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Navegador Tor: conheça o software e veja como usá-lo

Se você está procurando um novo browser para navegar de forma mais segura e manter seu histórico de navegação desconhecido, talvez o Tor (The Onion Router) seja uma opção para você. Este é um navegador personalizado projetado para uso anônimo e protegido contra análise de tráfego que, apesar de ser frequentemente associado à darknet e a atividades criminosas, pode ser usado para motivos legítimos. É importante deixar claro que o Tor não é uma ferramenta ilegal – ela tem um status semelhante às VPNs.

O navegador Tor foi originalmente projetado pela Marinha dos Estados Unidos para proteger as comunicações confidenciais do governo norte-americano. Porém, com o tempo ele se tornou um browser multiplataforma de código aberto administrado por uma organização sem fins lucrativos e disponível ao público geral de computadores (incluindo macOS Linux) e sistemas Android.

Logo do projeto/browser Tor. (Tor)

Logo do projeto/browser Tor. (Tor)Fonte:  Tor 

Como o Tor funciona?

O Tor é gratuito, não tem necessidade de registro, limites de dados, anúncios ou exigências para atualizar para um produto pago. Ele usa uma tecnologia conhecida como “Onion Routing” ou “roteamento Onion” (sim, cebola em inglês), projetada para que ninguém possa monitorar a comunicação online.

A “Onion” é baseada em uma rede de sobreposição ponto a ponto (P2P) que permite que os usuários naveguem na Internet anonimamente. Ela usa várias camadas de criptografiapara ocultar a origem e o destino das informações enviadas. Servidores administrados por voluntários de todo o mundo (também chamados de “relays“) são responsáveis por enviar dados para um “nó” de saída, que é o ponto em que os dados saem da rede. Depois do envio, eles são criptografados várias vezes antes de serem enviados para o próximo “nó”. O primeiro “retransmissor guarda” conhece seu endereço IP, mas não tem outras pistas sobre sua identidade ou o site que está acessando. As próximas etapas não tem qualquer informação, até chegar no nó final, que é o único a saber a URL que você está tentando acessar.

Depois de “descascar várias camadas dessa cebola”, o site de destino vê o endereço IP do nó de saída do Tor em vez do seu. Basicamente, o Tor usa o mesmo princípio básico de um serviço VPN, mas tem várias diferenças relacionadas a camadas extras de segurança e tecnologias.

O Tor não rastreia o histórico de navegação nem armazena cookies, e oferece três níveis de segurança. Cada um fornece um grau diferente de proteção, sendo o nível “padrão” o mais amigável, mas com o grau de segurança mais baixo. O Nível 2 é considerado mais seguro ao custo de uma experiência mais lenta, e o nível mais alto desabilita algumas fontes e imagens, além do JavaScript, em todos os sites.

Níveis de segurança no navegador Tor. (TecMundo)

Níveis de segurança no navegador Tor. (TecMundo)Fonte:  TecMundo 

Como usar o Tor?

No site oficial do Tor, você faz o download do programa compatível com sua plataforma. A execução do instalador configura seu dispositivo com o Tor Browser, uma versão especial do Firefox. Isso inclui o software extra necessário para fazer o Tor funcionar.

Inicie o Tor Browser e ele perguntará se você gostaria de se conectar ao Tor. Clique em Conectar e pronto.

Navegador Tor. (TecMundo)

Navegador Tor. (TecMundo)Fonte:  TecMundo 

Depois disso, ele funciona como qualquer navegador. A única desvantagem é que, de fato, ele é mais lento do que outros navegadores.

Navegador Tor. (TecMundo)

Navegador Tor. (TecMundo)Fonte:  TecMundo 

É válido comentar que o navegador usa retransmissões de saída e túneis criptografados para ocultar o tráfego de usuários em uma rede. Porém, se a pessoa acessa sites que não usam criptografia de ponta a ponta (E2EE), por exemplo, ainda existem várias formas das agências de aplicação da lei fazerem o rastreio.

Outro ponto importante é que o Tor não é imune a ataques e espionagem, mesmo sendo considerado mais seguro que os navegadores populares. Como o TechTarget explica, embora esse método não revele explicitamente a identidade de um usuário, a interceptação do tráfego pode expor informações sobre a origem.

Alguns sites também podem impedir que os usuários que usam o navegador Tor acessem sua página.

