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Dell lança novos computadores Latitude e Precision no Brasil

Os novos notebooks e desktops corporativos de alta performance da Dell foram lançados no Brasil nessa terça-feira (16). São 15 modelos no total, distribuídos entre as linhas Latitude e Precision, que trazem recursos com inteligência artificial integrada, possibilitando maior duração da bateria nos laptops e outras melhorias.

Na linha Latitude, são sete modelos com telas entre 13 e 15 polegadas, equipados com processadores Intel da 10ª geração, suporte ao WiFi 6Windows 10 Pro e design em alumínio escovado. Um dos destaques é o notebook Latitute 9510, que tem bateria com duração de 34 horas, segundo a Dell.

Configurável como um notebook 2 em 1, o Latitude 7410 também se destaca. Ele traz um painel de baixa emissão de luz azul 4K, oferecendo mais conforto visual, além de contar com sistema de reconhecimento facial biométrico para maior segurança.

Já as workstations Precision são voltadas para cargas extremas de trabalho, incluindo placas gráficas profissionais da NVIDIA, memória RAM ECC, chips Intel de última geração e telas de alta definição, características que propiciam grande processamento gráfico, análise de dados e criação em 3D, atendendo aos profissionais de diferentes áreas.

Preços

Os novos notebooks e desktops corporativos da Dell já estão à venda. Confira os preços:

  • Latitude 3410: a partir de R$ 4.999
  • Latitude 5410: a partir de R$ 7.399
  • Latitude 5310: a partir de R$ 8.999
  • Latitude 7410: a partir de R$ 10.199
  • Latitude 7310: a partir de R$ 11.999
  • Latitude 9410: a partir de R$ 17.399
  • Latitude 9510: a partir de R$ 17.999
  • Precision 3440: a partir de R$ 8.949
  • Precision 3640 Tower: a partir de R$ 9.999
  • Precision 3550: R$ 12.499
  • Precision 3551: a partir de R$14.599
  • Precision 7550: a partir de R$ 21.599
  • Precision 5550: a partir de R$ 22.899
  • Precision 7750: a partir de R$ 23.599
  • Precision 5750: a partir de R$ 26.699

Fonte:Tecmundo

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Android 11: o que é ‘Scoped Storage’ e por que se tornou obrigatório

Google voltou atrás e resolveu tornar o Scoped Storage ou “armazenamento com escopo” um recurso obrigatório no Android 10 e versões posteriores. Sendo assim, todos os novos apps lançados para esses sistemas deverão obedecer à essa regra já a partir do dia 1º de agosto deste ano. Os apps existentes passarão a obedecer ao padrão por meio das atualizações, a partir do dia 1º de novembro.

O que é o armazenamento com escopo?

Houve uma época do Android em que os apps acessavam arquivos e pastas da mesma forma como é feito nos sistemas para desktop. Ao instalar um app, o usuário dava as permissões de acesso para as áreas externas ao sistema operacional, que é a área do armazenamento onde são salvos todos os arquivos pessoais, como fotos, músicas, vídeos e outros documentos. Nessa época, qualquer app acessava qualquer arquivo ou pasta criados por outros apps.

A partir do Android 4.4 KitKat, a Google começou a fazer restrições nesse tipo de acesso. Isso levou a companhia a implementar o Storage Access Framework ((SAF) estrutura de acesso ao armazenamento) no Android 5.1 Lollipop, que mudou a forma como os apps acessavam arquivos em pastas de terceiros.

Apesar de lento e não muito querido entre os desenvolvedores, o SAF serviu bem ao propósito para que foi criado. De qualquer forma, permaneceu opcional até os dias de hoje.

No armazenamento com escopo (ou por escopo), a Google tornou as regras de acesso mais restritivas e seguras, porém, mais simples. Agora, além da pasta restrita, que contém arquivos para o funcionamento do aplicativo (pasta de instalação), cada app possui sua pasta voltada para os arquivos que são gerados pelo usuário. Como exemplo, podemos citar um app para gravar áudio: ele precisará criar uma pasta onde os arquivos serão salvos.

Quando os apps forem executados pela primeira vez, o usuário não precisará dar acesso de leitura e gravação para as pastas de arquivos que foram criadas por eles. No entanto, cada app só terá acesso à sua própria pasta, não interferindo nas pastas de outros aplicativos, o que aumenta significativamente a segurança geral do dispositivo.

