Onnee Blog

Poradmin

Mamata acabou? Conheça seis alternativas ao Google Fotos

Com o fim do armazenamento ilimitado das fotos, outros aplicativos ou serviços podem, agora, ser uma opção mais interessante

Google Fotos é um aplicativo para armazenar fotos e vídeos na nuvem de uma maneira prática, sendo que ele vem até mesmo pré-instalado nos celulares com o Android. Por sua vez, quem usa o serviço recebeu uma notícia desagradável nesta semana anunciando o fim do “armazenamento ilimitado” das fotos, que mesmo ao diminuir a qualidade original dos arquivos era um de seus diferenciais.

Felizmente, é claro, existem outras alternativas para você usar no lugar do Google Fotos, que nem sempre tem o “armazenamento ilimitado” ou tanto espaço, mas que podem ter planos melhores e outras vantagens dependendo de sua necessidade. Assim, o Olhar Digital separou as 6 melhores opções para você usar no lugar do Google Fotos. Confira!

Amazon Photos – Android/iOS

A Amazon desde que chegou oficialmente ao Brasil tem feito bastante sucesso, principalmente por conta do “Amazon Prime” que oferece muitas vantagens para seus assinantes. Já o Amazon Photos é justamente um serviço da empresa para armazenar fotos e vídeos tirados com o celular na nuvem.

Reprodução

Quem é um assinante do “Amazon Prime” tem espaço ilimitado para salvar as fotos na nuvem e 5 GB para os vídeos. Já quem não tem a “assinatura Prime” ainda tem 5 GB de espaço gratuito na nuvem para fotos e vídeos.

Dubox Cloud Storage – Android/iOS

Uma opção um pouco menos conhecida de nossa lista é o Dubox Cloud, que oferece até 1 TB gratuito de espaço para seus usuários. De forma geral, ele funciona como um serviço de armazenamento comum na nuvem para arquivos, mas também é capaz de encontrar de forma automática os seus vídeos e fotos para armazenar na internet.

Reprodução

O Olhar Digital realizou alguns testes com a ferramenta e ela funcionou bem, mas a sua velocidade de upload deixou um pouco a desejar.

Flickr – Android/iOS

Uma opção bastante tradicional e com o foco em manter fotos sem perder qualidade na nuvem é o Flickr. Apesar de não especificar o “quanto de espaço” seus usuários tem, o plano gratuito do serviço permite armazenar até 1.000 arquivos entre fotos e vídeos.

Reprodução

Mega – Android/iOS

Já outro serviço bastante popular e que também pode ser usado para manter as suas fotos e vídeos automaticamente na nuvem é o Mega. Apesar de não trazer grandes funções para organizar os seus álbuns, o serviço oferece em torno de 50 GB de espaço, um espaço que pode ser considerado até mesmo generoso de forma gratuita.

OneDrive – Android/iOS

Mais um serviço bem interessante para manter as suas fotos e vídeos com qualidade na nuvem fica por conta do OneDrive da Microsoft. A sua organização, de forma geral, acaba sendo bem eficaz e você consegue gerenciar nele até mesmo documentos do Office.

Reprodução

A parte negativa dele é que o seu plano gratuito dá apenas 5 GB de espaço. Entretanto, o serviço traz diversas opções de plano e um espaço generoso para quem assina o Office 365.

Autosync e Piktures – Android

A última opção de nossa lista, na verdade, se trata de uma dica para ser realizada com dois apps em conjunto. Hoje em dia está cada vez mais comum as pessoas utilizarem diversos serviços na nuvem, que podem atender diferentes necessidades por conta de seus planos ou funções específicas.