Fonte: TecMundo

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5G ‘puro’ chega na próxima semana em Salvador, Goiânia e Curitiba

Os testes da rede 5G pura (standalone) foram iniciados nessa terça-feira (9) nas cidades de Salvador, Goiânia e Curitiba. Segundo Moisés Queiroz, conselheiro da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e presidente do Gaispi, com um bom desempenho dos testes, a rede será ligada na próxima terça-feira (16).

O anúncio, que seria realizado hoje, foi adiado para sexta-feira (12) durante a reunião da Gaispi — grupo responsável por fazer a limpeza da faixa por onde os sinais da internet móvel irão transitar — para assegurar os resultados dos testes da rede ao longo da semana.

As cidades de Brasília, São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte e João Pessoa já possuem conexão via 5G de 3,5 GHz. Conforme a previsão da Anatel, é expetável que até o fim de agosto todas as capitais já possuam a rede liberada. Manaus e Belém são exceções devido a dificuldades logísticas e podem ter o prazo prorrogado por mais 60 dias.

Conexão 5G no Brasil

Podendo chegar a uma velocidade superior a 1 Gbps, existem atualmente apenas 81 modelos de celulares habilitados para a conexão 5G — dos quais apenas 59 estão aptos à rede pura (SA). Segundo as operadoras, a rede standalone registra uma velocidade média entre 300 a 400 Mbps.

Muitas cidades brasileiras hoje contam com a rede 5G DSS que utiliza a frequência do 4G, oferecendo velocidades entre 40 e 60 Mbps. O atual 4G varia entre 20 e 40 Mbps, dependendo da localidade e da quantidade de pessoas conectadas simultaneamente.

Fonte: TecMundo

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Preciso trocar de chip para usar 5G SA e NSA? Saiba mais

O 5G finalmente está se tornando realidade no Brasil: algumas capitais do país, incluindo São Paulo, começaram a receber o 5G SA (standalone) e 5G NSA (non-standalone), garantindo mais potência no uso. As novas ofertas são capazes de alcançar velocidades na casa dos Gbps, desde que você esteja na área de cobertura, tenha um celular compatível e um chip habilitado.

Com a chegada da tecnologia, os consumidores podem ter dúvidas sobre o funcionamento do 5G. Para ajudar os clientes, as operadoras já forneceram informações sobre como usar o “5G puro” e se é necessário trocar de chip.

Diferença entre 5G DSS, SA e NSA?

O “5G de verdade” está disponível no Brasil em dois padrões que garantem velocidades em torno de 1 Gbps. Enquanto o 5G Standalone (SA) utiliza uma infraestrutura dedicada e garante baixa latência, a nova versão NSA (non-standalone) ainda usa núcleos de 4G, garantindo alta velocidade, mas desempenho inferior no tempo de resposta.

As novas versões do 5G garantem velocidades extremamente mais altas que o 5G DSS, que já é disponibilizado por operadoras no Brasil. O padrão garante suporte para redes mais rápidas que o 4G convencional, mas utilizando toda a estrutura de rede do padrão de internet móvel anterior.

Apesar das vantagens do 5G puro, é importante ressaltar que não é tão fácil garantir toda a velocidade da conexão atualmente. Afinal, as operadoras estão liberando o suporte para a tecnologia aos poucos e qualidade da conexão varia de acordo com diversos fatores, desde aparelhos conectados até distância das antenas.

Vou precisar trocar de chip?

Em relação ao chip e a troca de plano, a situação depende de cada operadora e o uso da tecnologia. Enquanto é padrão que você precisará de um celular compatível para usufruir da novidade, a troca de chip pode variar.

Confira as informações divulgadas pela Vivo, Claro e Tim a respeito do assunto.

Claro

Os usuários que querem aproveitar o 5G NSA da Claro não precisarão trocar de chip para usufruir da novidade. No entanto, para utilizar o 5G SA, que garante melhores índices de latência, precisarão substituir o chip. Vale notar que a empresa chama a oferta de ambas as conexões de 5G+, o que pode causar ainda mais confusão nos usuários.

Vivo

Assim como a Claro, a Vivo também oferece o novo 5G sem a necessidade de troca de chip, mas o uso da versão SA precisará da substituição do componente.

TIM

A TIM está liberando o uso do 5G SA sem a necessidade de troca de chip, mas é necessário ter um plano TIM Black ou TIM Black Família com um pacote de 50 GB de internet, que é grátis no primeiro ano. Para utilização de redes 5G NSA, não é necessário trocar de chip ou de plano.

