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PIX recebe aumento no limite e permite pagamentos com 100% da TED

O Banco Central liberou hoje (1) um aumento no limite de pagamentos do PIX, sistema de transferências bancárias gratuito lançado no ano passado. A partir de agora, é possível realizar operações com 100% do valor da TED ou compras no cartão de débito, o dobro da capacidade praticada anteriormente.

Com o aumento do limite, os usuários podem realizar transferências com valores maiores, mas o número exato é variável. As instituições financeiras definem o teto de pagamentos com o PIX, que pode mudar de acordo com as regras da banco, relação do cliente com o sistema e horário da operação.

Para saber o novo valor máximo que você pode transferir, é necessário entrar em contato com seu banco ou checar seu aplicativo de internet banking, que pode trazer a informação. Algumas instituições também divulgam os valores em seu site, como é o caso da Caixa, que oferecia teto máximo de R$ 5.000 e ainda não atualizou a tabela de limites.

O aumento de valor para transferências via PIX faz parte do planejamento do Banco Central para a ferramenta em 2021. Com a mudança, a tendência é que o sistema gratuito lançado no ano passado ganhe ainda mais força para substituir a TED e a DOC, bem como pagamentos com boleto e até dinheiro.

Fonte:TecMundo

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Como usar a função “autoexcluir mensagens” do Telegram

Além de ter ficado mais popular recentemente por conta das mudanças de políticas de privacidade do WhatsApp, o Telegram sempre teve alguns recursos bem interessantes e diferentes do outro mensageiro. Já nesta semana, o Telegram recebeu uma função nova para autoexcluir mensagens de conversas.

O novo recurso em questão funciona de forma bem similar aos “chats secretos” em que as mensagens podem ser apagadas para todos, inclusive funcionando em grupos. A seguir, confira como usar a função de autoexcluir mensagens de conversas no Telegram.

Importante

O recurso abordado a seguir foi implementado no Telegram 7.50 estável, que está disponível para Android e iOS. Para usar a nova função do Telegram em grupos ou canais, você precisa ser um dos administradores deles.

Como usar a função “autoexcluir mensagens” do Telegram

O processo para usar a nova função é bem simples, mas apresenta uma pequena diferença para ser usado no Android e iOS, que o passo a passo a seguir explica. Veja:

1. Acesse a Google Play ou a App Store e atualize ou baixe o Telegram na última versão disponível;

2. Abra o Telegram normalmente e entre na tela de conversa desejada;

Como usar a função “autoexcluir mensagens” do Telegram - Passo 1

3. No Android, toque no ícone representado por “três pontos” e vá em “Limpar histórico”. Já no iOS, selecione a mensagem desejada ao tocar e segurar sobre ela e vá em “Limpar Chat > Ativar Autoexcluir”;

Como usar a função “autoexcluir mensagens” do Telegram - Passo 2

4. Na janela que surge, em “Autoexcluir mensagens aqui”, selecione o período desejado para que elas sejam apagadas automaticamente e toque em “Ativar Autoexcluir”.

Como usar a função “autoexcluir mensagens” do Telegram - Passo 3

A partir deste momento, após passar o período definido, as mensagens serão excluídas de forma automática. Essa configuração, vale lembrar, ficará ativa para sempre ou até que você decida mudá-la, diferente do chat secreto que é usado “uma vez”.

Pronto! Agora, você já sabe como usar a função de autoexcluir mensagens do Telegram para ter ainda mais privacidade no mensageiro.

Fonte:OlharDigital

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WhatsApp explica o que acontece se você não aceitar novos termos

Depois de adiar a implementação de novos termos de privacidade, o mensageiro WhatsApp voltou a tocar no assunto. A companhia já anunciou o novo prazo para aceite da política, que entra em vigor em 15 de maio de 2021, e agora detalhou o que acontece com quem se recusar a acatar as regras.

Basicamente, a conta permanecerá ativa, mas o usuário depois de algumas semanas será proibido de enviar ou receber mensagens de texto — ou seja, o principal recurso do app de bate-papo.

