Arquivo mensal fevereiro 2022

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Windows 11 receberá novo seletor de programas padrão

Microsoft está aos poucos aposentando todas as ferramentas que utilizam design com linhas duras, muitas delas ainda herança das primeiras versões do Windows. A nova build do Windows 11, disponível no canal Dev do Windows Insider, trouxe uma interface para selecionar os aplicativos mais de acordo com a identidade visual do novo sistema operacional.

Recentemente, o canal de desenvolvedores recebeu um Gerenciador de Tarefas completamente novo, com menus e ferramentas agrupados em abas laterias. Ao que tudo indica, a próxima atualização de interface será o Seletor de Aplicativos Padrão do sistema.

Seletor de Apps Padrão da versão pública do Windows 11 ainda é o mesmo do Windows 10Fonte:  Tecmundo 

Cantos arredondados e modo escuro

As modificações de interface no Seletor são bem mais sutis, por se tratar de uma ferramenta que, além de mais simples, já passou por atualizações nosWindows 8 e 10. A UI simplificada, bem parecida com a da build pública do W11, segue a identidade visual do sistema com os cantos arredondados, mas finalmente recebe compatibilidade com modo escuro.

Essa novidade é muito bem-vinda, especialmente para usuários que dependem de muito tempo de tela e optam pelo Modo Escuro, mais por uma estratégia de poupar a vista do que uma opção estética.

Até então, mesmo com esse modo ativado, ao abrir alguma ferramenta do sistema, o usuário era apresentado a uma janela completamente branca. Além de não acompanhar o esquema de cores definido pelo usuário, essa mudança brusca pode inclusive agredir olhos mais sensíveis ou cansados.

Vale lembrar que nem sempre as novidades testadas no canal Dev do programa Windows Insider chegam às builds finais, e o usuário precisa, ao menos por enquanto, forçar a utilização da nova aparência através da ferramenta ViVeTool. Entretanto, por se tratar de uma atualização de interface, é bem provável que a nova UI esteja presente em alguma das atualizações previstas para 2022.

Fonte: TecMundo

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Como dificultar para que ladrões não tenham acesso ao seu iPhone após um roubo (tutorial)

Sabe aquele amigo que teve as redes sociais e apps de bancos invadidos segundos depois de ter o iPhone roubado? Saiba como enganar o bandido de uma forma racional.

Sabemos que, ano a ano, o lançamento de um novo iOS sempre traz muitos novos recursos de segurança e privacidade.

Mas, infelizmente, há uma forma de qualquer pessoa, sendo bandido ou não, trocar a senha do seu iPhone, iPad e Mac apenas com seu código de acesso ao dispositivo. Isso mesmo! Parece loucura, mas não é.

Siga os seguintes passos e confira como qualquer pessoa pode facilmente alterar sua senha:

  1. Abra o App Ajustes;
  2. Clique na sua foto, na parte superior, onde fica seu nome;
  3. Senha e Segurança;
  4. Alterar senha.

Apenas como exemplo, neste local você conseguirá alterar sua senha sem nenhuma camada de segurança, sem confirmação alguma nem mesmo por SMS ou por autenticação de dois fatores.

Desta forma, qualquer pessoa, apenas com o código do seu iPhone, por exemplo, consegue trocar a senha do seu ID Apple em questão de segundos. Se na hora do roubo, um bandido pedir a senha pra você, para poupar sua vida, muito provavelmente você vai passar. Com a mudança fácil do ID Apple, ele vai desabilitar o Buscar iPhone, para que o dispositivo não esteja mais disponível na Rede Buscar. Com isso, “calmamente” você pode passar a senha ao bandido. Na teoria ele logo vai fugir, para não ser pego, mas não vai esperar que seu dispositivo esteja com uma camada extra de segurança.

Como adicionar uma camada extra de segurança caso o iPhone ou iPad seja roubado?