Fonte: TecMundo

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Gmail faz melhoria no sistema de busca dos seus e-mails

O Google começou a distribuir nesta semana uma atualização para o Gmail que vai facilitar encontrar alguns de seus contatos e e-mails perdidos. São novas configurações no sistema de busca que usam a IA do site e aprendizado de máquina para melhor “adivinhar” o que o usuário está buscando.

Uma das melhorias se chama “correspondência de intenção”, e é mais simples do que o nome faz parecer. Trata-se de uma reconfiguração na maneira que o Gmail prioriza e mostra resultados da busca, tentando trazer para cima os resultados que a pessoa realmente quer.

Um exemplo é que, agora, se você pesquisar por um nome, o Gmail vai trazer acima os resultados que têm a palavra no endereço de e-mail ou no primeiro nome da pessoa. Antes a prioridade estava no sobrenome, mas o Google percebeu que as pessoas buscam mais pelo primeiro nome.

Outra mudança ganhou o nome de “sugestões personalizadas”. Neste caso, o Gmail vai priorizar os resultados de uma pesquisa levando em consideração o quanto você interage com seus contatos. Então, se a palavra que o usuário está buscando aparece em e-mails com alguém que ele conversa muito, os e-mails com essa pessoa vão aparecer na frente, por exemplo.

As mudanças já estão valendo e começaram a ser distribuídas em 27 de julho. Elas devem ser implementadas automaticamente no seu e-mail.

Além das melhorias na busca, o Google também está liberando o novo design do Gmail para todos os usuários.

Fonte: TecMundo

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Fibra ótica: mundo enfrenta escassez e preços nunca vistos

O mundo está enfrentando um período difícil quando falamos de abastecimento de fibra ótica. Além de preços mais caros e prazos de entrega maiores, empresas pelo mundo todo devem desacelerar seus planos para uma infraestrutura de telecomunicações de última geração.

Como o ArsTechnica comenta, a pandemia fez com que grandes grupos de tecnologia diminuíssem seus investimentos. Mas, em contrapartida, tivemos um aumento na demanda por serviços de internet e dados. Nomes importantes como Amazon, Google, Microsoft e Meta expandem seus negócios de data centers, o que inclui a instalação de redes internacionais de fibra sob o oceano, e governos também apostam muitas fichas no lançamento de banda larga super-rápida e 5G. Isso, consequentemente, também demanda muitos cabos de fibra ótica.

Europa, Índia e China estão entre as regiões que mais tem sofrido com essa escassez. Comparando com  março de 2021, os preços aumentaram até 70%.

Aumento dos preços da fibra ótica na Europa, China e Índia. (Cru Group | ArsTechnica)

Aumento dos preços da fibra ótica na Europa, China e Índia. (Cru Group | ArsTechnica)Fonte:  Cru Group | ArsTechnica 

Não tem e está caro

Houve uma escassez de hélio, um componente crucial na fabricação de fibra ótica de vidro, em parte causada por paralisações de fábricas na Rússia e nos EUA. Isso fez com que os preços do elemento aumentassem 135% nos últimos dois anos. O tetracloreto de silício também aumentou cerca de 50%.

Michael Finch, analista da Cru Group, diz: “Dado que o custo de implantação dobrou de repente, agora há dúvidas sobre se os países serão capazes de cumprir as metas estabelecidas para a construção de infraestrutura e se isso pode ter um impacto na conectividade global”. Já Wendell Weeks, executivo-chefe da Corning, maior produtora de cabos de fibra óptica do mundo, diz que nunca viu nada parecido com a atual crise inflacionária.

Weeks adiciona que a Corning está aumentando a produção para atender à crescente demanda e que “vai continuar apertado por um tempo, mas vamos superar essa crise”.

Fonte: TecMundo

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Google Play ganha novo logo em comemoração aos seus 10 anos

Google Play, loja online do Google, completou 10 anos em março deste ano, mas agora a empresa fez uma celebração à altura do feito. A companhia apresentou um novo logotipo para a loja “que reflete melhor a magia do Google” e combina elementos essenciais dos produtos da empresa, como a Busca, Assistente, Fotos, Gmail e outros.

Com cores menos vibrantes e um visual mais arredondado, o novo logo mantém as principais características que tornam fácil o seu reconhecimento. O ícone utilizado até então na loja é um pouco mais “afiado”, embora a nova estética não fuja muito do padrão já em uso.

