Arquivo de tag Android

Poradmin

WhatsApp: atualização vai permitir liberar espaço no celular

O site WABetaInfo, especializado em publicar recursos que ainda vão estrear na versão final do WhatsApp, postou sobre um recurso que vai ajudar os usuários do aplicativo a economizar espaço na memória do smartphone, sem que seja necessário excluir arquivos importantes.

Atualmente, as opções para manejar o uso do armazenamento do dispositivo, disponíveis no app, são bastante limitadas. Você pode impedir o download imediato de imagens e vídeos, visualizar o quanto de espaço está sendo ocupado, além de excluir conversas inteiras, incluindo todos os arquivos que foram trocados entre você e o contato (ou em um grupo).

No entanto, essas opções impedem que o usuário libere espaço na memória do smartphone, e continue mantendo arquivos leves, que ele gostaria de guardar.

Novo menu de configurações

O novo recurso para gerenciar o uso da memória do smartphone conta com um menu de configurações renovado, que vai permitir ao usuário encontrar facilmente os maiores arquivos trocados em um determinado chat, que, geralmente, são vídeos logos.

Dessa forma, será possível excluir grandes arquivos, liberando mais espaço no celular, ao mesmo tempo em que imagens e documentos importantes são mantidos. O usuário será capaz de listar arquivos organizando-os pelo tamanho e pela data.

O recurso já está disponível para os usuários cadastrados no programa WhatsApp Beta para iOS e Android. No entanto, o programa não está aceitando novos usuários neste momento, por falta de vagas.

Fonte: TecMundo

Poradmin

Clonagem de WhatsApp atinge 12 mil brasileiros por dia

Um levantamento feito pelo dfndr lab, laboratório de segurança da PSafe, revelou que aproximadamente 12 mil brasileiros são afetados por dia pelo golpe de clonagem do WhatsApp. A média foi registrada após os especialistas mapearem 337,3 mil casos durante agosto deste ano.

Segundo o relatório da divisão da PSafe, os casos de clonagem de WhatsApp cresceram 90% em relação ao mês de janeiro de 2020. Vale lembrar que esse golpe não é novidade e já vem sendo aplicado desde o ano passado.

O local mais afetado pelos golpes é o estado de São Paulo, lar de 68,5 mil usuários do WhatsApp que sofreram com clonagem do app. O Rio de Janeiro aparece em segundo lugar com 41 mil vítimas, enquanto Minas Gerais sofreu com 28,2 mil fraudes do tipo em agosto.

Como o golpe funciona

O golpe de clonagem do WhatsApp se aproveita da ingenuidade do usuário para conseguir acesso ao aplicativo e informações da vítima. Os golpistas ligam ou enviam mensagens para o usuário com uma história falsa, visando conseguir o código de verificação do aplicativo.

Os criminosos utilizam diversas iscas para fisgar a atenção dos usuários, mas a pandemia tem se tornado um tema cada vez mais comum na aplicação da fraude. “Os golpistas se aproveitam de temas em alta na mídia, como o próprio coronavírus, para criar estratégias e enganar as vítimas”, explica Emilio Simoni, diretor do dfndr lab. 

Outra forma utilizada pelos criminosos para conseguir credenciais é oferecer serviços gratuitos para a vítima. “Os golpistas criam perfis fakes nas redes sociais se passando por estabelecimentos comerciais como lojas, hotéis e restaurantes, convidando para participar de uma suposta promoção ou alegando que ele teria sido contemplado em um sorteio.”

Quando conseguem o acesso ao WhatsApp do usuário, os criminosos se passam pela vítima e pedem dinheiro para os contatos listados nas mensagens recentes. Segundo a PSafe, o golpe também pode ser perigoso para empresas, já que muitos funcionários se comunicam pelo WhatsApp e trocam informações sobre negócios dentro do app.

A principal dica para se proteger da clonagem do WhatsApp é ficar sempre atento para ofertas muito tentadoras, além de evitar o compartilhamento de informações como o código PIN do WhatsApp. Manter a autenticação em duas etapas ativada também garante uma dose de segurança extra durante o uso do app.