Reprodução

Assim, o “Autosync” é um aplicativo que  pode ser usado para enviar arquivos diretamente para diferentes serviços na nuvem de forma automática. Enquanto isso, com um visual bem prático, o “Piktures” é capaz de mostrar de forma organizada as suas fotos e vídeos armazenados de diferentes serviços na nuvem em apenas um local. Para usar estes dois aplicativos e todas suas funções, vale notar, é necessário adquirir a licença deles.

fonte: olhar digital

Poradmin

Google Fotos perderá armazenamento ilimitado gratuito em 2021

A Google anunciou que encerrará o backup ilimitado de fotos e vídeos do aplicativo Google Fotos. A mudança será aplicada em 1° de junho de 2021 e, a partir da data, todo conteúdo salvo em nuvem pelo app será contabilizado nos 15 GB de armazenamento gratuito que acompanham os serviços da empresa.

Atualmente, o Google Fotos permite que os usuários de smartphones façam backup de todas fotos e vídeos sem se preocupar com armazenamento. Segundo a empresa, a mudança não vai afetar arquivos já salvos no serviço, apenas novos uploads realizados a partir de junho de 2021.

“Para facilitar a transição, isentaremos todas as fotos e vídeos de alta qualidade dos quais você faz backup antes de 1º de junho”, explica a companhia. “Isso inclui todas as fotos e vídeos de alta qualidade que você armazena atualmente com o Google Fotos.”

Alto volume de uso

Segundo a empresa, a limitação serve para garantir uma “melhor experiência” para todos os usuários dos serviços em nuvem da Google, já que a demanda por armazenamento é alta. A companhia estima que mais de 4,3 milhões de GB de arquivos são adicionados diariamente nas plataformas da companhia, incluindo Gmail, Drive e Fotos.

A Google disse que a limitação permitirá que a empresa “continue investindo nesses produtos” durante os próximos anos. A gigante da web também ressaltou que usuários de smartphones Pixel não serão afetados, já que possuem armazenamento ilimitado na nuvem vinculado ao celular.

A empresa também ressaltou que vai mudar suas políticas para contas inativas. Caso o usuário não utilize um serviço por mais de dois anos, a Google pode começar a deletar arquivos guardados em nuvem. Se o limite de armazenamento de 15 GB for rompido por mais de 24 meses, a empresa também pode passar a borracha em alguns arquivos.

“Iremos notificá-lo várias vezes antes de tentarmos remover qualquer conteúdo para que você tenha amplas oportunidades de agir”, disse a Google.

Como aumentar o armazenamento

Apesar de os 15 GB gratuitos serem compartilhados pelos serviços da empresa, a Google está otimista com a mudança. A companhia estima que a grande maioria dos usuários pode demorar “muitos anos” para preencher a cota gratuita para arquivos em nuvem, mesmo com a adição do Fotos nessa conta.

Fonte:TecMundo

Poradmin

Como usar o ‘botão de compras’ do WhatsApp

Nova função do WhatsApp ajuda você a negociar e falar sobre um produto com a loja desejada. Confira como usá-la!

WhatsApp Business é um aplicativo que ficou muito popular para quem tem um comércio devido a ter recursos bem úteis para os empresários entrarem em contato com seus clientes de uma forma fácil. Já uma função interessante no mensageiro é a de “catálogo de produtos“, que agora ganhou mais um tipo de aliado.

Nesta semana, o WhatsApp ganhou um “botão de compras“, que faz com que clientes saibam que estão falando com uma empresa e tenham acesso aos seus produtos de forma mais fácil. A seguir, veja como usar o botão de compras do WhatsApp.

Importante

Diferente de muitos outros recursos recém lançados pelo WhatsApp, não é necessário usar a versão Beta do aplicativo para ter acesso ao botão de compras.

Como usar o botão de compras do WhatsApp

O processo para usar o “botão de compras” no WhatsApp é bem simples, sendo que as “lojas” só precisam ter um “catálogo de produtos” para que ele funcione corretamente com seus clientes. Veja:

1. Acesse a Google Play ou a App Store e atualize o WhatsApp para a última versão disponível;

2. Caso tenha algum processo aberto do WhatsApp no celular, feche-o;

3. Abra o WhatsApp normalmente e entre na tela de conversa com a empresa desejada;

Reprodução

4. Ao lado de seu nome, clique no ícone representado por uma “loja” e escolha um produto de seu catálogo;

Reprodução

5. Então, toque em “Conversar com a empresa” e, de volta a tela de conversa, você vberá que o produto selecionado já estará sendo “mencionado”.