Novo logotipo do Google Play traz elementos visuais de outros serviços do Google.

O Google Play foi renomeado em 2012, quando se chamava Android Market. A loja, de forma inicial, foi lançada em agosto de 2008.

Como cita o vice-presidente do Google Play Tian Lim em comunicado, a loja virtual conta hoje com 2,5 bilhões de usuários em mais de 190 países, além de mais de 2 milhões de desenvolvedores registrados na plataforma da empresa.

Também como parte da comemoração dos 10 anos de Google Play, o Google anunciou uma promoção envolvendo o Play Points. Usuários que comprarem itens dentro dos aplicativos poderão ganhar um boost de até 10x mais do que o selecionado, o que pode ser uma boa principalmente para jogos online.

Fonte: TecMundo

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O que esperar do Metaverso no ambiente corporativo?

As conexões entre o mundo financeiro, virtual e físico estão cada vez mais potentes. Os dispositivos que usamos para gerenciar nossas vidas nos oferecem acesso a quase tudo que queremos com muita velocidade e facilidade.

A realidade virtual, por exemplo, está presente em nosso dia a dia por meio de criptomoedas, tokens não fungíveis (NFTs) e até mesmo jogos de vídeo game — que usam a tecnologia de Blockchain. Pagamentos em criptomoedas não são mais para os usuários engajados nesse universo. Agora, elas estão disponíveis para todos como parte de um Metaverso em desenvolvimento. Porém, o que podemos esperar do desenvolvimento do Metaverso no ambiente corporativo?

De acordo com estudos realizados pela Bloomberg Intelligence, até 2024, as oportunidades de negócios oferecida pelo Metaverso vão chegar ao valor de US$ 800 bilhões. Essa grande plataforma virtual abre oportunidades para o mercado de negócios em que organizações, criadores de jogos online, empresas de tecnologia e de entretenimento possam se destacar nas redes sociais e expandir seus canais de receita. 

Mundo conectado no Metaverso

Fonte: Getty Images

Ainda sobre os dados divulgados pela Bloomberg, o Metaverso apresenta um enorme potencial de crescimento de mercado, podendo alcançar 2,7 vezes mais a receita de publicidade em jogos de vídeo game, que figura entre um dos setores que mais geram receita atualmente.

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Afinal, o 5G vai influenciar no cenário do Metaverso?

Acredito que a chegada do 5G será um dos principais motores para o avanço do Metaverso no mundo empresarial. O 5G vai permitir novas ferramentas e novos formatos para transmitir informações multimídias no mundo físico e digital de forma quase instantânea, criando inclusive novos produtos e até mercados.

Para explorar o Metaverso como um novo canal de receita, diversas organizações já estão desenvolvendo ações e projetos concretos. Como a Microsoft, uma das maiores companhias de tecnologia, que já está investindo em tecnologia para ambientes virtuais corporativos, desenvolvendo avatares 3D no Teams para serem utilizados por colaboradores. 

Mundo com sinal 5G

Fonte: Getty Images

O Metaverso, aos poucos, estará cada vez mais presente no ambiente corporativo, o que puxará uma nova rodada de investimento em tecnologia, estrutura e conectividade por parte das empresas. Estamos diante daqueles momentos em que “o cavalo passa selado na nossa frente”, uns tem coragem de pular, outros não.

E então, qual é o seu posicionamento sobre o assunto? 

Fonte: TecMundo

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Internet 5G e Wi-Fi 5 GHz: qual a diferença?

Muitas pessoas possuem diversas dúvidas em questões ligadas à conectividade de seus dispositivos. E agora, com a chegada da tecnologia 5G ao Brasil, alguns questionamentos passaram a ser feitos com mais frequência, sobretudo por conta de todas as novidades envoltas no assunto.

Por possuírem o mesmo número em suas respectivas nomenclaturas, bem como a letra G com significados distintos, tanto o 5G quanto o Wi-Fi 5 GHz acabaram sendo confundidos. Mas eles possuem diferenças significativas em todos os termos.

Tecnologia 5G promete trazer maior estabilidade de conexão à internet para smartphones e tablets. (Freepik/Reprodução)

Tecnologia 5G promete trazer maior estabilidade de conexão à internet para smartphones e tablets. (Freepik/Reprodução)Fonte:  Freepik 

Afinal, o que é o 5G?