Fonte:TecMundo

Poradmin

Veja como aumentar a privacidade e segurança de seu WhatsApp

Em 2016, o WhatsApp ativou a criptografia de ponta a ponta por padrão para todos os usuários – mais de um bilhão de pessoas. Com isso, o app tornou-se o maior mensageiro criptografado do mundo. Desde então, seu número de usuários já superou os dois bilhões.

Essa mudança radical significa que ninguém no Facebook, dona do WhatsApp, pode ler ou extrair dados das mensagens que você envia. Apenas os dispositivos na conversa são capazes de fazer isso, atuando como pontos finais na configuração de criptografia. Para decodificá-la, ambos os dispositivos devem verificar e trocar códigos de segurança conforme as mensagens são transferidas.

A criptografia usada no app foi originalmente desenvolvida pela Open Whisper Systems, o grupo por trás de um rival do WhatsApp, o Signal. Por mais que as mensagens no WhatsApp sejam criptografadas – e isso inclui chamadas, fotos e vídeos -, ele não é tão privado quanto poderia ser. Na verdade, o Signal é até mais recomendável para quem deseja o máximo de segurança e privacidade possível.

No entanto, a popularidade do WhatsApp é inquestionável, então pode ser difícil convencer seus amigos e familiares a usar um novo app. Então, já que isso pode demorar a acontecer, aqui vão algumas dicas para maximizar a segurança do seu WhatsApp.

Entenda os dados coletados

O WhatsApp pode coletar muito mais informações suas do que você pensa. Muito do que ele coleta é igual a qualquer outro app e está descrito em sua política de privacidade. Porém, o WhatsApp faz parte da família Facebook, e essas informações podem ser combinadas com outros dados que você passa à rede de Mark Zuckerberg – o mesmo acontece com outros apps da empresa, como o Instagram.

Seu número de telefone do WhatsApp, informações do dispositivo (tipo de telefone, sistema operacional e código do país do celular, por exemplo) e alguns dados de uso (quando entrou pela última vez, quando se registrou e com que frequência manda mensagens) são compartilhados com outras empresas do Facebook, e parte disso tem gerado controvérsia. Em maio de 2017, a empresa foi multada em 94 milhões de libras pela União Europeia por combinar números do WhatsApp com dados do Facebook depois de afirmar aos reguladores que não poderia fazer isso facilmente.

Como o Facebook planeja fundir a infraestrutura do Messenger, WhatsApp e mensagens do Instagram, qualquer compartilhamento de dados será examinado detalhadamente no futuro. Porém, vale reforçar que o conteúdo das mensagens não é compartilhado, porque nem mesmo o Facebook pode acessar a criptografia.

A maior parte do que o WhatsApp coleta é formada por metadados, que podem dizer muito sobre o comportamento do usuário. Sua política de privacidade diz que ele coleta informações sobre como você interage com outras pessoas (tempo, frequência e duração de suas interações com outras pessoas), informações de diagnóstico de quando o app trava, recursos de grupo, fotos de perfil, status e quando você está online.

Além disso, ele pode coletar dados sobre o nível de bateria do aparelho, intensidade do sinal e operadora móvel. Cookies rastreiam sua atividade na área de trabalho e nas versões web do aplicativo, além de captar também dados de localização.

Desligue backups em nuvem

O app permite que você faça backup de suas conversas e dados como uma forma de facilitar a transição para outro celular – embora isso não funcione se você trocar um iOS por um Android. Esses dados são armazenados no Google Drive ou no iCloud.

Se a opção de backup estiver desativada, o WhatsApp lembrará você de tempos em tempos para fazer um. Mas talvez você não queira isso. Ao contrário das mensagens em seu aparelho, as mensagens na nuvem não estão criptografadas corretamente. Ou seja, um invasor pode acessá-las facilmente, ou por uma ordem judicial, por exemplo, a Apple ou o Google devem revelar as mensagens salvas.