Reprodução

Além de poder usar o botão de compras do WhatsApp pelo celular, esta mesma função também está disponível no WhatsApp Web. Então, assim como foi feito no aplicativo, basta clicar no botão da “loja” e escolher um produto de seu catálogo para começar a falar e negociar.

Reprodução

Pronto! Agora, você já sabe como usar o botão de compra do WhatsApp, que deve facilitar a vida de muita gente na hora de negociar e comprar o produto ou usar o serviço de uma loja.

fonte: olhar digital

Poradmin

Primeiros caixas eletrônicos de criptomoedas chegam ao Brasil

A empresa estadunidense Coin Cloud instalou no Brasil os primeiros caixas eletrônicos voltados para criptomoedas. Presentes em locais de São Paulo e Rio de Janeiro, as máquinas permitem realizar transações com 29 tipos diferentes de criptoativos como BitcoinEthereum e outras.

Assim como um caixa eletrônico comum, o usuário só precisa de seguir uma série de instruções na tela da máquina para realizar transações rápidas. Segundo a empresa responsável pelo serviço, o sistema chega ao país com toda a interface em português.

As máquinas da Coin Cloud parecem caixas eletrônicos comuns, mas são voltadas para transações com criptomoedas

As máquinas da Coin Cloud parecem caixas eletrônicos comuns, mas são voltadas para transações com criptomoedasFonte:  Coin Cloud 

As compras e vendas são feitas após a realização de uma verificação em duas etapas com o celular. Em seguida, o usuário só precisa escolher o criptoativo que será negociado e inserir o dinheiro.

Após a operação, o dinheiro depositado é transferido instantaneamente para a carteira digital do consumidor. No lançamento, os usuários terão a opção de realizar compras a partir de R$ 10 e vendas de pelo menos R$ 50.

Expansão para o Brasil

Dos 10 caixas eletrônicos que a Coin Cloud instalou no país, uma máquinas está na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, enquanto os outros nove aparelhos podem ser utilizados em São Paulo, nos bairros Pinheiros, Jardins, Itaim Bibi, Brooklin e Vila Andrade, além de Alphaville e Sorocaba.

O Brasil é o primeiro país do mundo a receber os serviços da Coin Cloud fora dos Estados Unidos, e a empresa promete que mais caixas devem ser instalados futuramente. A companhia oferece seus serviços na América do Norte desde 2014 e já possui mais de mil máquinas instaladas.

Segundo Chris McAlary, CEO da Coin Cloud, o país foi escolhido para dar início à expansão da empresa por causa do interesse crescente dos brasileiros por criptoativos. “Uma pesquisa recente, publicada pela Forbes, coloca o país em segundo lugar em porcentagem de pessoas que possuem criptomoedas, atrás apenas da Turquia”, explica o executivo.

Recentemente, o governo brasileiro também mostrou interesse no setor e confirmou que uma criptomoeda oficial do Brasil está em desenvolvimento.

fonte: tecmundo

Poradmin

Brecha de segurança no Windows permite que hackers controlem PCs

Uma nova falha de segurança crítica foi encontrada em todas as versões ativadas do Windows, desde a 7 até a 10. A vulnerabilidade, relacionada a um problema de criptografia no kernel do sistema operacional, permite que terceiros invadam PCs e os controlem como quiserem, de acordo com a equipe de segurança do Project Zero, encabeçado pela Google – que havia dado um prazo de sete dias para publicar novos detalhes.