Em linhas gerais, trata-se da quinta geração de desenvolvimento tecnológico de conexões ligadas às redes móveis. Um bom exemplo para se pensar nisso é quando você está fora de casa e possui um plano de internet móvel contratado. Sem cobertura de sinal Wi-Fi, os famosos 3G ou 4G, dependendo do seu aparelho, poderão continuar te dando acesso à internet.

Agora, a cobertura 5G também está começando a ficar disponível em nosso país. Para isso, novas antenas precisarão ser construídas pelas operadoras entre as cidades para oferecer maior cobertura e conectividade a todos que precisarem. E os dispositivos móveis, como smartphones e tablets, também terão de passar por uma migração para essa tecnologia se quiserem utilizá-la.

Com o 5G, usuários terão mais conforto, praticidade, desempenho e flexibilidade em suas atividades cotidianas na internet. (Freepik/Reprodução)

Com o 5G, usuários terão mais conforto, praticidade, desempenho e flexibilidade em suas atividades cotidianas na internet. (Freepik/Reprodução)Fonte:  Freepik 

Dentro desse contexto, é válido informar que já existem alguns aparelhos fabricados por algumas marcas oferecendo o suporte ao 5G. Uma lista divulgada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) recentemente evidencia alguns deles.

É importante também frisar que o 5G não possui outra nomenclatura, hein! Portanto, quando formos nos referir à conectividade móvel, falaremos apenas 5G.

O que é o Wi-Fi 5 GHz?

Se a tecnologia 5G está disponível para as redes móveis, o Wi-Fi 5 GHz (de gigahertz) não está — pelo menos em sua concepção. Esse mecanismo consiste em uma frequência de uma rede sem fio (Wi-Fi) de curta distância, geralmente utilizada em ambientes domésticos por conta de uma série de fatores.

Para entender melhor o que o diferencia do 5G, saiba que há dois padrões básicos dentro dos roteadores de internet sem fio: o 2.4 GHz e o 5 GHz, que é mais recente. Em uma linha progressiva, o 5 GHz é mais potente que seu antecessor, oferecendo maior conexão e desempenho. Além disso, há menos interferências diretas em sua operação, garantindo mais estabilidade aos consumidores em suas atividades cotidianas.

No entanto, essa frequência possui alcance menor, ou seja, não funciona em largas distâncias. Logo, se você pretende assistir uma série em streaming, é bom estar próximo do roteador para que a internet não atrapalhe sua experiência. Porém, no geral, é uma conexão vantajosa que garante muitos benefícios ao usuário.

Roteadores com suporte ao Wi-Fi 5 GHz permitem conexão de inúmeros dispositivos sem perda de qualidade em ambientes domésticos. (Freepik/Reprodução)

Roteadores com suporte ao Wi-Fi 5 GHz permitem conexão de inúmeros dispositivos sem perda de qualidade em ambientes domésticos. (Freepik/Reprodução)Fonte:  Freepik 

Mas se você puder investir em um roteador com suporte para as duas bandas (2.4 GHz e 5 GHz), conseguirá aproveitar o melhor de cada um sem a necessidade de ter aparelhos de repetição de sinal espalhados pela casa.

Gostou do conteúdo? Então continue ligado aqui no TecMundo para saber tudo sobre as principais tendências tecnológicas!

Fonte: TecMundo

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Veja lista atualizada de celulares 5G homologados pela Anatel

tecnologia 5G chega oficialmente hoje (6) ao Brasil, iniciando uma nova era na internet móvel do país. No entanto, apesar dos atrasos na rede, já existem celulares com a função sendo comercializados por aqui, e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) possui uma lista de aparelhos em que você pode confiar.

O órgão do governo possui uma página com todos os celulares 5G homologados no país. Mantida desde o ano passado, a lista é atualizada regularmente pela Anatel e já conta com 67 aparelhos. Você pode conferir a relação completa e atualizada de smartphones nesta página.

Fonte: Anatel

No momento, a Samsung lidera com folga o mercado de celulares 5G no país. Segundo a relação da Anatel, a marca sul-coreana possui 25 celulares com a nova conexão no Brasil. O segundo lugar fica com a Motorola, que possui 14 modelos compatíveis com a tecnologia.

Um dado interessante é que a Xiaomi, que possui diversos celulares em circulação e é bastante popular no país, ainda está atrás da Apple no quesito 5G no Brasil. Enquanto a marca da maçã possui 9 celulares compatíveis com a tecnologia, a fabricante chinesa conta com 8 modelos homologados pela Anatel com o novo padrão de rede.