O recurso Tempo de Uso (Screen Time), lançado no iOS 12, em setembro de 2018, te dará uma camada extra de segurança, pelo menos até a Apple resolver este problema relatado acima, em que facilita a troca de senha do ID Apple.

Como programar o Tempo de Uso como uma camada extra de segurança para o ID Apple:

  1. Abra o app Ajustes;
  2. Clique em Tempo de Uso;
  3. Usar Código do Tempo de Uso;
  4. Se você quiser, ative a opção “Sincronizar Entre Dispositivos” para replicar a ação em seus outros dispositivos Apple que estejam com esta opção ativa.

Neste passo, é muito importante que você escolha uma senha diferente da usada para desbloquear o iPhone.

Em seguida, digite seu ID Apple. Através dele, você poderá redefinir sua senha, caso esqueça.

Após realizar todos os passos acima, termine a configuração:

  1. Clique em Conteúdo e Privacidade;
  2. Restrições;
  3. Digite seu código de uso que acabou de criar.

Em seguida, desative as seguintes opções:

  • Serviços de Localização > Não Permitir Alterações;
  • Alterações de Código > Não Permitir;
  • Alterações da Conta > Não Permitir.

Desta forma, mesmo que o ladrão tenha acesso ao seu iPhone e à sua senha de desbloqueio, ele não conseguirá alterar seu ID Apple, seu código do dispositivo e nem mesmo a Rede Buscar. Suas chances de achar o iPhone, levar a polícia até ele e não ter seus dados invadidos, são infinitamente maiores.

E se você tiver o app SUPORTE instalado em seu iPhone?

Outra forma de alterar facilmente a senha do ID Apple, é através do app Suporte, oficial da Maçã. Sendo assim, você deve deletar o aplicativo do seu iPhone e ocultar sua compra da App Store para que o ladrão não consiga baixá-lo novamente.

Siga os seguintes passos depois de deletar o app Suporte do seu iPhone/iPad:

  1. Abra a App Store;
  2. Toque na sua foto;
  3. Compras;
  4. Procure pelo app Suporte e, deslizando o dedo pra esquerda, clique em Ocultar.

Feito isso, ninguém conseguirá baixar o app novamente sem o seu rosto (ou impressão digital nos iPhones 8, SE ou inferiores) ou a senha do seu ID Apple.

Observação importante: ao fazer estes passos, uma camada extra é adicionada ao seu iPhone (ou iPad) e à sua vida, mas o iCloud ficará com uma cor mais escura, não podendo ser acessado nem mesmo por você se não colocar sua segunda senha (do código de uso criada acima). A configuração “Face ID e Código” vai sumir da sua lista de opções para que o bandido não tenha acesso, como nos exemplos na foto abaixo.

Para habilitar de novo esta função, ter acesso ao iCloud e à opção “Face ID e Código” dentro das configurações, você deve ir novamente em:

  1. App Ajustes;
  2. Clique em Tempo de Uso;
  3. Conteúdo e Privacidade > desligue as restrições.

Não esqueça de sempre ligar novamente, através do recurso Tempo de Uso, sempre que você precisar usar as configurações do iCloud ou Face ID e Código.

Espero ter ajudado! 🥰👊

Fonte: News on Apple

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Por que a Microsoft não lançou o Windows 9?

Lançado em outubro de 2012, o Windows 8 deveria ter sido sucedido pelo Windows 9, caso a Microsoft seguisse o mesmo esquema adotado para nomear as versões anteriores do sistema. Mas não foi o que aconteceu em julho de 2015, quando estreou o Windows 10, pulando a edição “9”.

Por que a Microsoft pulou o Windows 9, passando direto para a versão 10? Na época, surgiram diversas teorias tentando explicar a escolha da gigante de Redmond, como a possibilidade de o número “9” causar problemas de compatibilidade ao ser relacionado às edições Windows 95 e Windows 98.

Embora essa explicação surgida no Reddit faça sentido, o motivo oficial da escolha é outro e bem simples. De acordo com a especialista em tecnologia Mary Jo Foley, a big tech optou pelo nome Windows 10 por uma questão de marketing.