Segundo a Microsoft, o alerta deve ser observado com cautela, já que, afirma, não há evidências de que a questão tenha sido explorada, declarando, também, que quaisquer ameaças são limitadas. A empresa ainda complementa que a brecha, chamada de CVE-2020-17087, depende de outra para representar perigo, a CVE-2020-15999, já corrigida em patches anteriores.

Portanto, aqueles que mantêm seus SOs devidamente atualizados, aparentemente, não precisam se preocupar.

Expectativas e ações

A companhia fundada por Bill Gates não cumpriu o limite estabelecido pelo Project Zero, mas espera-se que o próximo pacote, programado para 10 de novembro, traga a solução. “Desenvolver uma atualização de segurança é um equilíbrio entre pontualidade e qualidade”, disse um representante à Forbes.

Ainda que qualquer risco imediato deva ser tratado com urgência, é preciso levar em conta as ressalvas indicadas pela Microsoft. De qualquer modo, a princípio, se tudo estiver em sua última versão, não é preciso entrar em pânico.

Fonte:TecMundo

Poradmin

iPhone 12 é compatível com recarga reversa sem fio, indica FCC

Os novos iPhone 12 são capazes de realizar recarga reversa em acessórios da mesma marca, indicam documentos listados no FCC ID. A ferramenta ainda estaria desabilitada, enquanto a Apple prepara acessórios totalmente compatíveis com o compartilhamento de energia.

Flagrados pelo jornalista Jeremy Horwitz, do site VentureBeat, os documentos afirmam que o iPhone 12, 12 mini12 Pro e 12 Pro Max são compatíveis com carga e recarga por indução, ou seja, podem fornecer energia para acessórios em distâncias curtas, como um carregador sem fio.

“Além de ser compatível com recargas oriundas de um carregador WPT (Wireless Power Transfer) de mesa, os modelos do iPhone de 2020 também são compatíveis com o fornecimento de energia em 360 kHz para carregar acessórios, incluindo um acessório Apple no futuro”, descreve um dos documentos listados noFCC, mencionando todos os dispositivos da linha.

Entretanto, a Apple não citou a compatibilidade com a ferramenta durante o lançamento e as análises lançadas até o momento não revelam a inclusão da ferramenta na atual versão do iOS. Até o momento, o MagSafe é a única novidade relacionada ao carregamento sem fio descrita nos artigos e, curiosamente, os imãs seriam poderosos aliados para recargas de acessórios.

Ademais, o documento afirma que a recarga reversa do iPhone 12 tem potencial limitado aos acessórios Apple e necessita que o smartphone esteja conectado a uma fonte de energia. Ao que parece, os testes da FCC avaliaram somente quando alimentado pelo carregador para tomadas — aquele que não é incluído na caixa —, então não se sabe se a recarga por conexão USB seria compatível.

A descrição do recurso no documento levanta a possibilidade de um lançamento futuro, tornando o iPhone 12 como fonte de energia auxiliar para acessórios durante a noite, enquanto os telefones estão conectados à tomada.

É possível que a Apple esteja aguardando o próximo lançamento de acessórios para apresentar a funcionalidade e acrescentá-la nos novos iPhones 12 através de uma atualização de sistema operacional. Quando contatada pelo The Verge, a Apple não se manifestou sobre o assunto a tempo para a elaboração da matéria.

Fonte:TecMundo

Poradmin

Beta do WhatsApp no iOS permite controlar melhor o uso da memória

Recurso já está presente na versão Android há quase um mês, mas só agora está chegando ao sistema operacional da Apple.

Usuários do WhatsApp no iOS vão receber em breve um recurso já existente na versão Android, o qual mostra um relatório detalhado de como as conversas no app estão usando a memória interna de seu smartphone. Além disso, uma nova tela traz mais indícios de que, em breve, o WhatsApp terá suporte a múltiplos dispositivos, um dos recursos mais pedidos entre os usuários.

O relatório de armazenamento fica em Settings /Storage and Data/Manage Storage. Lá o usuário verá uma nova interface, com três seções. A primeira tem uma barra, indicando quanto de espaço em seu aparelho os dados (conversas, áudio, vídeo, imagens, etc) do WhatsApp estão ocupando, em relação ao uso total da memória interna.