E se o app precisar acessar outras pastas?

Usando o armazenamento com escopo, se o app precisar acessar outras pastas de arquivos que não foram criadas por eles, eles terão que recorrer às APIs do SAF, como já é feito desde o Lollipop. A diferença é que, agora, o SAF será obrigatório e não mais opcional. É o caso de players de música, por exemplo, que podem solicitar acesso para ler e escrever na pasta padrão de músicas do Android.

Essa abordagem assegura a segurança do sistema, sem que apps semelhantes precisem criar pastas separadas, o que duplicaria arquivos, impactando no desempenho dos smartphones. Essas regras também certificam que apps criados para uma determinada finalidade não acessem pastas indevidas: um editor de vídeos não pode acessar uma pasta padrão do Android destinada a músicas, e vice-versa.

Recurso será padrão no Android 11

O armazenamento com escopo surgiu no Android 10, mas não era obrigatório, já que foi recebido com desânimo pelos desenvolvedores.

Mais recentemente, a Google mudou os contratos da Play Store e o recurso passará a ser imposto no Android 10, assim como já será um padrão no Android 11.

Fonte:Tecmundo

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Android 11 impede que apps usem câmera e microfone sem você saber

O novo Android 11, que ainda está em fase Beta e prévia para desenvolvedores, tem recebido uma série de novidades. Os menus de compartilhamento foram melhorados, bem como ganharam controles rápidos, mas o principal destaque é em relação à segurança e privacidade dos usuários, que foram expandidas na nova versão novo sistema.

Ainda no Android 10, a Google já tinha aumentado as possibilidades de permissões que podem ser concedidas aos aplicativos. Assim, usuários conseguem escolher se um aplicativo pode consultar a localização o tempo todo, somente durante o uso dele ou uma única vez.

Instagram, que é um dos aplicativos mais populares do mundo, solicita essas permissões para ativar todas as suas funcionalidades:

  • Wi-Fi;
  • SMS;
  • telefone e contatos;
  • fotos, mídias, arquivos e armazenamento;
  • câmera;
  • microfone;
  • localização e outros.

No caso do Android 11, a Google expande essa opção para câmera e microfone. Assim, o usuário consegue selecionar quais aplicativos poderão acessar os componentes e como e quando fazer isso.

A medida, que vem para dar mais garantias de privacidade, também pode ser usada como arma contra malwares. Especificamente em casos de spywares, em que o usuário pode ter localização, áudio e vídeo monitorados sem que saiba, a atualização do Android promete tornar os dispositivos mais seguros.

Na prática, existem usuários que colam fita preta ou usam acessórios para cobrir a câmera e o microfone de notebooks e outros gadgets. Em alguns casos, como nos MacBooks e no iPad Pro 2020, há uma trava que impede o uso dos componentes quando os dispositivos não estão em atividade.

Fonte:Tecmundo

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iPhone 11 apresenta ‘bug da tela verde’ após atualização do iOS

As últimas versões do iOS podem estar gerando um bug de “tela verde” nos aparelhos iPhone 1111 Pro e 11 Pro Max. De acordo com o MacRumors, donos desses aparelhos têm usado o fórum do próprio site e também do Reddit, para reportar que o problema tem acontecido desde a versão 13.4.1 do iOS.

Não está muito claro como o bug acontece, mas parece que a tela do dispositivo mostra uma cor esverdeada logo após o usuário desbloquear a tela. O bug ainda poderia ocorrer em três situações: com o dark mode ou o night shift ativado, ou também quando o aparelho está configurado com o brilho da tela no mínimo.

A princípio, achava-se que o bug só estava afetando a série 11 do iPhone, em conjunto com o iOS nas versões 13.4.1, 13.5 e 13.5.1. Contudo, alguns usuários do iPhone X também reclamaram do mesmo problema, o que nos faz supor que o problema tenha relação com a tela OLED (apenas uma suposição).

Um usuário postou que o bug acontece em 25% das vezes que ele desbloqueia a tela de seu iPhone 11 Pro: a tela fica esverdeada por uns três segundos e depois volta ao normal. Alguns usuários conseguiram resolver o problema reiniciando seus telefones, mas essa solução não funcionou com todo mundo.