“O WhatsApp não apagará sua conta, mesmo se você não aceitar a atualização dos Termos de Serviço até essa data. Entretanto, você não poderá usar alguns recursos do WhatsApp até aceitar essa atualização. Por um curto período, você ainda poderá receber chamadas e notificações, mas não poderá ler nem enviar mensagens pelo app”, diz a atualização na seção de perguntas e respostas do site oficial do mensageiro.

Relembre a polêmica

A limitação das funcionalidades está relacionada aos Termos de Serviço e Política de Privacidade do WhatsApp, que foram revisados e atualizados com novidades em relação à coleta de dados durante a interação com contas comerciais.

A polêmica gerada sobre o assunto foi grade a ponto de o mensageiro adiar a implementação da função, que já deveria começar em fevereiro de 2021.

Os usuários podem aceitar os temos de privacidade depois de 15 de maio de 2021, mas a partir desta data as consequências a quem não tiver concordado antes já podem ter entrado em vigor.

Fonte:TecMundo

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Após rejeição pública, WhatsApp retoma mudanças de privacidade com nova mensagem

Depois de todas as críticas recebidas pelo WhatsApp pela sua polêmica mudança nas políticas de privacidade, o aplicativo tentou ajustar sua mensagem para evitar assustar os usuários novamente. A partir desta quinta-feira (18), o app começará novamente a implementar as mudanças, com um novo formato de comunicação com o público.

O foco da mensagem sobre privacidade do WhatsApp agora é deixar claro o que é criptografado na plataforma. A empresa garante que as conversas entre usuários comuns continuarão a receber criptografia de ponta a ponta como sempre aconteceu. As mudanças acontecerão nas conversas com contas comerciais, quando o app é utilizado para, por exemplo, entrar em contato com o atendimento ao consumidor de uma loja virtual.

Essas mensagens trocadas entre cliente e empresas não são protegidas pela mesma criptografia de ponta a ponta das conversas pessoais. Elas, sim, poderão ser analisadas pelos sistemas do Facebook atrás de informações relevantes para anúncios e armazenadas no servidor da companhia. As mensagens pessoais trocadas no serviço são guardadas exclusivamente nos celulares dos usuários, sem cópias guardadas por nenhum intermediário.

As novas políticas de privacidade do WhatsApp devem entrar em vigor em 15 de maio, pouco mais de três meses após a data original de 8 de fevereiro, cancelada após reação negativa do público.

O WhatsApp também aproveitou o momento para criticar, principalmente, o Telegram, que se aproveitou do êxodo causado pela revolta com as novas políticas para se promover e alavancar sua base de usuários. A crítica gira em torno do fato de que o Telegram se apresenta como alternativa segura e privativa, mas que não oferece criptografia de ponta a ponta por padrão entre as conversas.

“Durante esse tempo, também entendemos que algumas pessoas podem querer testar os serviços oferecidos por outros aplicativos de mensagens e sabemos que alguns dos nossos concorrentes afirmam que não podem ler as conversas de seus usuários. É importante lembrar que se um aplicativo não oferece criptografia de ponta a ponta por padrão, isso significa que ele pode ter acesso ao conteúdo das suas mensagens. Outros concorrentes afirmam que são melhores porque têm acesso a ainda menos dados do que o WhatsApp. Nós acreditamos que as pessoas estão buscando um aplicativo que seja seguro e confiável, mesmo que para isso seja necessário que o WhatsApp tenha acesso a dados limitados. Antes de tomar uma decisão, levamos em consideração vários aspectos e continuaremos desenvolvendo novas maneiras para manter nosso compromisso de usar cada vez menos dados e não mais”, diz o comunicado.

Fonte:OlharDigital

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Microsoft corrige vulnerabilidade há 12 anos presente no Windows Defender

A Microsoft corrigiu uma vulnerabilidade do Windows Defender que estava presente no antivírus da Microsoft há 12 anos e acabou passando despercebida pela empresa e também por hackers durante todo este tempo. 