Na segunda seção, o usuário pode ver quais arquivos foram compartilhados, para excluir mídia desnecessária e liberar espaço. Isso inclui arquivos encaminhados e arquivos grandes.

Na última seção, há uma lista das conversas, com a possibilidade de buscar por alguma específica. Este novo relatório só está chegando agora ao iOS, mas existe no Android desde a versão 2.20.201.9, lançada no fim de setembro.

Outra novidade é uma tela para “usar o WhatsApp em outros dispositivos”, indicando que o tão aguardado suporte a múltiplos aparelhos está próximo. Um botão chamado “Link a device” permite conectar um dispositivo a uma conta, e será possível usar até quatro aparelhos em uma conta. No momento, entretanto, este recurso está inativo.

Finalmente, silêncio

Um outro recurso há muito aguardado chegou a todos os usuários do WhatsApp nesta última semana: a capacidade de silenciar permanentemente uma conversa. Antes só era possível fazer isso por oito horas, uma semana ou um ano. Agora, a opção de um ano foi substituída por “para sempre”.

Pode parecer uma opção radical, mas é útil para quem não quer acompanhar em tempo real todas as mensagens de um grupo de alto tráfego, ou aqueles grupos de família dos quais não dá para sair.

Fonte:OlharDigital

Poradmin

iOS 14 continua trocando apps padrão do sistema mesmo após atualização

Empresa liberou correção especificamente para solucionar problema, mas ele continua acontecendo quando a troca é feita pela App Store.

iOS 14 é o mais aberto da história da Apple, e a empresa segue mostrando que essa não é sua especialidade. Com o lançamento do iOS 14.1, o sistema operacional continua trocando o app padrão para email e navegador automaticamente após o usuário definir outras opções que não o Mail e o Safari.

Quando a Apple liberou o iOS 14, um bug fez com que, sempre que o celular reiniciasse, o sistema restaurasse os apps para os da própria companhia. Após algumas queixas, uma atualização foi rapidamente produzida e liberada, corrigindo o problema, mas não totalmente.

Mesmo com o iOS 14.1, o sistema ainda não consegue manter as definições do usuário quando o ajuste é feito por meio da App Store. O processo pode ser visto abaixo, como exposto pelo desenvolvedor exposto pelo desenvolvedor David Clarke no Twitter e divulgado pelo site The Verge.

Até o momento, a Apple não se manifestou sobre o problema, mas é bastante provável que a correção seja incluída em uma atualização menor que venha a ser lançada nas próximas semanas, sem precisar esperar pelo iOS 14.2. Para isso, no entanto, é necessário reconhecer o bug e se dispor a corrigi-lo.

O iOS 14 foge bastante do que a Apple está acostumada a fazer para o iPhone. Além de permitir a troca dos aplicativos padrão do sistema, o software também trouxe uma capacidade mais profunda de personalização, com a possibilidade de definir widgets e de remover ícones da tela principal, ao estilo do Android, oferecendo novas formas de organização.

Fonte:OlharDigital

Poradmin

Golpe do WhatsApp muda de clonagem para ‘falsificação’ de contas

Criminosos brasileiros mudaram a técnica para realizar o famoso golpe do WhatsApp. Desde maio de 2019, a Kaspersky alertou sobre este risco, que já usou anúncios online e convites para festas VIP, mas agora a tática é mais simples: a criação de perfis falsos. Usando dados pessoais vazados, esses grupos só precisam da foto do perfil de um usuário do aplicativo para iniciar a extorsão das vítimas.

A grande diferença desta nova modalidade de golpe é que quem tem o perfil “falsificado” não fica sabendo que os criminosos estão usando sua identidade para aplicar a extorsão. Isso ocorre porque os bandidos já tiveram acesso a dados pessoais das vítimas. Esta é a principal mudança no esquema do golpe.