Algo que também não ficou claro, é se o problema teria relação somente com software, ou se o hardware teria alguma influência.

No momento, o iOS 13.5.5 está em fase de testes e deve ser liberado para os usuários em breve. Ainda assim, não sabemos se a Apple está ciente desse bug e, portanto, não podemos afirmar que ele será corrigido com a próxima atualização do sistema.

Fonte:Tecmundo

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Apple está prestes a trocar Intel por ‘chips de celular’ nos Macs

Apple finalmente vai anunciar a substituição de processadores da Intel por chips próprios feitos com base em tecnologia licenciada pela ARM, comumente usada em iPhones , iPads e smartphones de outras marcas. A revelação, segundo “fontes ligadas ao assunto” consultadas pela Bloomberg, deve acontecer ainda no fim deste mês.

O palco mais provável é a WWDC 2020, conferência anual da Maçã para desenvolvedores, que será totalmente digital neste ano por causa da pandemia do novo coronavírus. O evento começa em 22 de junho e deve trazer novidades também sobre os sistemas operacionais da companhia.

O primeiro Mac com processador baseado em ARM chegaria apenas em 2021, tendo o macOS ainda como o sistema operacional e uma base no A14, chip utilizado na próxima geração do iPhone. Ao menos três variações estariam em desenvolvimento ao mesmo tempo.

Parceria histórica

O rumor já data de 2018, mas foi novamente citado em fevereiro do ano passado, reforçado meses depois com a contratação de um projetista da ARM. A mudança faz parte da estratégia da empresa de ter um controle maior sobre os componentes, para não depender de compatibilidade e desempenho de terceiros.

A substituição seria uma vontade da companhia e também o resultado de testes internos, que mostram um desempenho melhorado e mais eficiência em consumo de energia em relação aos processadores da Intel. Apple e Intel são parceiras desde 2005, quando a companhia abandonou a linha de chips PowerPC.

Fonte:Tecmundo

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Samsung lança novos Galaxy A11 e A21s no Brasil

Os aparelhos fazem parte dos lançamentos da linha A 2020 planejada pela empresa

Nesta segunda-feira (8), a Samsung lança oficialmente no Brasil os novos integrantes da linha Galaxy A: o A11 e A21s. Os aparelhos, considerados intermediários, chegam ao país com a proposta de disponibilizar opções para o consumidor brasileiro que, segundo a própria empresa, possui “perfis variados”.

Os aparelhos fazem parte dos lançamentos da linha A 2020 planejada pela empresa

Nesta segunda-feira (8), a Samsung lança oficialmente no Brasil os novos integrantes da linha Galaxy A: o A11 e A21s. Os aparelhos, considerados intermediários, chegam ao país com a proposta de disponibilizar opções para o consumidor brasileiro que, segundo a própria empresa, possui “perfis variados”.

Configurações 

O Galaxy A11 possui tela de 6,4 polegadas, enquanto o A21s foi equipado com um display ligeiramente maior, de 6,5 polegadas. Nos dois casos, o display infinito está presente. Ao contrário de alguns lançamentos anteriores, o sensor de impressão digital fica localizado na parte traseira do aparelho. Além disso, há a presença de um sistema de reconhecimento facial. 

Os aparelhos possuem mais de uma câmera traseira, mas se diferem na qualidade dos sensores. O Galaxy A11 possui uma lente principal de 13 MP, sensor ultra-wide de 5 MP e um sensor ToF de 2 MP. A câmera frontal do modelo é de 8 MP.

O Galaxy A21s é mais robusto e apresenta uma câmera principal de 48 MP. Os sensores seguintes se dividem em ultra-wide com 8 MP, macro de 2 MP e ToF de 2 MP. Neste caso, a câmera frontal presente é de 13 MP. 

O processador Snapdragon 450 é responsável por alimentar o Galaxy A11, que também possui 3 GB de RAM e 64 GB de armazenamento interno com possibilidade de expansão via cartão microSD. A bateria presente é de 4.000 mAh com suporte ao carregamento rápido de 15 W.

O Galaxy A21s sai de fábrica com Exynos 850, 4 GB de RAM e 64 GB de armazenamento interno também com possibilidade de expansão. A bateria do modelo é um pouco maior, com 5.000 mAh e suporte a carregamento rápido de 15W. 