Backups não criptografados têm sido um problema há anos, inclusive reconhecido pela empresa. Alguns rumores indicam que o WhatsApp está testando backups protegidos com senha, mas nada oficial foi divulgado até o momento.

Autenticação de dois fatores

Ativar a autenticação de dois fatores é uma boa pedida para manter suas informações confidenciais. Esse método adiciona uma etapa extra quando você faz um login. Na maioria dos casos, isso é um código de segurança gerado por um app, um código enviado por SMS ou uma chave de segurança física, sendo esta última a mais segura de todas.

No caso do WhatsApp, porém, isso é feito com um PIN. Caso contrário, você teria que digitar um código toda vez que abrir o app, algo impraticável. Quando ativado, o sistema pedirá regularmente o PIN de seis dígitos para acessar o aplicativo. Acontece que essa frequência não é muito bem definida, fazendo com que essa não seja exatamente uma barreira contra invasões.

Esconda suas informações pessoais

Existem diversos spams e ataques de engenharia social para roubar dados pessoais pelo WhatsApp. A cada semana, um novo golpe se espalha entre os usuários. Existem formas de limitar o acesso de pessoas desconhecidas à sua conta.

Dentro do menu configurações, na seção Conta e Privacidade, você encontra essas opções. Elas vão desde as mais simples, como desativar a confirmação de leitura (os dois traços azuis ao lado da mensagem), até as mais eficazes, como impedir que te adicionem a grupos.

Na configuração Grupos, há a opção de limitar quem pode adicionar você a grupos. O padrão é “todos”, mas isso pode ser alterado para todos os seus contatos, exceto algumas pessoas selecionadas. Essa limitação não impede que você acesse grupos de pessoas de fora dos seus contatos. Em vez disso, as pessoas podem pedir por uma mensagem separada.

Outros recursos que você pode desativar é a visualização de sua foto de perfil, a seção Sobre, e sua última visualização. Nas configurações de privacidade, é possível verificar se você está compartilhando sua localização com alguém.

Se sua ideia é a privacidade máxima, também pode considerar quais informações você mostra na tela de seu telefone. Notificações de novas mensagens podem incluir a mensagem inteira ou apenas uma parte. Mensagens completas podem ser facilmente lidas por alguém que pegar seu celular. Para alterar isso, você deve as configurações do Android ou iOS nas opções de notificações, e restringir as visualizações.

Trocar de aplicativo

Fazer tudo isso dá trabalho. É uma lista longa de preocupações, então talvez seja mais fácil simplesmente usar outro app. A mudança é grande, mas pode ser benéfica. Conforme dito anteriormente, o Signal é uma boa opção para quem procura por privacidade e segurança. O app pode ser bloqueado e liberado apenas com impressão digital ou reconhecimento facial, as mensagens podem desaparecer depois de algum tempo e é possível borrar os rostos das pessoas em vídeos e fotos. Você pode conhecer mais sobre o Signal em seu site oficial.

Fonte:OlharDigital

Poradmin

WhatsApp testa recurso que permitirá login em múltiplos dispositivos

Com atualização, a mesma conta poderá ser utilizada em até quatro dispositivos; um app para iPad também está em desenvolvimento.

Muito se pediu, e finalmente será possível usar a mesma conta do WhatsApp em múltiplos dispositivos simultaneamente. De acordo com o WeBetaInfo, o novo recurso está em desenvolvimento e permitirá a sincronização do chat em até quatro aparelhos. A empresa também estaria testando uma versão do app para iPad.

Com o WhatsApp Web, já é possível utilizar a mesma conta no celular e no PC, mas é preciso que o usuário tenha um celular conectado à internet e com bateria. O novo recurso acaba com essa limitação. A mesma conversa poderá ser lida e respondida de qualquer um dos dispositivos cadastrados, mesmo que os outros estejam offline.

O recurso funcionará da seguinte forma: ao ser cadastrado em outro dispositivo, o WhatsApp fará download do histórico de conversas atrelado à conta em questão. Aí é ter paciência: a quantidade de dados geralmente é grande, e, dependendo da qualidade do Wi-Fi, isso pode levar algum tempo — vale destacar que essa etapa não poderá ser feita por meio de dados móveis. Concluída a sincronização, qualquer mensagem enviada ou recebida ficará disponível em todos os aparelhos.  