O sucessor do Windows 8 deveria se chamar Windows 9, mas a Microsoft mudou de ideia.Fonte:  Pixabay 

Conforme a autora explicou em texto publicado no ZDNet em 30 de setembro de 2014, quando foi revelado o nome oficial da então próxima geração do sistema, a Microsoft escolheu o número “10” para mostrar que aquela seria a “última grande atualização do Windows”, com a empresa planejando lançar apenas updates regulares e menores, em vez de atualizações gigantes com anos de intervalo.

Estratégia não foi seguida

Ainda de acordo com Foley, havia vários outros nomes possíveis para o sucessor do Windows 8. Windows XWindows 365Windows OneLimiar e simplesmente Windows, além do próprio Windows 9, eram alguns dos codinomes utilizados dentro e fora das dependências da Microsoft para se referir ao futuro lançamento.

Já em relação a intenção de ter o Windows 10 como última grande atualização do seu sistema operacional, a fabricante acabou mudando de ideia. No ano passado, a companhia lançou o Windows 11, desta vez voltando a apostar no tradicional esquema de nomenclatura do software.

Fonte: TecMundo

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Cientistas criam smartwatch que mede níveis de cortisol pelo suor

Uma equipe de pesquisadores da Universidade da Califórnia (UCLA), nos EUA, anunciou na semana passada (7) a criação de um novo modelo de dispositivo vestível que pode representar um importante instrumento para identificar casos de depressão e estresse pós-traumático. Trata-se de um smartwatch que mede os níveis de cortisol presentes no suor, de forma precisa, não invasiva e em tempo real.

Conhecido como “hormônio do estresse”, o cortisol é um marcador bioquímico (disponível em fluidos corporais) capaz de fornecer informações sobre estados psicobiológicos, e atualmente de difícil detecção em monitoramentos não invasivos. Além disso, as análises clínicas estão disponíveis apenas nas faixas micromolar e milimolar, enquanto o smartwach analisa o suor em concentrações nanomolares.

A detecção do cortisol é crucial nos diagnósticos do transtorno depressivo maior, de transtornos de ansiedade, de estresse pós-traumático, da obesidade e dos transtornos adrenais.

Como funciona o novo smartwacth de detecção do cortisol?

Fonte: Zhaoqing Wang/Yichao Zhao/UCLA/Divulgação.

Fonte: Zhaoqing Wang/Yichao Zhao/UCLA/Divulgação.Fonte:  Zhaoqing Wang/Yichao Zhao/UCLA 

De acordo com o professor de engenharia elétrica Sam Emaminejad, da UCLA, o estudo mostrou que o método mais adequado de medição do cortisol é o suor, e assim “poderíamos monitorar essas mudanças em um formato vestível, como mostramos antes para outras pequenas moléculas, como metabólitos e produtos farmacêuticos”. A tecnologia usada congrega avanços em bioeletrônica vestível e transístores biossensores feitos por ele.

O novo smartwach funciona através de uma tira de filme adesivo fino que coleta pequenos volumes de suor, mensuráveis em milionésimos de litro. Um sensor acoplado detecta o cortisol usando “aptâmeros” (fitas de DNA projetadas), nas quais uma molécula de cortisol se encaixa perfeitamente como uma chave em uma fechadura. Quando o cortisol se liga, o aptâmero muda de forma e altera os campos elétricos de seu transístor.

ARTIGO Science Advances: DOI: 10.1126/sciadv.abk0967.

Fonte: TecMundo

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Bug impedia que Google Assistente entendesse comandos básicos

Google detectou e consertou com rapidez uma falha detectada na Google Assistente. O problema afetou alguns dispositivos que podiam ouvir e receber comandos do usuário, impedindo a realização de ações.

Segundo o site Droid Life, o bug gerou uma falha de comunicação entre pessoa e máquina: o Google Assistente dizia “Me desculpe, eu não entendi” para comandos simples, falados com uma dicção correta e que normalmente funcionavam, como ajustar as luzes.