Fonte:OlharDigital

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Safari no iOS 14 pode ter tradutor embutido e suporte ao Apple Pencil

Recursos foram descobertos em versão vazada do sistema operacional

Apple pretende adicionar ao Safari uma ferramenta de tradução de idiomas embutido e suporte completo ao Apple Pencil no iOS 14 e no iPadOS 14, segundo detalhes encontrados pelo 9to5Mac em uma versão vazada do sistema operacional.

O recurso de tradução embutido permitiria que usuários traduzissem páginas da web sem o uso de aplicativos ou serviços de terceiros. Caso esse recurso realmente chegue ao iOS 14, provavelmente veremos a ferramenta também na nova versão do macOS.

O código sugere que a opção de tradução estará disponível para cada site visitado, mas será possível ativar uma ferramenta de tradução automática similar ao que vemos no Google Chrome. A Apple parece estar testando o recurso de tradução para outros aplicativos também, como a App Store, permitindo ler os comentários da loja feitos em outros idiomas.

Todas as traduções da Apple são fornecidas pelo Neural Engine e funcionam com ou sem uma conexão com a internet.

Além disso, a empresa planeja adicionar suporte total ao Apple Pencil nos sites, o que permitiria que a caneta fosse usada para marcar e desenhar no Safari. Porém, esse seria um recurso restrito ao iPadOS 14, porque o Apple Pencil não é compatível com o iPhone.

MacRumors descobriu alguns novos recursos do PencilKit no início deste ano que permitirão aos usuários escrever à mão em qualquer campo de texto usando o Apple Pencil. O texto manuscrito em seguida seria convertido em texto padrão.

Ao que tudo indica, a Apple ainda está trabalhando em um tipo de “preenchimento mágico”. Com ele, os usuários poderão desenhar uma forma geral em um aplicativo, que será preenchida na sequência pelo sistema operacional.

A versão do iOS 14 que vazou e está circulando pela internet é uma versão inicial do software. Ainda não está claro se a Apple mudou seus planos de desenvolvimento ou se alguns recursos podem ser adiados devido à crise global de saúde causada pelo novo coronavírus.

De qualquer forma, logo saberemos com certeza. O evento virtual WWDC da Apple está agendado para o dia 22 de junho, nele a empresa contará mais sobre o iOS 14.

Fonte:OlharDigital

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Bug no sistema de login da Apple permitia invasão de contas

Pesquisador de segurança descobriu como manipular a comunicação com servidores da Apple para gerar tokens de autenticação válidos para qualquer Apple ID, mesmo sem saber a senha

O pesquisador de segurança Bhavuk Jain descobriu um bug “zero day” (ou seja, explorável sem que haja uma correção disponível) que permitia que hackers tomassem o controle de contas em serviços que usam o sistema de login da Apple.

Sign in With Apple (Login com o Apple ID, em português) permite que usuários usem seu Apple ID para fazer login em sites e apps, evitando ter de criar uma conta para cada novo serviço. É similar às opções de login com o Facebook ou Google encontradas em muitos lugares, mas segundo a Apple foi projetado de forma a garantir a privacidade do usuário, evitando o compartilhamento de dados com os operadores dos sites ou desenvolvedores dos apps.

Segundo Jain, o bug era consequência da forma como o sistema da Apple produzia os tokens, identificadores que informam a um app ou site se a tentativa de login é válida, ou não. Ele descobriu uma forma de manipular a comunicação com os servidores da Apple e gerar um token válido para qualquer Apple ID, mesmo sem saber a senha.

Se o app confiasse apenas na resposta dos servidores da Apple, sem nenhuma outra forma de validação da tentativa de login, um malfeitor poderia conseguir acesso à conta e controle total sobre ela. A falha foi considerada crítica, já que poderia afetar qualquer app ou serviço que usa o sistema de login da Apple, como o Dropbox, Spotify, Airbnb, Giphy e muitos outros.

Pela descoberta, Jain recebeu uma recompensa de US$ 100 mil pelo Apple Security Bounty Program, que incentiva pesquisadores a encontrar e relatar à empresa falhas de segurança em seus produtos. A falha já foi corrigida pela Apple.