A falha, que foi chamada de CVE-2021-24092, foi descoberta em novembro de 2020 por uma equipe de pesquisadores da empresa de segurança digital SentinelOne. 

A vulnerabilidade foi observada em um driver que o aplicativo, que foi rebatizado para Microsoft Defender, utiliza para excluir arquivos invasivos e a infraestrutura que um malware pode criar no computador. 

Quando este driver exclui o arquivo malicioso, teoricamente, deveria substituí-lo por um novo e benigno para uma reserva de espaço em disco para a correção. Entretanto, os pesquisadores descobriram que o sistema não faz essa verificação corretamente, o que permite ao invasor a inserção de links de sistema que podem fazer o driver repor o arquivo errado ou até executar o código malicioso. 

Porta para invasores 

Tal vulnerabilidade poderia ser muito útil para potenciais invasores, uma vez que é um aplicativo que é instalado por padrão em máquinas com Windows, que é o sistema operacional mais utilizado em computadores pessoais e servidores. E, por se tratar de um antivírus, é um aplicativo altamente confiável dentro do sistema operacional. 

E, para completar, o driver vulnerável é assinado criptograficamente pela Microsoft para provar sua legitimidade. Ou seja, quem conseguisse explorar esta falha conseguiria excluir softwares ou dados cruciais, ou até mesmo direcionar o driver para executar seu próprio código para assumir o dispositivo. 

“Esse bug permite o aumento de privilégios”, disse Kasif Dekel, pesquisador de segurança sênior da SentinelOne. “O software executado com poucos privilégios pode se elevar a privilégios administrativos e comprometer a máquina”, completa.

Falha era de alto risco

A vulnerabilidade foi classificada pela Microsoft como sendo de alto risco, mas com algumas ressalvas importantes, sendo a principal delas o fato de que só um invasor que já tenha acesso, seja físico ou remoto, ao dispositivo de destino. 

Sendo assim, precisaria ser implantado junto com outras explorações na maioria dos cenários de ataque, mas isso não tornaria a entrada menos atraente para hackers. 

Tanto a SentinelOne quanto a Microsoft afirmam que não existem evidências de que a vulnerabilidade tenha sido descoberta, com a empresa de segurança escondendo potenciais cenários que possam ser explorados por potenciais invasores. 

Fonte:OlharDigital

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Microsoft marca data para encerrar suporte ao Office 365 e Teams no IE 11

Depois de milhares de sites pararem de funcionar no IE 11 no ano passado, chegou a vez da Microsoft anunciar a data limite em que serviços como o Office 365 e o Teams não serão mais suportados no browser lançado em 2013. A recomendação da empresa é migrar para a nova versão do Edge, baseada na plataforma Chromium do Google.

De acordo com a companhia, a partir do dia 17 de agosto de 2021, quem continuar utilizando o navegador, “pode esperar uma experiência ruim” ou até mesmo não conseguir se conectar à plataforma Office 365. Em postagem oficial em seu blog, a Microsoft confirmou na última sexta-feira (5) o fim do suporte dos serviços em navegadores antigos da empresa.

“Novos recursos do Microsoft 365 não estarão disponíveis ou podem parar de funcionar ao acessar o aplicativo pelo IE 11. Embora saibamos que essa mudança será difícil para alguns clientes, acreditamos que eles terão o máximo do Microsoft 365 ao utilizar o novo Microsoft Edge.

Por fim, a empresa diz que pretende “ajudar a tornar essa transição o mais suave possível”, e conclui dizendo que o novo Edge “oferece experiências melhores e mais inovadoras”.

Fim do suporte ao Microsoft Edge

O Edge — navegador nativo do Windows 10 lançado em 2015 — também vai parar de receber atualizações de segurança a partir do dia 9 de março de 2021. Em abril, a Microsoft vai liberar uma atualização obrigatória para o sistema que substitui a versão antiga do browser pelo Edge Chromium.

Embora os aplicativos da plataforma Office 365 e o Microsoft Teams deixem de receber novos recursos no IE 11, a Microsoft afirma que o browser ainda “vai continuar funcionando para aplicativos específicos voltados para o setor corporativo.

