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Apple libera iOS 13.6 com eletrocardiograma para Apple Watch no Brasil

Nesta quarta-feira (15), a Apple liberou o iOS 13.6 para iPhones a partir do modelo iPhone 6s. Dentre as novidades mais esperadas está a possibilidade de realizar eletrocargiograma (ECG) no Apple Watch com a ajuda do watchOS 6.2.8.

A atualização também oferecerá aos usuários uma notificação de ritmo cardíaco irregular, permitindo registrar batimento cardíaco acelerado ou descompassado ao longo do dia. A tecnologia pode ajudar os usuários a descobrirem arritmia cardíaca, por exemplo.

O iOS 13.6 traz ainda compatibilidade com chaves digitais de carros (Car Key) e adiciona uma nova categoria de sintomas ao app Saúde, que permite aos usuários adicionarem sintomas de várias doenças, escolhendo entre opções como dores musculares, dores no corpo, alterações no apetite, tosse, tontura, dor de cabeça, náuseas, entre outros.

A Apple também lançou uma atualização do iOS 12.4.8 para dispositivos mais antigos que não podem executar o iOS 13. Além disso, o iPadOS 13.6 também foi disponibilizado para donos de iPads e, para acessar as atualizações, basta acessar Ajustes > Geral > Atualização de Software.

Fonte:TecMundo

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Google Cloud lança ferramenta que protege dados até dele mesmo

As Confidential Virtual Machines colocam uma camada extra de criptografia em dados enquanto estão sendo processados na nuvem, tornando-os inacessíveis até pela própria infraestrutura da plataforma

Serviços de computação na nuvem geralmente criptografam dados que estão em trânsito (upload e download) ou que estão armazenados. Porém, empresas que precisam processar ativamente informações mantidas em plataformas de terceiros, podem se ver expostas nessa brecha de segurança.

Com clientes como PayPal, HSBC e Bloomberg, o Google está lançando um novo recurso do que a companhia chama de “computação confidencial”: as Confidential Virtual Machines prometem dados criptografados e inacessíveis, mesmo enquanto os clientes os acessam para indexá-los ou treinar modelos de aprendizado de máquina.

“Dados precisam ser processados, e para isso você os carrega na memória sem qualquer proteção adicional. A computação confidencial tenta resolver este problema”, explica Nelly Porter, gerente sênior de produtos do Google Cloud. Os ambientes de computação confidencial mantêm os dados criptografados na memória e em outros lugares fora da unidade central de processamento (CPU) como uma camada extra de segurança.

A ideia é que as Confidential Virtual Machines protejam os dados para que não sejam acessíveis mesmo pela infraestrutura geral do próprio Google Cloud Services. Em uma plataforma na nuvem em que muitos clientes compartilham a mesma infraestrutura, máquinas virtuais são uma ferramenta comum para manter os clientes separados. O novo sistema cria uma proteção interna dentro da infraestrutura para que um cliente possa descriptografar dados para processamento em um ambiente acessível somente por ele.

“Um administrador tem a capacidade de ver o que está acontecendo em cada uma dessas máquinas virtuais. E se eu tiver um invasor em uma delas, existem ferramentas que permitem que ele invada as máquinas virtuais ‘vizinhas’, porque nem tudo é criptografado”, explica Greg Gibby, gerente sênior de produtos da AMD, responsável pelo processador que cuida da segurança. Com as Confidential Virtual Machines ativadas, os dados são descriptografáveis ​​no próprio chip, mas permanecem criptografados para todos os outros, incluindo o Google, pois não podem acessar as chaves de liberação armazenadas apenas no chip.

Além de Google e AMD, outros líderes do setor, como ARM, Intel, Microsoft, Facebook e Huawei, estão desenvolvendo ferramentas em computação confidencial. Porém, especialistas em segurança advertem que a solução do Google ainda depende de hardware potencialmente vulnerável.

Fonte:OlharDigital

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Android 11 quer impedir que fabricantes ‘matem’ apps em 2º plano

Fabricantes como XiaomiHuawei e Samsung usam customizações do Android que limitam intensamente aplicativos em segundo plano, o que pode prejudicar a usabilidade de certos serviços. Para contornar esse problema que “mata apps” para priorizar a energia, a Google promete trazer novas funções no Android 11 que darão mais poder aos usuários.

