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O comércio imersivo é uma tendência que veio para ficar

Realidade Aumentada está revolucionando as compras online e transformando-as em uma experiência imersiva. E você sabe qual é a melhor parte? Você já tem tudo o que precisa na palma da sua mão, usando apenas a câmera do seu smartphone.

Um estudo recente do Snapchat revela que a Geração Z está na vanguarda desse salto tecnológico, em busca de recomendações interativas e personalizadas. A tendência já foi adotada por marcas no Brasil como Magazine Luiza, Adidas, L’oreal, Estee Lauder, Renner, Calzedonia e Jacob & Co. O relatório do Snapchat “Geração Z em 2022: Cultura, Comércio e Conversas no Brasil” mostra que existem alguns aspectos-chave que explicam o boom das compras de realidade aumentada.

Neste contexto, são tidos em conta quatro aspectos que apontam para esta tendência que se tem revelado uma grande oportunidade para melhorar a experiência do cliente, permitindo-lhe interagir com os artigos antes de os comprar.

  1. Uma tendência global para as novas gerações

As medidas de distanciamento social durante a pandemia aceleraram o crescimento do e-commerce, e a falta de acesso aos produtos nas lojas físicas levou as marcas a implementarem soluções tecnológicas, como experiências de camarins virtuais usando realidade aumentada. Hoje, seu alcance é impressionante: mais de 100 milhões de pessoas em todo o mundo fazem compras usando realidade aumentada, segundo dados da Deloitte.

Na vanguarda da adoção de realidade aumentada está a geração Z, nativos digitais que nasceram e cresceram com a tecnologia em mãos e conectados à internet. O estudo do Snapchat no Brasil mostra que 93% estão interessados em usar a realidade aumentada para suas compras. Isso sugere que há amplas oportunidades para o comércio de realidade aumentada crescer no Brasil nos próximos anos.

  1. Não apenas lentes ou filtros AR, mas experiências interativas e imersivas

A realidade aumentada permite que as marcas ofereçam experiências de compra online nunca antes vistas e essa tecnologia coloca o consumidor de volta no centro da experiência de compra. Qualquer pessoa com acesso a um smartphone pode interagir, experimentar, aprender e até comprar produtos usando uma lente de realidade aumentada. De fato, 90% dos GenZs brasileiros estão interessados em usar lentes de realidade aumentada para experimentar maquiagem ou roupas por meio de seus smartphones.

Um dos exemplos de maior sucesso recentemente foi Christian Dior lançando seus novos modelos de tênis B27 e permitindo que Snapchatters os experimentassem a partir de suas câmeras de celular usando realidade aumentada. Essa lente gerou 2,3 milhões de visualizações orgânicas, impulsionando as vendas do site da Dior.

  1. Crie uma conexão direta entre a marca e seu público

Mas não se trata apenas de vendas; não há limite para o que a realidade aumentada pode fazer. Desenvolvedores e marcas estão cada vez mais criativos para interagir com seus públicos de forma única, inspiradora e divertida.

A realidade aumentada tem o poder de melhorar o ambiente ao nosso redor e mudar a maneira como o experimentamos. O que estamos vendo é que o que começou como uma maneira divertida e rápida de se comunicar e compartilhar se tornou uma das ferramentas mais inovadoras que as marcas têm à sua disposição hoje para se conectar com seus públicos. É um novo mercado para os negócios e as empresas que o vivenciam estão na vanguarda.

A capacidade de criar conexões é uma qualidade altamente valorizada pelos consumidores modernos. 65% dos entrevistados do estudo no Brasil dizem que usar lentes ou filtros de realidade aumentada permite que eles se sintam mais conectados às marcas.

  1. Uma experiência de compra personalizada

Uma das aplicações mais surpreendentes da realidade aumentada no comércio vem das marcas de maquiagem. Existe uma experiência de compra mais personalizada do que experimentar o batom usando o telefone no modo selfie? Esse uso de realidade aumentada já está sendo adotado por marcas como MAC, Kaja e Dior.

Um traço característico entre os jovens da Geração Z é que eles não têm medo de mudanças e estão dispostos a experimentar, alterar suas tradições e modificar aspectos de sua aparência. Eles são 2,6 vezes mais propensos a comprar de marcas que oferecem experiências de compra imersivas (por exemplo, usando AR) e 1,4 vezes mais propensos do que Millennials e Geração X a usar realidade aumentada em aplicativos sociais para ajudá-los a comprar.