Um exemplo das falhas de comunicação do assistente.Fonte:  9 to 5 Google 

O erro foi registrado tanto em smartphones com Android quanto em dispositivos inteligentes parte de um mesmo ecossistema, como o alto-falante Google Home, sensores da linha Nest e lâmpadas Philips Hue.

Arrumou rápido

No mesmo dia, a Google confirmou o erro e fez a correção para que as atividades voltem ao normal. A empresa, entretanto, não detalhou exatamente o que aconteceu para gerar o erro.

Alguns membros da comunidade que criaram tópicos nos fóruns de suporte da própria empresa ou no Reddit demoraram um pouco mais para terem o funcionamento do Google Assistente normalizado, mas a situação já parece ter sido resolvida como um todo.

Fonte: TecMundo

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Google Chrome ganha atualização de emergência para fechar brecha

Google lançou nesta segunda-feira (14) uma nova e importante atualização de segurança para o navegador Google Chrome. O download deixa o navegador na versão 98.0.4758.102 e é válido para as versões Windows, Mac e Linux.

Segundo a própria empresa, o motivo é corrigir uma vulnerabilidade de dia zero que foi identificada por um dos membros do Threat Analysis Group, a equipe de caçadores de bugs e brechas de segurança que trabalha de forma paralela à empresa.

O erro gerado por essa vulnerabilidade, batizada de CVE-2022-0609, permite a execução de códigos remotos em computadores, o que pode levar a diferentes consequências, desde transformá-lo em uma botnet até o roubo de credenciais de acesso.

Caso grave

Segundo o Bleeping Computer, a empresa confirmou que detectou ataques que se aproveitaram dessa brecha, mas não detalhou exatamente o que foi descoberto. Novas informações podem ser liberadas depois que a maior parte dos usuários estiver devidamente protegido contra a ameaça.

Por isso, a Google recomenda que você atualize o seu Google Chrome ou, se o processo estiver automatizado, ao menos confira nas configurações do navegador se ele está de fato na versão mais recente do programa.

Fonte: TecMundo

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Apple Watch detecta problema na tireoide antes do diagnóstico

Apple Watch, que recentemente ajudou a salvar a vida de um idoso caído na neve nos Estados Unidos, virou notícia de novo, agora por detectar um problema na tireoide meses antes do diagnóstico feito pela equipe médica. A história foi contada por uma usuária de Sydney, na Austrália, no início do mês.

De acordo com o AppleInsider, a estudante de enfermagem Lauren Rebecca foi diagnosticada com hemiagenesia tireoidiana em dezembro do ano passado, uma doença rara que apresenta sintomas como náuseas, fadiga, tonturas, pele seca e ganho de peso. Em tratamento desde então, ela poderia ter iniciado a terapia antes, se tivesse recebido as notificações do relógio inteligente.

Na época em que os primeiros sinais da condição começaram a aparecer, em outubro, o smartwatch detectou mudanças no funcionamento cardiovascular da usuária. Queda no nível de oxigênio no sangue e no ritmo cardíaco foram algumas delas, dando a entender que havia algo de errado.

A tireoide é uma glândula que regula o funcionamento de vários órgãos.

A tireoide é uma glândula que regula o funcionamento de vários órgãos.Fonte:  Pixabay 

Porém, Rebecca não estava com os alertas do Apple Watch ligados. Ela admite que se tivesse recebido os avisos naquela época, teria ido ao médico imediatamente, pois as alterações no sistema cardiovascular surgiram junto com os sintomas da doença, o que poderia levar à descoberta precoce do problema na tireoide e evitado a piora da sua saúde.

“Ative as notificações”

Em seu perfil no TikTok, a estudante contou a história e mandou um recado para quem tem o Apple Watch. Conforme ela disse, o relógio inteligente não deve ser considerado um aparelho que fornece conselhos médicos, mas ainda assim é muito útil para manter a saúde em dia, trazendo diversas funções.