A princípio, a atualização está sendo testada somente para iOS, mas não deve demorar até que ela seja adaptada para Android. Ainda não há previsão de lançamento.

Silenciar conversas para sempre

Recentemente, foi anunciado que o WhatsApp está trabalhando na função de silenciar conversas para sempre. 

Hoje, é possível silenciar o chat por oito horas, uma semana ou um ano. A nova função do WhatsApp substituirá a opção de “um ano” por “para sempre”. Fazendo isso, o usuário deixará definitivamente de receber notificações de mensagens que não tem interesse de ler. 

Segundo o WeBetaInfo, a novidade estará presente na versão beta da atualização 2.20.197.3. Contudo, o recurso está disponível somente para os usuários que se cadastraram no programa de testes do WhatsApp, que já atingiu o número máximo de participantes e não está aberto para mais testadores no momento. 

Poradmin

Mensagens autodestrutivas do WhatsApp vão ‘sumir’ em 7 dias

WhatsApp está desenvolvendo um novo recurso capaz de deletar mensagens automaticamente sete dias após seu envio. A funcionalidade está em fase de testes e ainda não foi disponibilizada para os usuários.

Os detalhes sobre o recurso foram encontrados nesta quarta-feira (29), na versão 2.20.197.4 Beta para Android. Segundo o site WABetaInfo, responsável pela descoberta, o mensageiro aplicou uma espécie de “data de validade” em mensagens para que elas sejam excluídas automaticamente.

Atualizações no recurso do WhatsApp

Os primeiros sinais da função surgiram no fim de 2019 nas versões de testes para Android e iOS. Em março de 2020, a ferramenta apareceu novamente, dessa vez com novos prazos para a exclusão de mensagens e disponibilidade para conversas individuais. No entanto, segundo informações do site, ainda não há previsão de lançamento para todos os usuários.

Nova política de privacidade

Além desta novidade, o WhatsApp poderá alterar sua política de privacidade no Brasil. O alerta sobre os novos termos aparecerá em um banner na tela inicial do aplicativo de mensagens. Ainda não se sabe quais mudanças serão feitas no documento.

Fonte:TecMundo

Poradmin

WhatsApp testa função que permite silenciar conversas para sempre

Recurso está sendo testado na versão beta da próxima atualização do aplicativo para Android; não há previsão de quando novidade será disponibilizada para todos.

Demorou, mas finalmente o WhatsApp permitirá que os usuários silenciem os grupos para sempre. A função está sendo testada na versão beta da próxima atualização do aplicativo para Android, mas ainda não se sabe quando ela estará disponível para todo mundo. 

Atualmente, é possível silenciar conversas por oito horas, uma semana ou um ano. Fazendo isso, o usuário deixa de receber as notificações de mensagens que não tem interesse de ler. Passado o período selecionado, no entanto, é preciso renovar o silêncio. 

A nova função do WhatsApp substituirá a opção de “um ano” por “para sempre”. Desse modo, uma vez silenciada, aquela conversa chata nunca mais irá te incomodar. 

A opção de silenciar grupos para sempre foi observada pelo WaBetaInfo, site que registra as mudanças ocorridas em cada atualização do aplicativo de mensagens. De acordo com a última publicação, a novidade está presente na versão beta da atualização 2.20.197.3. 

O recurso está disponível para os usuários que se cadastraram no programa de testes do WhatsApp. O programa já atingiu o número máximo de participantes e não está aberto para mais testadores no momento. Neste tutorial, o Olhar Digital ensina maneiras alternativas de fazer parte do grupo Beta, caso você tenha urgência em silenciar alguém para sempre. 

“Esta função está sob desenvolvimento: isso significa que o aplicativo ainda está trabalhando nela, tentando deixá-la melhor antes do lançamento. Por esse motivo, se você não encontrar essa opção em seu WhatsApp, não há problema”, escreveu o WaBetaInfo.