Isso ocorre porque as experiências de realidade aumentada parecem mais pessoais. Em outras palavras, um “provador” virtual de um produto pode deixar os consumidores confiantes o suficiente para comprá-lo.

Um exemplo de alta interação foi a “pop-up store” da American Eagle, que digitalizou várias peças de seu catálogo, criando literalmente uma loja online que gerou US$ 2 milhões em vendas. Os dados do Snapchat revelam o alcance real das marcas hoje: o uso de lentes de realidade aumentada em seu aplicativo continua a aumentar, com mais de 6 bilhões de interações diárias e 200 milhões de Snapchatters em todo o mundo.

Fonte: Olhar Digital

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USP fecha parceria para oferecer ambiente virtual no metaverso

Universidade de São Paulo (USP) anunciou uma parceria internacional com a United States of Mars (USM), anteriormente conhecida como Radio Caca (RACA), com o intuito de criar um espaço no metaverso, onde professores e alunos poderão se reunir em um ambiente de aprendizado que oferece diversas possibilidades.

A instituição educacional recebeu um NFT pela primeira vez ao fechar a parceria — o token é referente a uma terra digital no metaverso da USM. Assim, a USP vai criar um espaço virtual para ser acessado em realidade virtual, aumentada ou mista, com diferentes opções para a interação entre alunos, professores, pesquisadores e visitantes.

O intuito da USM é realizar parcerias com outras universidades ao redor do mundo para oferecer um metaverso com diferentes áreas e temas, como pesquisas em modelagem 3D em um ambiente imersivo, pesquisas nas áreas de educação, psicologia e tecnologia, entre outras opções.

A USP pode ser considerada a primeira universidade pública brasileira no metaverso

A USP pode ser considerada a primeira universidade pública brasileira no metaversoFonte:  Shutterstock 

Metaverso da USP

“A parceria se dará inicialmente em colaboração com pesquisadores de convênio já firmado, o University Blockchain Research Initiative (UBRI), que é patrocinado pela empresa Ripple e deve envolver também outros pesquisadores da universidade em iniciativas específicas explorando a plataforma”, foi revelado em comunicado.

É importante destacar que a USP é a primeira universidade da América Latina a fechar a parceria com a United States of Mars. O metaverso do USM é um ambiente virtual em que universidades e criadores de conteúdo de diferentes áreas podem construir aplicações com todo o potencial da Web 3.0.

Fonte: TecMundo

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Google: nova aquisição sugere interesse em realidade aumentada

Googleadquiriu recentemente empresa especializada na fabricação de microLED com foco em realidade aumentada (AR). O movimento é um indicativo que a empresa ainda tem interesse no segmento, mesmo com o fracasso do Google Glass. Até o momento, a empresa não divulgou o valor da negociação, mas a última avaliação aponta que a companhia em questão, a Raxium, possui valor de mercado acima de US$ 1 bilhão.

Quando o Google Glass foi apresentado, os dispositivos vestíveis, de maneira geral, ainda não eram uma realidade, e a própria tecnologia necessária para viabilizar óculos inteligentes era bem limitada. Como as versões de avaliação do produto apresentaram muitos problemas em ambientes reais de uso, principalmente de aquecimento, a versão comercial do produto foi descontinuada.

Cada vez mais empresas utilizam produtos com elementos de AR para engajar o consumidor, e o atual movimento de criar ecossistemas digitais que de alguma forma se integrem com o real cria demanda para novas soluções. Além da aplicação de microLEDs em headsets e óculos VR/AR, a tecnologia também é utilizada em vidros e painéis inteligentes.

Possibilidades para o metaverso

Realidade aumentada é uma das possibilidades mais evidentes para o futuro do metaversoFonte:  Raxium 

A compra da Raxium pode representar uma nova investida do Google no segmento de realidade aumentada, mas em um movimento em direção ao metaverso. O primeiro projeto do Google Glass, apesar de parecer muito interessante, não tinha muito proposito além de uma experiência diferente. Já hoje, as aplicações dessa tecnologia são condizentes com demandas que estão cada vez mais próximas de serem reais.

Fonte: TecMundo