Usuários de outras versões do sistema da Microsoft, como o Windows 7 ou Windows 8/8.1, podem instalar o Edge Chromium pelo site oficial do navegador.

Fonte:OlharDigital

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iOS 14.5: nova função ‘ignora’ máscara e desbloqueia iPhone pelo Apple Watch

A Apple disponibilizou, nesta segunda-feira (1), o iOS 14.5 (nova versão do sistema operacional do iPhone) em versão beta para desenvolvedores. A principal mudança é a integração maior entre o iPhone e o Apple Watch, permitindo que o celular seja desbloqueado usando o relógio inteligente.

Na atualização, se o usuário estiver usando uma máscara – para se proteger da Covid-19, por exemplo – e tentar destravar seu iPhone usando o Face ID, o recurso de reconhecimento facial vai “enxergar” a máscara e ativar o destravamento pelo Apple Watch.

No entanto, vale uma ressalva: a função de detecção de pulso (“wrist detection”) do relógio tem que estar ativada. Caso contrário, o usuário terá que seguir o método padrão e digitar o código – ou remover/abaixar a máscara para desbloquear o celular apenas com o rosto.

O Apple Watch também deve estar destravado e contar com recurso de proteção via PIN (senha numérica). O iPhone emitirá um sinal para que o aparelho seja usado no destravamento, com a inserção da senha programada e, com isso, desbloquear o celular.

Outras mudanças do iOS 14.5

O iOS 14.5 também começa a implementar as mudanças de comportamento de privacidade (App Tracking Transparency), por ora, em apps próprios da Apple, como o AirPlay 2 e o Apple Fitness 2. A companhia já confirmou que essas mudanças também vão impactar apps de terceiros, o que vem gerando um desentendimento bem acirrado com o Facebook.

A integração aprimorada entre o Apple Watch e o iPhone é, sem dúvida, o destaque do iOS 14.5. A mudança mencionada acima vem sendo pedida por vários usuários que, em tempos de pandemia, viram a simples ação de destravar seu smartphone um pouco mais complicada devido às medidas de restrição sanitária.

Ainda não há uma data específica para que a versão pública do iOS 14.5 seja lançada para todos usuários.

Fonte:OlharDigital

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Signal e WhatsApp: quais as diferenças entre os dois apps

Com a recente alteração nos termos de uso e privacidade do WhatsApp, o número de usuários buscando por mensageiros alternativos aumentou. Dentre todas as opções, dois se destacam: Signal e Telegram. Mas o que possuem de especial para terem roubado a atenção dos usuários do maior mensageiro do mundo?

Para se tornar um dos aplicativos de mensagens mais proeminentes das lojas oficiais do Google e Apple em dezenas de países nos últimos dias, o Signal passou, praticamente, três anos no ‘escuro’. Voltado à privacidade do usuário, o app nasceu em 2017 graças à dupla Brian Acton e Moxie Marlinspike. O primeiro já era uma figura muito conhecida no meio da tecnologia: antes do Signal, Acton foi cofundador do famoso WhatsApp. PUBLICIDADE

Ainda novo, com apenas um ano, o mensageiro já começava a despertar a atenção de inúmeras personalidades, como o ex-NSAEdward Snowden, Jack Dorsey, CEO do Twitter, Laura Poitras, jornalista e cineasta, e Elon Musk, CEO da Tesla. 

Por outro lado, o WhatsApp, fundado pelo mesmo Brian Acton e Jan Koum, colegas que passaram quase 20 anos no Yahoo!, ganhou o mundo em 12 anos de existência. Presente em 180 países e com mais de 2 bilhões de usuários, ele se tornou o aplicativo de bate-papo mais utilizado no Brasil. 

Apesar de terem o cofundador em comum, eles guardam recursos distintos. O Olhar Digital fez um rápido comparativo entre os dois mensageiros e traçou as principais diferenças entre eles. Confira. 

