários, mas a pandemia tem se tornado um tema cada vez mais comum na aplicação da fraude. “Os golpistas se aproveitam de temas em alta na mídia, como o próprio coronavírus, para criar estratégias e enganar as vítimas”, explica Emilio Simoni, diretor do dfndr lab. 

Outra forma utilizada pelos criminosos para conseguir credenciais é oferecer serviços gratuitos para a vítima. “Os golpistas criam perfis fakes nas redes sociais se passando por estabelecimentos comerciais como lojas, hotéis e restaurantes, convidando para participar de uma suposta promoção ou alegando que ele teria sido contemplado em um sorteio.”

Quando conseguem o acesso ao WhatsApp do usuário, os criminosos se passam pela vítima e pedem dinheiro para os contatos listados nas mensagens recentes. Segundo a PSafe, o golpe também pode ser perigoso para empresas, já que muitos funcionários se comunicam pelo WhatsApp e trocam informações sobre negócios dentro do app.

A principal dica para se proteger da clonagem do WhatsApp é ficar sempre atento para ofertas muito tentadoras, além de evitar o compartilhamento de informações como o código PIN do WhatsApp. Manter a autenticação em duas etapas ativada também garante uma dose de segurança extra durante o uso do app.

Fonte:TecMundo

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Veja como aumentar a privacidade e segurança de seu WhatsApp

Em 2016, o WhatsApp ativou a criptografia de ponta a ponta por padrão para todos os usuários – mais de um bilhão de pessoas. Com isso, o app tornou-se o maior mensageiro criptografado do mundo. Desde então, seu número de usuários já superou os dois bilhões.

Essa mudança radical significa que ninguém no Facebook, dona do WhatsApp, pode ler ou extrair dados das mensagens que você envia. Apenas os dispositivos na conversa são capazes de fazer isso, atuando como pontos finais na configuração de criptografia. Para decodificá-la, ambos os dispositivos devem verificar e trocar códigos de segurança conforme as mensagens são transferidas.

A criptografia usada no app foi originalmente desenvolvida pela Open Whisper Systems, o grupo por trás de um rival do WhatsApp, o Signal. Por mais que as mensagens no WhatsApp sejam criptografadas – e isso inclui chamadas, fotos e vídeos -, ele não é tão privado quanto poderia ser. Na verdade, o Signal é até mais recomendável para quem deseja o máximo de segurança e privacidade possível.

No entanto, a popularidade do WhatsApp é inquestionável, então pode ser difícil convencer seus amigos e familiares a usar um novo app. Então, já que isso pode demorar a acontecer, aqui vão algumas dicas para maximizar a segurança do seu WhatsApp.

Entenda os dados coletados

O WhatsApp pode coletar muito mais informações suas do que você pensa. Muito do que ele coleta é igual a qualquer outro app e está descrito em sua política de privacidade. Porém, o WhatsApp faz parte da família Facebook, e essas informações podem ser combinadas com outros dados que você passa à rede de Mark Zuckerberg – o mesmo acontece com outros apps da empresa, como o Instagram.

Seu número de telefone do WhatsApp, informações do dispositivo (tipo de telefone, sistema operacional e código do país do celular, por exemplo) e alguns dados de uso (quando entrou pela última vez, quando se registrou e com que frequência manda mensagens) são compartilhados com outras empresas do Facebook, e parte disso tem gerado controvérsia. Em maio de 2017, a empresa foi multada em 94 milhões de libras pela União Europeia por combinar números do WhatsApp com dados do Facebook depois de afirmar aos reguladores que não poderia fazer isso facilmente.

Como o Facebook planeja fundir a infraestrutura do Messenger, WhatsApp e mensagens do Instagram, qualquer compartilhamento de dados será examinado detalhadamente no futuro. Porém, vale reforçar que o conteúdo das mensagens não é compartilhado, porque nem mesmo o Facebook pode acessar a criptografia.

A maior parte do que o WhatsApp coleta é formada por metadados, que podem dizer muito sobre o comportamento do usuário. Sua política de privacidade diz que ele coleta informações sobre como você interage com outras pessoas (tempo, frequência e duração de suas interações com outras pessoas), informações de diagnóstico de quando o app trava, recursos de grupo, fotos de perfil, status e quando você está online.

Além disso, ele pode coletar dados sobre o nível de bateria do aparelho, intensidade do sinal e operadora móvel. Cookies rastreiam sua atividade na área de trabalho e nas versões web do aplicativo, além de captar também dados de localização.