Captura de tela da versão beta da atualização 2.20.197.3 com a opção “always” (“para sempre”, em português). Imagem: Reprodução/WaBetaInfo

Modo férias

Mesmo quando silenciados, os grupos voltam a aparecer na interface do aplicativo sempre que alguém manda mensagem. Para ajudar os usuários que se incomodam com isso, o WhatsApp anunciou o “modo férias”, que faria com que os grupos sumissem de vez. 

Em 2019, os usuários da versão beta começaram a testar a novidade. Uma vez arquivado, o chat nunca mais voltaria a incomodar.

Este recurso, que seria últil para quem quer esquecer que determinados grupos existem, não foi disponibilizado para todos até hoje. Portanto, é melhor torcer para que o mesmo não se repita com a função de silenciar para sempre.   

Fonte:OlharDigital

Poradmin

Android 11 quer impedir que fabricantes ‘matem’ apps em 2º plano

Fabricantes como XiaomiHuawei e Samsung usam customizações do Android que limitam intensamente aplicativos em segundo plano, o que pode prejudicar a usabilidade de certos serviços. Para contornar esse problema que “mata apps” para priorizar a energia, a Google promete trazer novas funções no Android 11 que darão mais poder aos usuários.

Em uma sessão de perguntas no Reddit, os engenheiros da Google comentaram sobre as soluções que estarão presentes no Android 11 para garantir que apps não sejam desabilitados pelas customizações de fabricantes. Segundo o time do sistema operacional, as novidades incluem opções para o usuário e também desenvolvedores.

De acordo com a equipe do Android, o usuário terá opções para sobrepor as decisões tomadas por softwares de gerenciamento de energia das interfaces customizadas. Assim, quando um app for desabilitado de maneira prejudicial à experiência de uso, uma notificação aparecerá e trará a opção de torná-lo funcional novamente.

Já os desenvolvedores receberão mais ferramentas para identificar problemas em seus softwares que podem levar a conflitos com o sistema operacional. Uma nova API do Android 11 promete entregar mais detalhes sobre o comportamento das interfaces customizadas para o SO, facilitando a vida das equipes de criação de aplicativos.

Outra medida tomada pela Google será o fim de uma lista de apps privilegiados que são imunes e sempre podem rodar em segundo plano. Atualmente, o Android evita que grandes aplicativos como WhatsApp sejam desabilitados pelas interfaces customizadas, o que é considerado injusto por desenvolvedores menores.

Os engenheiros da Google também esclareceram que as novas medidas não abrirão portas para apps mal intencionados. Segundo a equipe responsável pelo Android 11, o sistema receberá “medidas extras de prevenção contra comportamento abusivo de aplicativos.”

O Android 11 está em fase de desenvolvimento beta atualmente e deve chegar ao mercado em sua versão final entre setembro e outubro, quando a Google deve lançar o Pixel 5.

Fonte:TecMundo

Poradmin

Android agora diz motivo da ligação que você recebe no celular

Google iniciou a implementação de um novo recurso no aplicativo de ligações telefônicas em celulares Android. Trata-se do “Chamadas Verificadas”, um identificador avançado de ligações comerciais que exibe o nome, o logotipo e até o motivo do contato por parte de uma empresa.

A função opera na totalidade apenas com empresas que participam do programa e tem como objetivo reduzir o número de fraudes e até evitar que você atenda vendedores em horários indesejados, por exemplo.

O sistema não adivinha nada: a marca é que envia para os servidores da Google o motivo de querer contatar você no momento de fazer a chamada, para que o usuário seja devidamente avisado. Ela então realiza a ligação e, se as informações baterem, exibe o aviso de verificação na tela de ligação recebida — como se fosse uma conta oficial em rede social. A companhia garante que dados do usuário não são armazenados nesse processo.

O identificador inteligente será ativado por padrão no Android e ainda não foi liberado para todos os usuários. Se você já tem o recurso e deseja desativar a função, abra o app de Telefone e vá em Configurações > Identificador de chamadas e spam. Lá, desative o item “Chamadas Verificadas”.