Em uma sessão de perguntas no Reddit, os engenheiros da Google comentaram sobre as soluções que estarão presentes no Android 11 para garantir que apps não sejam desabilitados pelas customizações de fabricantes. Segundo o time do sistema operacional, as novidades incluem opções para o usuário e também desenvolvedores.

De acordo com a equipe do Android, o usuário terá opções para sobrepor as decisões tomadas por softwares de gerenciamento de energia das interfaces customizadas. Assim, quando um app for desabilitado de maneira prejudicial à experiência de uso, uma notificação aparecerá e trará a opção de torná-lo funcional novamente.

Já os desenvolvedores receberão mais ferramentas para identificar problemas em seus softwares que podem levar a conflitos com o sistema operacional. Uma nova API do Android 11 promete entregar mais detalhes sobre o comportamento das interfaces customizadas para o SO, facilitando a vida das equipes de criação de aplicativos.

Outra medida tomada pela Google será o fim de uma lista de apps privilegiados que são imunes e sempre podem rodar em segundo plano. Atualmente, o Android evita que grandes aplicativos como WhatsApp sejam desabilitados pelas interfaces customizadas, o que é considerado injusto por desenvolvedores menores.

Os engenheiros da Google também esclareceram que as novas medidas não abrirão portas para apps mal intencionados. Segundo a equipe responsável pelo Android 11, o sistema receberá “medidas extras de prevenção contra comportamento abusivo de aplicativos.”

O Android 11 está em fase de desenvolvimento beta atualmente e deve chegar ao mercado em sua versão final entre setembro e outubro, quando a Google deve lançar o Pixel 5.

Fonte:TecMundo

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Windows 10 ficará mais seguro e rápido com a tecnologia KDP

Esta semana, a Microsoft deu detalhes de uma nova tecnologia que vai deixar o Windows 10 mais seguro, chamada Proteção de Dados do Kernel (KDP, na sigla em inglês). Como o nome indica, o recurso vai tornar partes do kernel do sistema inacessíveis para modificações provenientes de softwares mal intencionados.

Como funciona o KDP

Com o recurso do KDP, a Microsoft vai fornecer aos desenvolvedores, acesso a APIs que lhes darão a possibilidade de designar partes do kernel do Windows como seções que tenham apenas a permissão de leitura.

A equipe responsável pelo kernel do Windows 10 explicou que há casos em que os invasores usam drivers assinados vulneráveis para atacar estruturas de dados de políticas do SO, e instalam drivers não assinados e com código malicioso. O KDP vai garantir que as estruturas de dados de políticas fiquem seguros contra modificações, uma vez que ficarão disponível apenas “como leitura”, impedindo que malwares corrompam a memória do sistema.

A tecnologia foi criada com foco em segurança, mas também vai ajudar a aprimorar aplicativos antifraude e os de gerenciamento de direitos digitais (DRM).

Além da segurança

Além do benefício principal, o KDP traz vantagens secundárias para os usuários do Windows 10, como:

  • Melhorias de desempenho – Liberação de recursos do sistema ao eliminar a necessidade de determinadas checagens de segurança periódicas;
  • Confiabilidade aprimorada – Facilita o diagnóstico de erros de corrupção de memória que não representam necessariamente vulnerabilidades de segurança;
  • Ampliação da segurança baseada em virtualização – Como o KDP funciona em paralelo com um recurso chamado de “segurança baseada em virtualização” (VBS, na sigla em inglês), a Microsoft espera uma maior adoção a essa tecnologia, que já é bem suportada em plataformas de hardware populares.

O KDP já está sendo testado no programa Insider do Windows 10, mas a companhia não deu previsão de quando ele será lançado em uma versão final do sistema.

Fonte:TecMundo

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Apple lança beta público do iOS 14, iPadOS 14 e outros sistemas

Apple liberou nesta quinta-feira (9) as versões beta públicas dos seus recentes sistemas operacionais. Usuários do iPhone, iPad, Apple Watch, Apple TV e computadores Mac podem fazer o download das atualizações e testar as novidades antes do lançamento oficial, previsto para o final de 2020.