Dessa forma, Lauren sugeriu aos proprietários que ativem as notificações de ritmo cardíaco e oxigenação do sangue fornecidas pelo gadget. Procurar ajuda médica o mais rápido possível, em caso de irregularidades detectadas, é outra recomendação dada por ela.

Fonte: TecMundo

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Google Fotos: como baixar todos os seus arquivos

Google Fotos foi criado em 2015 para substituir o Picasa e, desde então, se tornou uma das principais ferramentas de armazenamento em nuvem. Em junho de 2021, porém, o serviço perdeu sua capacidade ilimitada na versão grátis, o que motivou muitos usuários a deixarem de utilizá-la.

Se você usa o Google Fotos e deseja levar essas mídias para outros serviços de nuvem ou até mesmo para um armazenamento local, separamos um rápido tutorial para te ajudar a fazer a transferência dos dados de maneira simples e prática.

Como baixar todos os seus arquivos do Google Fotos

Para fazer download de todos os seus arquivos do Google Fotos, é preciso acessar a plataforma de exportação do buscador: o Google Takeout. O usuário pode acessá-lo por meio do aplicativo ou acessando diretamente a página web da plataforma.

Passo 1: na página do Google Takeout, você terá acesso a todos os aplicativos do Google e os conteúdos armazenados em cada um. Neste primeiro momento, todos os serviços estarão pré-selecionados, portanto, é preciso clicar em “Desmarcar tudo” antes de continuar;

Passo 2: descendo na lista você encontrará o Google Fotos. Selecione para continuar.

  • É possível conferir quais os formatos que serão exportados selecionando o botão “Vários formatos”. As imagens serão exportadas no formato em que foram importadas, como PNG, JPG ou WEBP, enquanto os vídeos serão exportados em MP4. Os metadados estarão no formato de texto JSON.
  • O usuário ainda pode optar por não exportar todos os álbuns. Basta clicar no segundo botão “Todos os álbuns de fotos incluídos” e escolher qual você deseja exportar, desmarcando os outros.

Passo 3: após conferir todas as informações, clique em “Próxima etapa”;

(Fonte: Google Takeout/Reprodução)

(Fonte: Google Takeout/Reprodução)Fonte:  Google Takeout 

Passo 4: na segunda etapa, você deve escolher o tipo de arquivo, a frequência e o destino dos dados selecionados. É possível escolher entre enviar por e-mail como anexo ou transferir para o Drive, OneNote, Dropbox ou Box;

Passo 5: escolha a frequência que deseja que os dados sejam exportados, como apenas “uma vez” ou “a cada dois meses durante um ano”, por exemplo;

Passo 6: selecione o tipo de arquivo que será baixado entre arquivo compactado ZIP ou TGZ;

Passo 7: é preciso também escolher o tamanho dos arquivos exportados. Se um arquivo for maior que 2 GB, por exemplo, é possível dividi-lo em mais de um envio. Segundo o Google, você pode solicitar arquivos de até 50 GB, mas arquivos compactados com mais de 2 GB serão enviados no formato Zip64;

Passo 8: aguarde o processo de exportação. Este pode levar algumas horas até ser finalizado;

(Fonte: Google Takeout/Reprodução)

(Fonte: Google Takeout/Reprodução)Fonte:  Google Takeout 

Passo 9: sendo a opção escolhida para este tutorial, um e-mail foi enviado com os links para o download das mídias do Google Fotos, sendo dividido em três partes individuais;

Passo 10: faça o download dos arquivos. O Google dará um prazo de até sete dias para realizar as exportações e, após a data predefinida, os links serão desativados.

E-mail recebido com os dados para baixar dividido em 3 partes (Fonte: Google/Reprodução)

E-mail recebido com os dados para baixar dividido em 3 partes (Fonte: Google/Reprodução)Fonte:  Google 

O mesmo processo pode ser realizado com todos os aplicativos do Google e seus dados coletados. Vale ressaltar que a velocidade do download vai depender da capacidade da conexão da internet e da quantidade de dados que serão transferidos.