Desligue backups em nuvem

O app permite que você faça backup de suas conversas e dados como uma forma de facilitar a transição para outro celular – embora isso não funcione se você trocar um iOS por um Android. Esses dados são armazenados no Google Drive ou no iCloud.

Se a opção de backup estiver desativada, o WhatsApp lembrará você de tempos em tempos para fazer um. Mas talvez você não queira isso. Ao contrário das mensagens em seu aparelho, as mensagens na nuvem não estão criptografadas corretamente. Ou seja, um invasor pode acessá-las facilmente, ou por uma ordem judicial, por exemplo, a Apple ou o Google devem revelar as mensagens salvas.

Backups não criptografados têm sido um problema há anos, inclusive reconhecido pela empresa. Alguns rumores indicam que o WhatsApp está testando backups protegidos com senha, mas nada oficial foi divulgado até o momento.

Autenticação de dois fatores

Ativar a autenticação de dois fatores é uma boa pedida para manter suas informações confidenciais. Esse método adiciona uma etapa extra quando você faz um login. Na maioria dos casos, isso é um código de segurança gerado por um app, um código enviado por SMS ou uma chave de segurança física, sendo esta última a mais segura de todas.

No caso do WhatsApp, porém, isso é feito com um PIN. Caso contrário, você teria que digitar um código toda vez que abrir o app, algo impraticável. Quando ativado, o sistema pedirá regularmente o PIN de seis dígitos para acessar o aplicativo. Acontece que essa frequência não é muito bem definida, fazendo com que essa não seja exatamente uma barreira contra invasões.

Esconda suas informações pessoais

Existem diversos spams e ataques de engenharia social para roubar dados pessoais pelo WhatsApp. A cada semana, um novo golpe se espalha entre os usuários. Existem formas de limitar o acesso de pessoas desconhecidas à sua conta.

Dentro do menu configurações, na seção Conta e Privacidade, você encontra essas opções. Elas vão desde as mais simples, como desativar a confirmação de leitura (os dois traços azuis ao lado da mensagem), até as mais eficazes, como impedir que te adicionem a grupos.

Na configuração Grupos, há a opção de limitar quem pode adicionar você a grupos. O padrão é “todos”, mas isso pode ser alterado para todos os seus contatos, exceto algumas pessoas selecionadas. Essa limitação não impede que você acesse grupos de pessoas de fora dos seus contatos. Em vez disso, as pessoas podem pedir por uma mensagem separada.

Outros recursos que você pode desativar é a visualização de sua foto de perfil, a seção Sobre, e sua última visualização. Nas configurações de privacidade, é possível verificar se você está compartilhando sua localização com alguém.

Se sua ideia é a privacidade máxima, também pode considerar quais informações você mostra na tela de seu telefone. Notificações de novas mensagens podem incluir a mensagem inteira ou apenas uma parte. Mensagens completas podem ser facilmente lidas por alguém que pegar seu celular. Para alterar isso, você deve as configurações do Android ou iOS nas opções de notificações, e restringir as visualizações.

Trocar de aplicativo

Fazer tudo isso dá trabalho. É uma lista longa de preocupações, então talvez seja mais fácil simplesmente usar outro app. A mudança é grande, mas pode ser benéfica. Conforme dito anteriormente, o Signal é uma boa opção para quem procura por privacidade e segurança. O app pode ser bloqueado e liberado apenas com impressão digital ou reconhecimento facial, as mensagens podem desaparecer depois de algum tempo e é possível borrar os rostos das pessoas em vídeos e fotos. Você pode conhecer mais sobre o Signal em seu site oficial.

Fonte:OlharDigital

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Windows 10: atualização corrige bug que desfragmentava SSD a cada boot

Microsoft corrigiu um bug que afetou uma função bastante específica do Windows 10: uma ferramenta de otimização de drives que realizava a desfragmentação de unidades SSD com uma frequência não recomendada.

A correção foi enviada a partir da nova versão KB4571756 (também conhecida como build 19041.508) do sistema operacional, que começou a ser enviada para os usuários em 3 de setembro.

Em resumo, o sistema de otimização de armazenamento do Windows 10 não estava identificando a data da última operação de desfragmentação e, por isso, reiniciava a tarefa quase toda vez que o dispositivo era religado — o que pode ser uma ou até várias vezes ao dia dependendo dos seus hábitos de uso. 