Os novos iOS 14, iPadOS 14, macOS Big Sur, tvOS 14 e watchOS 7 foram anunciados na conferência para desenvolvedores ‘WWDC’, no mês de junho. Na data, a Apple liberou o download de uma prévia para desenvolvedores testarem os updates antes do lançamento da versão pública.

A instalação de uma versão beta de qualquer um dos sistemas da Apple é gratuita. Mas estas não são as versões finais e contém bugs que podem atrapalhar a usabilidade dos dispositivos.

A menos que a curiosidade realmente aperte, o recomendável é não instalar. Se o fizer, por outro lado, um backup pode evitar possíveis perdas. O download dos softwares pode ser feito nesta página oficial da Apple. No suporte da companhia, também existe uma página que ensina como remover uma versão beta do sistema com segurança.

O que há de novo?

No primeiro evento 100% online, devido à pandemia de coronavírus (Sars-Cov-2), a Apple trouxe para o iPhone uma repaginada no visual. Agora, o iOS 14 permite adicionar widgets na tela inicial, traz uma biblioteca de aplicativos, torna o visual do assistente virtual Siri e das ligações mais enxuto, além de trazer um modo picture-in-picture (PiP) para vídeos.

O iPadOS 14 também ganhou os novos widgets, que ficam na área esquerda da tela. Os aplicativos do sistema também estão mais parecidos com o visual do macOS, tanto que os tablets ganham um modo de busca semelhante ao ‘Spotlight’.

Já o sistema operacional para computadores da Apple teve mudanças visuais que lembram o iOS e o iPadOS. O novo macOS Big Sur ganha uma ‘Central de Controle’ e uma nova ‘Central de Notificações’ – também com widgets –, alguns ícones foram reformulados e melhorias no navegador Safari. Em todas as versões do sistema, a Apple também destacou melhorias de privacidade.

Fonte:TecMundo

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Dell XPS 13 é lançado no Brasil com fabricação local e 30% menos caro

A nova linha de notebooks Dell XPS 13 foi anunciada na manhã desta quarta-feira (8) para o Brasil. Ela conta com fabricação local, sendo o primeiro país fora da Ásia a produzi-la. Considerando isto, houve redução de custo de até 30% se comparada com a geração anterior, e as entregas para os consumidores deverão ser mais rápidas.

Os três modelos da linha possuem diferenças na resolução da tela, de 13 polegadas, que pode ser Full HD ou 4K, além de diferenças de RAM (LPDDR4 Dual Channel) e armazenamento.

Os preços são de R$ 8.999 para a versão (Full HD) com 8 GB de RAM e 512 GB de armazenamento; R$ 10.499 (Full HD) com 16 GB de RAM e 1 TB; e R$ 11.499 (tela 4K) com 16 GB de RAM e 1 TB. O último é o único com tela touchscreen.

Todos os notebooks contam com SSD NVMe (PCIe) Class 40 e processadores Intel Core i5 ou i7 da família ‘Ice Lake’. Na parte gráfica, os modelos têm suporte da Intel Iris Plus.

A pré-venda acontece entre os dias 14 e 21 de julho. No período, os compradores ganharão o monitor ‘SE2419HR’ de 24 polegadas (R$ 998), o adaptador USB-C ‘DA300’ (R$ 639) e um ano de suporte premium.

Boas mudanças

Os novos notebooks ganharam um novo sistema térmico com dois ventiladores, um tubo de calor e um condensador duplo para dissipar a temperatura pelas dobradiças. Ele também conta com o sistema de isolamento térmico ‘GORE’.

Eles são construídos em plástico 100% reciclado, fibra de carbono, fibra de vidro e alumínio. Em relação à última geração, esta possui teclas 9% maiores e touchpad 17% maior. O leitor de impressões digitais, no caso, fica no botão de energia.

O teclado (retroiluminado), por outro lado, continua sendo no padrão internacional. Segundo a empresa, o teclado ABNT-2 pode ser trazido no futuro de acordo com a escala de produção.