O WhatsApp oferece muitos recursos em um aplicativo de mensagens. Wallpapers, grupos com suporte até 256 pessoas, exportação de chats para outros aplicativos (de maneira individual), personalização de toques para conversas e mensagens temporárias, essas com duração de 7 dias. PUBLICIDADE

Além disso, há também outros recursos extras, como o Status, uma espécie de ‘stories’, muito popular para quem gosta de compartilhar imagens ou recados com duração de 24 horas. 

No que diz respeito ao armazenamento e backup de conversas e conteúdo, o app permite que o usuário utilize serviços de nuvem como iCloud e Google Drive.

WhatsApp
WhatsApp. Imagem: BigTunaOnline/Shutterstock

Em relação ao compartilhamento, o WhatsApp limita o tamanho de fotos, vídeos e áudios até 16 MB. Já para documentos, é permitido o envio de até 100 MB. 

Além disso, o mensageiro permite o compartilhamento de localização em tempo real com contatos, dentro de uma conversa ou um grupo.

Signal: privacidade importa

Com proposta distinta, o Signal é um aplicativo mais básico em relação à interface gráfica, apesar do visual despojado, o mensageiro não fica devendo ao que se propõe entregar ao usuário: privacidade e segurança online. 

Signal está disponível para aparelhos iOS, além da versão desktop. Créditos: Signal/Divulgação

Em relação às funcionalidades padrões de mensageiros, todas são encontradas facilmente por aqui: acesso a chats, chamadas de voz e vídeo. Entretanto, com um diferencial bastante importante: tudo com criptografia de ponta a ponta. Além disso, o aplicativo não armazena o conteúdo das conversas nos servidores da empresa e não possui rastreadores. 

Sem rastreadores, Signal garante privacidade aos usuários do app. Créditos: Signal/Divulgação

Quanto aos recursos distintos ao WhatsApp, o Signal traz mensagens que se apagam automaticamente por meio de um temporizador regulado pelo próprio usuário. Há também uma função no chat voltada especialmente para compartilhamento de imagens: ao escolher “ver apenas uma vez”, o destinatário terá apenas uma chance de visualização. Após fechá-la, o conteúdo é deletado para ambos os participantes do chat. 

Além disso, o app conta com o “Notas para mim”, um recurso no qual é possível fazer anotações com rapidez no próprio aplicativo (quem nunca abriu um chat no WhatsApp para anotar alguma informação, hein?). Para usá-lo, basta tocar no ícone de lápis no canto esquerdo da tela e encontrar ‘Nota para mim’ na própria lista de contatos. 

Outro ponto interessante é retransmissão de chamadas de voz para os servidores do aplicativo, para que a identidade do usuário permaneça oculta para contatos e não contatos. A ferramenta é similar a uma rede VPN

O app ainda conta com uma função integrada para ocultar o endereço IP, e uma ferramenta para borrar rostos em fotos antes de enviá-las em uma conversa, protegendo a identidade de terceiros que aparecerem por acaso nas imagens.

Signal está disponível para aparelhos Android, além da versão desktop. Créditos: Signal/Divulgação

As reações a mensagens em um chat foi outro recurso não encontrado no WhatsApp: o usuário tem à disposição todos os emojis para reagir a qualquer mensagem, tanto em recebidas quanto em enviadas.

fonte: olhardigital

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Vai abandonar o WhatsApp? Saiba escolher entre Telegram e Signal

Aplicativo de mensagens mais popular do mundo, o WhatsApp anunciou na última quarta-feira (6) que os usuários deverão compartilhar seus dados com o Facebook obrigatoriamente, a partir de fevereiro. Além disso, a empresa vai bloquear quem não concordar com os novos termos da plataforma.

Diante disso, muitas pessoas já pensam em abandonar o WhatsApp. Para estas, há pelo menos duas boas alternativas de mensageiros que não possuem relação com o Facebooke afirmam priorizar a privacidade.

Uma delas é o Telegram, criado pelos irmãos Nikolai e Pavel Durov, que também fundaram a maior rede social russa. A outra é o Signal, administrado por uma organização sem fins lucrativos.