Fazer essa operação com tanta frequência não é recomendado e pode prejudicar a vida útil do componente. Normalmente, o processo de otimização automática ocorre uma vez ao mês. 

Segundo o Windows Latest, o problema foi identificado pela primeira vez em janeiro de 2020 por usuários do Windows Insiders e já tinha passado por uma correção, que não se mostrou totalmente eficiente. Você pode conferir os detalhes da atualização no site de suporte da Microsoft.

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Novo carregador sem fio da Samsung aceita três aparelhos de uma vez

Samsung apresentou nesta terça-feira (1º) uma série de novos produtos como parte do evento “Life Unstoppable”, incluindo um monitor, uma geladeira e uma secadora de roupas inteligente.

Porém, um dos maiores destaques da conferência virtual foi um acessório de menor porte:  o Wireless Charging Trio, um carregador sem fio que é capaz de fornecer energia a três dispositivos ao mesmo tempo.

Como o próprio nome sugere, ele é uma evolução natural do Wireless Charge Duo, que tem a capacidade máxima de dois aparelhos por vez — a imagem de divulgação mostra um relógio (Galaxu Watch 3), a caixa de fones de ouvido do Galaxy Buds Live e um celular (Galaxy Note 20 Ultra) posicionados na superfície ao mesmo tempo.

Como a plataforma utilizada pela Samsung para a recarga é a tecnologia Qi, dispositivos de outras marcas também podem ser utilizados. 

O Wireless Charger Trio ainda não tem data de lançamento, mas o site Sam Mobile informa que ele chega ainda em 2020 e deve custar €99 na Europa — cerca de R$ 630 em conversão direta de moeda.

Fonte:TecMundo

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Atualização do Windows 10 causa problemas em notebooks Lenovo

Uma atualização do Windows 10 está causando problemas para os proprietários de notebooks Lenovo Thinkpad produzidos entre 2019 e 2020, como o Thinkpad X1 Carbon (modelos 20R1 e 20R2).

A atualização KB4566782, parte da “Patch Tuesday” de 11 de agosto, causa tela azul nos aparelhos e impede o uso da webcam para autenticação biométrica com o sistema Windows Hello. Além disso, podem surgir erros no gerenciador de dispositivos relacionados à Intel Management Engine e à câmera infravermelha dos aparelhos.

As telas azuis (BSOD, Blue Screen of Death ou “tela azul da morte”) podem ocorrer ao ligar o notebook, ao rodar o software Lenovo Vantage ou ao fazer uma varredura do sistema com o Windows Defender. A mensagem de erro na tela azul é SYSTEM_THREAD_EXCEPTION_NOT_HANDLED.

Segundo a Lenovo, o problema ocorre porque opção Windows Biometric Security no menu Security / Virtualization na Bios das máquinas foi ativada pelo usuário. Desativá-la impede que os problemas ocorram.

O site Windows Latest informa que, segundo a Lenovo, “o Windows ainda não implementa o software para esta opção da Bios, então ela não serve a nenhum propósito e pode ser desativada com segurança”.

Atualizar ainda é importante

Apesar de tudo, manter o sistema atualizado é importante. O pacote de atualizações da última Patch Tuesday corrige duas falhas críticas do Windows, ambas sendo ativamente exploradas por hackers.

A primeira delas foi chamada de CVE-2020-1380, e é relacionada a corrupção de memória no componente responsável pela execução de código JavaScript no Internet Explorer. Ela permite que um agressor execute código no contexto do usuário atual. Ou seja, se ele estiver logado no sistema como administrador, o código também será executado com privilégios de administrador.

Segundo a Kaspersky, que descobriu a falha, a CVE-2020-1380 está sendo explorada em um ataque chamado de “Operation Powerfall“, que foi detectado visando uma empresa na Coreia do Sul.

A segunda vulnerabilidade, chamada CVE-2020-1464, lida como a forma como o Windows valida as assinaturas de um arquivo, e permite que agressores ultrapassem medidas de segurança projetadas para impedir o carregamento de arquivos com assinatura incorreta.

Segundo a Microsoft esta falha está sendo ativamente explorada, e afeta múltiplas versões do Windows, incluindo o Windows Server 2008, 2008 R2, 2012, 2012 R2, 2016 e 2019, entre outras, além de várias versões do Windows 7, 8.1 e 10.

Fonte:OlharDigital