Bordas mais finas

Na parte da frente, o novo XPS 13 possui bordas mais estreitas nos quatro cantos. A Dell informa que a proporção de tela para o corpo é de 91.5%, com borda inferior de apenas 4.6 mm. Ele tem brilho 25% mais forte e vidro Corning Gorilla Glass 6.

A Dell ainda cita que os notebooks podem atingir até 18 horas de autonomia de bateria (52Wh). A linha traz 2 portas USB-C (Thunderbolt 3), uma porta USB-A 3.0, entrada de 3,5 mm (P2) e leitor de cartão microSD. Por outro lado, não traz slot para um segundo SSD.

Vale citar que existe uma opção do Dell XPS 13 com 32 GB de RAM no Estados Unidos. A marca informou que o modelo não será disponibilizado no Brasil.

Fonte:Tecmundo

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Microsoft pode remover o “Painel de Controle” do Windows 10

Na mais recente build de testes do Windows 10 (20161), a Microsoft substituiu as “Propriedades do Sistema” – seção acessada via “Painel de Controle” – por um atalho que leva o usuário ao aplicativo “Configurações”, que foi introduzido no Windows 8.

Atualmente, o usuário pode entrar nas Propriedades do Sistema clicando com o botão direito em uma área em branco da janela “Este Computador”, e depois clicando em Propriedades, ou simplesmente clicando no ícone Sistema, no Painel de Controle.

O recurso é extremamente útil para os usuários do Windows, pois há décadas é utilizado para a visualização de informações básicas sobre o hardware (tipo de processador, quantidade de memória instalada, etc.) e sobre a versão do Windows, assim como seu status de ativação. A janela também possui atalhos rápidos para outras configurações do computador, à direita e à esquerda.

Remoção do Painel de Controle?

No Windows 10 build 20161, se o usuário clicar no ícone Sistema, do Painel de Controle, é redirecionado à seção Sistema do app Configurações.

A Microsoft ainda não se pronunciou a respeito, mas essa modificação, talvez, represente uma futura remoção completa do Painel de Controle do Windows 10, que é um recurso existente desde o Windows 9x. A companhia pode estar preparando a migração de um app para o outro, aos poucos, seção por seção.

Essa alteração poderia deixar o Windows mais leve, tanto no consumo de recursos quanto no tamanho da ISO de instalação. No entanto, ela pode afetar drasticamente a forma como os usuários interagem com o sistema. E o fato é que o app de Configurações não parece ser muito popular, mesmo depois de tantos anos de lançado.

Se a Microsoft pretende tornar o app Configurações o único recurso de ajustes do PC, talvez seja necessário remodelá-lo completamente, antes da remoção das seções do Painel de Controle, que poderia gerar revolta por parte dos usuários do Windows 10.

Fonte:TecMundo

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Falha no Office está sendo explorada para infectar computadores

Hackers estão explorando uma vulnerabilidade antiga do Microsoft Office, que já foi corrigida, para espalhar malwares entre os computadores não atualizados, de acordo com relatório divulgado na última terça-feira (30) pela empresa de segurança Menlo Labs.

Segundo a companhia, a falha em questão é a conhecida como CVE-2017-11882, que atinge o editor de equações do Office, ferramenta usada em fórmulas matemáticas. O bug afetou as versões Office 2007 SP3, Office 2010 SP2, Office 2013 SP1 e Office 2016, mas foi corrigido há quase três anos.

Apesar disso, a Menlo Labs afirma ter detectado pelo menos três campanhas de ataques explorando a falha, realizadas recentemente. Elas atingiram empresas dos setores de entretenimento, imobiliário e bancário, na América do Norte e em Hong Kong. No primeiro ataque, os criminosos usaram um documento RTF para redirecionar as máquinas a sites falsos, onde elas baixaram o trojan RAT.

á na segunda e na terceira campanhas, foi usada uma planilha do Excel para infectar os computadores vulneráveis com o RAT Agent Tesla e o RAT H-Worm, respectivamente. Este tipo de código malicioso possibilita acessar os PCs infectados remotamente, para monitorar os usuários, baixar e instalar arquivos, roubar informações pessoais, minerar criptomoedas e outras atividades.