Fonte:TecMundo

Poradmin

Antivírus da Microsoft chega ao Android

Microsoft lançou recentemente uma versão prévia do antivírus Microsoft Defender ATP (Advanced Threat Protection) para Android. A solução de segurança, que é voltada para usuários corporativos, está disponível por meio do aplicativo Portal da Empresa do Intune, gerenciador de ferramentas da companhia que pode ser baixado na Play Store.

O novo Defender ATP é a versão móvel do antivírus da Microsoft desenvolvido para empresas que trabalham usando o Windows 10. De acordo com a companhia, a edição prévia do programa conta com proteção contra ataques de phishing e conexões inseguras de aplicativos e sites.

Segundo explica a empresa, o Defender ATP consegue bloquear automaticamente links inseguros enviados por SMS, e-mail e até WhatsApp. Já o sistema anti-phishing funciona em conjunto com ferramentas do Android e notifica o usuário sempre que um site é bloqueado.

O centro de comando do Microsoft Defender também possui um filtro que permite bloquear o acesso a determinados sites. Assim, a equipe de tecnologia da informação do negócio pode montar uma lista de endereços e bloquear o acesso em dispositivos Android corporativos com a solução.

Outra função presente no antivírus é uma ferramenta que busca malwares no celular. A Microsoft ressalta que a Play Store e o Android já contam com soluções de segurança contra esse tipo de ameaça, mas o Defender ATP pode aprimorar a segurança e garantir uma camada extra de proteção para as empresas.

O antivírus da Microsoft também conta com um sistema que permite bloquear dados corporativos em dispositivos considerados arriscados. Com isso, as empresas podem proteger informações sensíveis do negócio que são compartilhadas com diversas pessoas.

“Essas funcionalidades dão poder aos negócios para garantir segurança reforçada enquanto mantém os funcionários produtivos em seus aparelhos Android”, explica a Microsoft em seu site.

Apesar de o beta do Defender ATP ser público, é importante ressaltar que o aplicativo só pode ser utilizado no Android por empresas que assinam o serviço de segurança avançada da Microsoft. O antivírus também ganhará uma versão para iOS nos próximos meses, mas uma data para o lançamento na plataforma da Apple ainda não foi definida.

Fonte:TecMundo

Poradmin

Android 11 impede que apps usem câmera e microfone sem você saber

O novo Android 11, que ainda está em fase Beta e prévia para desenvolvedores, tem recebido uma série de novidades. Os menus de compartilhamento foram melhorados, bem como ganharam controles rápidos, mas o principal destaque é em relação à segurança e privacidade dos usuários, que foram expandidas na nova versão novo sistema.

Ainda no Android 10, a Google já tinha aumentado as possibilidades de permissões que podem ser concedidas aos aplicativos. Assim, usuários conseguem escolher se um aplicativo pode consultar a localização o tempo todo, somente durante o uso dele ou uma única vez.

Instagram, que é um dos aplicativos mais populares do mundo, solicita essas permissões para ativar todas as suas funcionalidades:

  • Wi-Fi;
  • SMS;
  • telefone e contatos;
  • fotos, mídias, arquivos e armazenamento;
  • câmera;
  • microfone;
  • localização e outros.

No caso do Android 11, a Google expande essa opção para câmera e microfone. Assim, o usuário consegue selecionar quais aplicativos poderão acessar os componentes e como e quando fazer isso.

A medida, que vem para dar mais garantias de privacidade, também pode ser usada como arma contra malwares. Especificamente em casos de spywares, em que o usuário pode ter localização, áudio e vídeo monitorados sem que saiba, a atualização do Android promete tornar os dispositivos mais seguros.

Na prática, existem usuários que colam fita preta ou usam acessórios para cobrir a câmera e o microfone de notebooks e outros gadgets. Em alguns casos, como nos MacBooks e no iPad Pro 2020, há uma trava que impede o uso dos componentes quando os dispositivos não estão em atividade.

Fonte:Tecmundo