Para manter a operação, os criminosos compravam banco de dados com muitas informações pessoais, como endereços, telefone, local onde trabalha, preferência de lazer e afiliação e indicações de pessoas próximas. Os criminosos que comercializam essas informações foram nomeados como Data Brokers, termo que acabou nomeando a operação da Polícia Civil de Goiás realizada em 9 de setembro.

Data Brokers

Os Data Brokers não operam o golpe, mas são parte crítica da operação. Eles são responsáveis por obter os dados pessoais para os bancos de dados e organizam os ataques contra empresas que detém registros de internautas.

“Aqui, todos os tipos de empresa podem ser vítimas. Logicamente que lojas online são alvos óbvios, mas qualquer empresa conta com banco de dados de funcionários e de clientes que podem ser usados para abastecer este esquema”, afirma Fabio Assolini, analista sênior de segurança da Kaspersky.

Depois de comprarem as informações pessoais dos Data Brokers, os criminosos ainda procuram nas redes sociais pelos nomes e fotos das pessoas para serem usadas nas contas que aplicarão a extorsão. “Por isso podemos dizer que as contas são falsificadas e é por isso que a pessoa não fica sabendo que sua identidade está sendo usada em um golpe”, destaca Assolini.

Como acontece o novo golpe

O analista explica que, para iniciar o golpe, a primeira mensagem que os criminosos enviam a familiares e amigos é “troquei meu celular”. Após uma rápida troca de mensagem para ludibriar a vítima, o criminoso fará a famosa solicitação de empréstimo de dinheiro para pagar uma conta ou realizar uma compra e o novo celular é a desculpa perfeita para a falha na transferência. De acordo com os dados divulgados no dia em que a operação Data Broker foi deflagrada, os prejuízos com as extorsões somavam R$ 500 mil.

Este mesmo esquema também foi usado pelo grupo de criminosos preso na operação Peregrino III, realizado em 14 de outubro pelas Polícias Civis de Goiás e São Paulo.

Para evitar este golpe é importante manter a dupla autenticação ativa. A mudança da tática usada pelos criminosos mostra que está mais difícil efetuar o roubo da conta. Porém se a situação facilitar, eles voltarão a focar nesta tática.

Para ativá-la, siga os passos a seguir:

  • Vá ao menu “configurações” no canto superior direito;
  • Entre na opção “Configurações”;
  • Em seguida clique em “Conta”;
  • Selecione “Confirmação em duas etapas;
  • Crie um código de seis dígitos que será sua dupla autenticação.

fonte: tecmundo

Poradmin

Microsoft instala Office através do Edge sem permissão do usuário

Microsoft está promovendo as versões gratuitas e online de alguns aplicativos da plataforma Office em computadores com o Windows 10 e o navegador Microsoft Edge em sua versão mais recente, que roda a partir do motor Chromium.

Usuários que não são assinantes de planos do Microsoft 365 ou não possuem os programas instalados notaram o surgimento de ícones do Word, Excel, PowerPoint, OneNote e Outlook no Menu Iniciar — sem qualquer aviso por parte da companhia ou pedido de permissão para a instalação.

O recurso foi adotado a partir do Microsoft Edge por ser um PWA (Progressive Web Apps), aplicativos online carregados diretamente ou com base em um browser, e exige qualquer conta da Microsoft para login. O recurso existe no navegador desde 2019, mas só agora parece operar com o pacote Office, Por enquanto, apenas usuários selecionados do programa Windows Insiders receberam a novidade, mas ela deve chegar para mais regiões e grupos em breve.

A medida foi recebida de forma controversa: há quem elogie a Microsoft por promover o próprio ecossistema, mas alguns usuários não curtiram o comportamento sorrateiro da empresa em relação aos próprios produtos, sendo que ela já foi criticada anteriormente por tentar forçar a instalação e padronização do Edge como navegador principal.

Fonte:OlharDigital