Fonte:Olhardigital

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Apple lança atualização do iOS 13.5 ‘recomendada para todos’; veja o que muda

Empresa lançou uma atualização emergencial para solucionar falha que permitia o jailbreak de iPhones

Apple liberou nesta segunda-feira (1º) uma nova atualização para o iOS. A versão, com numeração 13.5.1, tem como objetivo fechar uma vulnerabilidade no sistema operacional que permitia o jailbreak de iPhones.

A Apple não dá muitos detalhes aos usuários sobre o motivo do update, afirmando apenas que se trata de um pacote que “oferece atualizações de segurança e é recomendado para todos os usuários”, como percebe o site The Verge. No entanto, na página de suporte há mais detalhes, apontando que a versão soluciona uma falha que permite “executar código arbitrário com privilégios de kernel”, o que, na prática, permite tomar controle total sobre o celular.

O jailbreak é um processo legítimo para que um usuário possa obter mais controle sobre o seu celular. No entanto, ainda se trata de uma vulnerabilidade grave no sistema operacional que também pode ser aproveitada para fins indevidos pelo cibercrime.

Chamado de Unc0ver, o jailbreak se destacava das demais por poder ser explorada até mesmo na versão mais recente do iOS, o que não é comum. Na maior parte dos casos, essas brechas são descobertas e exploradas em versões mais antigas, que normalmente já não estão mais ativas, reduzindo consideravelmente sua eficácia.

Então, se você é como a maioria do público e se preocupa com a segurança do seu celular e não liga para jailbreak, vale a pena instalar a nova atualização. No entanto, para o público jailbreaker, que quer rodar apps que não podem ser distribuídos pela App Store, a alternativa é evitar o iOS 13.5.1.

Fonte:OlharDigital

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Samsung lança novo Galaxy Book S com CPU Intel Lakefield

A Samsung revelou uma nova edição do Galaxy Book S, notebook lançado no ano passado com chip Qualcomm Snapdragon 8cx. A versão extra do produto é a primeira do mundo com processador Intel Lakefield, que aposta em design compacto, mas sem deixar de lado o desempenho.

O dispositivo mantém o visual ultrafino graças ao uso da tecnologia Intel Hybrid, que utiliza uma CPU customizada para garantir poder e visual compacto ao laptop. O modelo de processador utilizado no Galaxy Book S é o Intel Core i5-L16G7, que possui placa de vídeo integrada Intel UHD Graphics.

Segundo explica a Intel, a tecnologia de processador híbrido conta com diferentes arquiteturas de CPU em um mesmo chip. Além disso, o componente utilizado no Galaxy Book S e feito com a tecnologia de empilhamento 3D Foveros, que organiza o hardware em uma placa menor que uma caneta.

A combinação garante ao produto um visual fino e baixo consumo de bateria, além de performance para aguentar programas mais robustos do Windows 10. Segundo a fabricante, o laptop pesa apenas 950 gramas e tem espessura de 11,8 mm.

Conexão Wi-Fi 6 e LTE

Seguindo os passos da versão original do produto, o novo Galaxy Book S se destaca pelas opções de conectividade. O notebook vem com o novo padrão de rede sem fio Wi-Fi 6 e também suporte para conexão móvel LTE, que garante experiência “always-on” ao dispositivo.

O Galaxy Book S conta com tela sensível ao toque de 13,3 polegadas com resolução Full HD e webcam de 1 MP. O hardware também inclui 8 GB de memória RAM LPDDR4x e armazenamento eUFS de 256 GB ou 512 GB, com suporte para expansão via MicroSD de até 1 TB.

O computador da Samsung vem com leitor de digitais e suporte para autenticação com Windows Hello. O produto também possui duas portas USB-C, uma conexão de áudio e entrada para cartão de memória. A reprodução de som fica por conta de alto-falantes AKG com tecnologia Dolby Atmos.

Preço e disponibilidade

A Samsung começará a vender o Galaxy Book S com processador Intel no Reino Unido em 12 de junho, mas a data de lançamento global do produto ainda não foi revelada. Os preços do dispositivo com LTE e Wi-Fi 6 começam em £ 999, cerca de R$ 6.664 em conversão direta para a nossa moeda.

Fonte:tecmundo