As mudanças no WhatsApp deixaram alguns usuários insatisfeitos.

As mudanças no WhatsApp deixaram alguns usuários insatisfeitos.Fonte:  Pexels 

Na dúvida sobre qual mensageiro escolher para substituir o WhatsApp? Confira um pequeno comparativo entre eles.

Segurança

O Telegram tem um sistema de criptografia das mensagens privadas e em grupo que passam pela nuvem da plataforma. Mas a criptografia de ponta a ponta só existe nos chats secretos, onde você é avisado quando alguém tira um print da conversa.

O foco em segurança chama a atenção no Signal.

O foco em segurança chama a atenção no Signal.Fonte:  Signal/Divulgação 

Já no Signal, a criptografia ponta a ponta é padrão e protege até os metadados. Além disso, oferece opções extras de segurança, como bloqueio de captura de tela, desfoque de rostos em fotos enviadas e a exclusão automática de mensagens após a leitura.

Recursos

A lista de recursos do Telegram chama a atenção. Há bots para as mais variadas finalidades, criação de enquetes e envio de arquivos de até 2 GB. Os usuários também encontram jogos, mensagens autodestrutivas e podem criar grupos de conversa com até 200 mil pessoas.

Recursos se destacam no Telegram.

Recursos se destacam no Telegram.Fonte:  Unsplash 

Focado em privacidade, o Signal não tem tantas funções, mas ainda assim encontramos muitos recursos semelhantes ao WhatsApp, como as chamadas de áudio e vídeo, compartilhamento de arquivos e conversas em grupo. Ele também pode ser usado como app padrão de SMS no celular.

Qual escolher?

O Telegram é a melhor escolha se você prioriza os recursos, além de possuir uma base muito maior de usuários, enquanto o Signal é a opção ideal para quem não abre mão da privacidade, como Edward Snowden e Elon Musk, que estão entre os usuários.

fonte: tecmundo

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WhatsApp vai obrigar usuário a compartilhar dados com o Facebook

A partir de fevereiro, o WhatsApp exigirá que os usuários permitam o compartilhamento de dados com o Facebook, para continuar no mensageiro. A mudança nos termos do serviço e da política de privacidade está em uma notificação que começou a ser enviada pelo app nesta quarta-feira (6).

O aviso alerta que o compartilhamento do número do telefone de quem usa a plataforma de mensagens, o endereço de IP e as interações com pessoas e empresas, entre outras informações, se tornará obrigatório no próximo dia 8 de fevereiro.

O objetivo é promover uma maior integração do WhatsApp com os demais serviços pertencentes à companhia liderada por Mark Zuckerberg, como o próprio Facebook e o Instagram, processo que já havia sido anunciado. As informações podem ser usadas, por exemplo, para exibir anúncios personalizados.

Mensagem recebida whatsapp

Fonte:  XDA/Reprodução 

As possibilidades incluem ainda a personalização de recursos, sugestões de amigos, conexões de grupo e conteúdos, melhorando a experiência do usuário. Há também a promessa de facilitar o pagamento de compras pelo WhatsApp, com o Facebook Pay.

Mudança de postura

Os novos termos de uso do app de mensagens promovem uma grande reviravolta em relação ao que foi dito quando o Facebook comprou o WhatsApp, em 2014. Na época, a rede social garantiu a total privacidade dos dados, confirmando a opção por não compartilhá-los com outros serviços.

Como lembra o 9to5Mac, uma mensagem no blog oficial do mensageiro, postada logo após a negociação, dizia: “O respeito pela sua privacidade está codificado em nosso DNA e construímos o WhatsApp em torno do objetivo de saber o menos possível sobre você”.

Porém, as mudanças começaram em 2016, quando os dados passaram a ser compartilhados por padrão entre as duas plataformas. Mas diferente da próxima atualização, os usuários tinham a possibilidade de optar por não enviar as informações da conta para a rede social, fazendo a solicitação nas configurações do app.

fonte: tecmundo