Atualização elimina riscos

Conforme o diretor de Pesquisa de Segurança da Menlo Labs Vinay Pidathla, o fato de ainda acontecer a exploração da falha CVE-2017-11882 demonstra que muitas empresas estão utilizando o pacote de aplicativos da Microsoft desatualizado.

Para ele, a instalação dos patches de segurança disponibilizados pela fabricante, bem como a atualização do sistema operacional, são essenciais para evitar os ataques. Pidathla cita ainda a importância de ter profissionais especializados em segurança cibernética nas empresas para monitorar situações como esta, diminuindo os riscos.

Quem utiliza as versões do Office afetadas pela falha e ainda não atualizou o programa pode encontrar os arquivos de correção da vulnerabilidade no site da Microsoft.

Fonte:TecMundo

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iOS 14 vai avisar se você escolher senhas muito fracas

Além das diversas novidades no visual e em recursos como widgets e Picture-in-Picture, o iOS 14 traz uma novidade a respeito de segurança, para ajudar o usuário a manter senhas mais seguras.

Trata-se de uma série de aprimoramentos no iCloud Keychain, que é o serviço de armazenamento de logins da empresa — tudo a partir da sua conta na nuvem e compatível com iPhones e iPads.

No iOS 14, a plataforma não só guarda os códigos para você, mas também avisa se eles são fortes o suficiente. Nas recomendações de segurança. o iCloud Keychain pode identificar o uso de senhas que são de fácil adivinhação (“123456” e “qwerty”, entre outras), já repetidas por muita gente ao redor do mundo (como “password”) ou até que foram divulgadas em vazamentos de bases de dados.

Caso a senha que você escolheu se enquadre em um dos casos, um alerta surge na tela a respeito da sequência, recomendando ao usuário acessar o site correspondente pelo navegador Safari para trocar as informações.

O iOS 14 ainda está em fase de testes e a versão estável deve ser lançada no último trimestre de 2020. A Apple já liberou a lista de aparelhos compatíveis com o novo sistema operacional — confira aqui se o seu faz parte dos que vão receber a atualização.

Fonte:TecMundo

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Novo menu Iniciar do Windows 10 começa a ser liberado hoje

No mês passado, a Microsoft revelou o design do novo menu Iniciar, que trará mudanças a fim de se integrar de forma mais harmônica com o tema escolhido para o sistema operacional. Agora, o novo Iniciar começou a ser liberado para testadores, nas versões do canal de desenvolvedores (previamente conhecido como “fast ring” – círculo rápido).

É interessante notar que a aplicação não virá por padrão na última build do Windows 10 lançado pela Microsoft, mas será liberado aos poucos para os testadores. Se você for um deles e não receber o novo Iniciar de imediato, terá que aguardar.

Mudanças sutis

Com o Windows 2004 (atualização de maio de 2020), a Microsoft aproveitou para lançar novos ícones para aplicativos do sistema e de terceiros.

O novo Iniciar, por enquanto, traz mudanças na parte visual, que visam uma melhor integração do menu com o tema aplicado ao SO. Isso pode ser percebido por meio do fundo dos ícones, tanto nos blocos dinâmicos quanto nos ícones da lista de apps. No primeiro caso, o fundo fica translúcido, se adequando ao tema (claro ou escuro); já no segundo caso, não há mais fundo por trás dos ícones dos apps que ficam na lista. Os ícones ficam diretamente sobre a cor do menu.

A Microsoft disse que essa será a configuração padrão, mas ela pode ser alterada de acordo com a vontade do usuário. Sendo assim, outras cores de fundo poderão ser aplicadas.

Alt + Tab renovado

Outra mudança introduzida no Windows build 20161, será em relação ao recurso Alt + Tab, que mostra as janelas dos apps utilizados e oferece a possibilidade de alternar entre elas.

A atualização do recurso fará com que cada aba do Edge apareça como uma janela. Dessa forma, além de alternar entre apps, o usuário poderá trocar de aba no navegador do Windows 10. Essa função poderá ser configurada para limitar a quantidade de abas que o usuário gostaria de ver no Alt + Tab, ou mesmo desabilitada.

Fonte:TecMundo