Fonte: TecMundo

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Apple é processada por ‘efeito gelatina’ do iPad mini 6

O “efeito gelatina”, detectado em algumas unidades do iPad mini 6 lançado em setembro do ano passado, pode resultar em problemas para a Maçã. Conforme relata o 9to5Mac nessa quinta-feira (10), o comportamento inesperado da tela do tablet motivou a abertura de um processo judicial contra a Apple nos Estados Unidos.

Na ação coletiva movida pelo morador do estado do Colorado Christopher Bryan, a gigante de Cupertino é acusada de esconder o defeito, já que continua a vender o gadget normalmente, sem qualquer aviso sobre o problema. O efeito em questão surge ao girar o iPad para visualização no modo retrato.

Com isso, metade da tela é atualizada a uma taxa mais lenta do que a outra, gerando um efeito de oscilação (daí vem o nome curioso). Segundo Bryan, tal comportamento faz com que os conteúdos sejam exibidos de forma distorcida e desfocada, deixando textos e imagens escurecidos a ponto de o tablet ficar “inutilizável”.

Lançado no ano passado, o novo iPad mini tem preço sugerido a partir de R$ 6.199.

Lançado no ano passado, o novo iPad mini tem preço sugerido a partir de R$ 6.199.Fonte:  Apple/Divulgação 

O autor do processo também argumenta que o efeito gelatina do iPad de sexta geração causa “enjoo, náuseas, vômitos e enxaquecas” em algumas pessoas. Ele diz ainda que a Apple reconheceu a falha publicamente, mas se recusou a corrigi-la.

“Comportamento normal”

Acusada de violar a lei de concorrência da Califórnia e outras legislações, a fabricante chegou a dizer, no ano passado, que o efeito gelatina não é um defeito, consistindo em um “comportamento normal” das telas de LCD. Dessa forma, ela não seria obrigada a efetuar qualquer tipo de reparo.

Porém, a ação contesta tal afirmação, dizendo que outros dispositivos com display LCD não sofrem tanto com esse efeito, diferente do que acontece com o iPad mini. Insatisfeito com as explicações da marca, o autor pede uma compensação financeira para todos que compraram a nova versão do tablet. A empresa ainda não se posicionou sobre o caso.

Fonte: TecMundo

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Windows 10 recebe atualizações em algumas versões; veja o que muda

Nesta terça-feira (8), como de costume, a Microsoft lançou uma nova leva de atualizações para seus sistemas operacionais. Além do Windows 11, as versões mais recentes do Windows 10 também foram aprimoradas, sendo elas: 20H2, 21H1 e 21H2 — correspondendo, respectivamente, ao ano e semestre em que foram disponibilizadas.

Tratando-se da mesma atualização para todas as versões, denominada “KB5010342”, a novidade não traz muitas mudanças. Conforme explica a própria Microsoft, a principal melhoria é voltada para a segurança do sistema, relacionando-se a uma falha no Lightweight Directory Access Protocol (LDAP).

Possivelmente, a mudança gradativa no impacto das atualizações do Windows 10 pode ser explicada, em partes, pelo foco redirecionado ao Windows 11 e pelo novo modelo de distribuição de software adotado pela Microsoft. No novo cronograma, o sistema operacional somente receberá grandes recursos ou novidades uma vez no ano, ao contrário das duas atualizações semestrais disponibilizadas no passado.

Disponibilidade

Embora pareça insignificante, as atualizações de segurança não devem ser ignoradas, já que podem evitar sérios problemas no sistema operacional — especialmente contra ameaças mais elaboradas. Nesse contexto, a correção “KB5010342” já pode ser baixada no Windows Update ou através deste link, exigindo o processo de instalação manual.

Os detalhes da atualização podem ser conferidos diretamente no site da Microsoft clicando aqui.

Fonte: TecMundo