Lista de celulares 5G homologados pela Anatel no Brasil

Getty

Confira abaixo alguns dos celulares disponíveis na lista de aparelhos homologados pela Anatel com 5G no Brasil. Como a relação pode ser alterada, é indicado visitar o site oficial do órgão, que é constantemente atualizado com novos dispositivos.

Além disso, vale ressaltar que o site lista boa parte dos aparelhos com o número de modelo e conta com alguns dispositivos repetidos devido às diferentes variantes presentes no mercado brasileiro.

Samsung

  • Galaxy A13 5G
  • Galaxy A22 5G
  • Galaxy A32 5G
  • Galaxy A33 5G
  • Galaxy A52 5G
  • Galaxy A52s
  • Galaxy A53
  • Galaxy A73
  • Galaxy Z Flip 3
  • Galaxy Z Fold 2 5G
  • Galaxy Z Fold 3
  • Galaxy S20 FE 5G
  • Galaxy S21 FE
  • Galaxy S21 5G – Modelo SM-G991B/DS
  • Galaxy S21 5G – Modelo SM-G996B/DS
  • Galaxy S21 Ultra 5G;
  • Galaxy M23
  • Galaxy M53
  • Galaxy M52
  • Galaxy M33
  • Galaxy Note 20 5G
  • Galaxy note 20 Ultra 5G

Motorola

  • Moto G 5G Plus
  • Moto G 5G
  • Moto Edge 20 Pro
  • Edge 20 Lite
  • Edge 20
  • Motorola Edge
  • Moto G50 5G
  • Moto G71
  • Moto G200 5G
  • Moto G100
  • Moto Edge 30
  • Edge 30 Pro
  • Moto G62 5G
  • Moto G82

Apple

  • iPhone SE (2022)
  • iPhone 12 mini
  • iPhone 12
  • iPhone 12 Pro
  • iPhone 12 Pro Max
  • iPhone 13 mini
  • iPhone 13
  • iPhone 13 Pro
  • iPhone 13 Pro Max

Xiaomi

  • Xiaomi 12
  • Poco M4 Pro 5G
  • Redmi Note 11 Pro
  • Poco X4 Pro 5G
  • Redmi Note 10 5G
  • Poco M3 Pro 5G
  • Xiaomi 11 Lite 5G NE
  • Xiaomi 12 Lite

Asus

  • Zenfone 8 Flip
  • ROG Phone 5
  • ROG Phone 5s
  • Zenfone 8

Realme

  • Realme GT 2 Pro
  • Realme 9 Pro+
  • Realme GT Master Edition

TCL, Nokia, Lenovo e Positivo

  • TCL 20 Pro 5G
  • Nokia G50
  • Lenovo Legion Phone Duel
  • Infinix Zero 5G

Fonte: TecMundo

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Google Chrome corrige falha grave usada em ataques; atualize agora

O Google  Chrome recebeu nesta semana um novo update com o principal objetivo de corrigir uma vulnerabilidade de dia zero que já estava sendo explorada por agentes maliciosos no mundo afora. A versão 103.0.5060.114 do navegador, já disponível para download, promete corrigir o problema e deixar seus usuários mais seguros.

As falhas ou vulnerabilidades de “dia zero” são aquelas que são descobertas ao mesmo tempo em que já estão sendo exploradas por hackers ou programas maliciosos. O bug em questão para o navegador do Google recebeu o codinome CVE-2022-2294 e é a quarta vulnerabilidade de dia zero encontrada no Chrome em 2022.

Visto que o update com o patch acabou de ser distribuído, o Google não quis oferecer detalhes sobre como a falha é explorada e quais problemas ela pode estar trazendo aos seus usuários. A empresa diz que vai oferecer mais informações quando um número maior de usuários tiver atualizado e estiver seguro.

Sabemos apenas que trata-se de uma vulnerabilidade baseada no WebRTC (Web Real-Time Communications), que pode causar de travamentos de programas até o contorno de medidas de segurança do sistema.

Atualize agora!

Como essa é uma falha que já está sendo explorada, é altamente recomendável que você atualize seu navegador o quanto antes. Para fazer isso no Chrome, basta acessar o menu (botão dos “três pontinhos”), selecionar a aba “Ajuda” e depois clicar em “Sobre o Google Chrome”. Na configuração padrão, o navegador vai abrir uma nova aba com informações sobre a versão atual e fazer o download da atualização automaticamente.

Fonte: TecMundo