Arquivo mensal julho 2020

Poradmin

Mensagens autodestrutivas do WhatsApp vão ‘sumir’ em 7 dias

WhatsApp está desenvolvendo um novo recurso capaz de deletar mensagens automaticamente sete dias após seu envio. A funcionalidade está em fase de testes e ainda não foi disponibilizada para os usuários.

Os detalhes sobre o recurso foram encontrados nesta quarta-feira (29), na versão 2.20.197.4 Beta para Android. Segundo o site WABetaInfo, responsável pela descoberta, o mensageiro aplicou uma espécie de “data de validade” em mensagens para que elas sejam excluídas automaticamente.

Atualizações no recurso do WhatsApp

Os primeiros sinais da função surgiram no fim de 2019 nas versões de testes para Android e iOS. Em março de 2020, a ferramenta apareceu novamente, dessa vez com novos prazos para a exclusão de mensagens e disponibilidade para conversas individuais. No entanto, segundo informações do site, ainda não há previsão de lançamento para todos os usuários.

Nova política de privacidade

Além desta novidade, o WhatsApp poderá alterar sua política de privacidade no Brasil. O alerta sobre os novos termos aparecerá em um banner na tela inicial do aplicativo de mensagens. Ainda não se sabe quais mudanças serão feitas no documento.

Fonte:TecMundo

Poradmin

WhatsApp testa função que permite silenciar conversas para sempre

Recurso está sendo testado na versão beta da próxima atualização do aplicativo para Android; não há previsão de quando novidade será disponibilizada para todos.

Demorou, mas finalmente o WhatsApp permitirá que os usuários silenciem os grupos para sempre. A função está sendo testada na versão beta da próxima atualização do aplicativo para Android, mas ainda não se sabe quando ela estará disponível para todo mundo. 

Atualmente, é possível silenciar conversas por oito horas, uma semana ou um ano. Fazendo isso, o usuário deixa de receber as notificações de mensagens que não tem interesse de ler. Passado o período selecionado, no entanto, é preciso renovar o silêncio. 

A nova função do WhatsApp substituirá a opção de “um ano” por “para sempre”. Desse modo, uma vez silenciada, aquela conversa chata nunca mais irá te incomodar. 

A opção de silenciar grupos para sempre foi observada pelo WaBetaInfo, site que registra as mudanças ocorridas em cada atualização do aplicativo de mensagens. De acordo com a última publicação, a novidade está presente na versão beta da atualização 2.20.197.3. 

O recurso está disponível para os usuários que se cadastraram no programa de testes do WhatsApp. O programa já atingiu o número máximo de participantes e não está aberto para mais testadores no momento. Neste tutorial, o Olhar Digital ensina maneiras alternativas de fazer parte do grupo Beta, caso você tenha urgência em silenciar alguém para sempre. 

“Esta função está sob desenvolvimento: isso significa que o aplicativo ainda está trabalhando nela, tentando deixá-la melhor antes do lançamento. Por esse motivo, se você não encontrar essa opção em seu WhatsApp, não há problema”, escreveu o WaBetaInfo.

Captura de tela da versão beta da atualização 2.20.197.3 com a opção “always” (“para sempre”, em português). Imagem: Reprodução/WaBetaInfo

Modo férias

Mesmo quando silenciados, os grupos voltam a aparecer na interface do aplicativo sempre que alguém manda mensagem. Para ajudar os usuários que se incomodam com isso, o WhatsApp anunciou o “modo férias”, que faria com que os grupos sumissem de vez. 

Em 2019, os usuários da versão beta começaram a testar a novidade. Uma vez arquivado, o chat nunca mais voltaria a incomodar.

Este recurso, que seria últil para quem quer esquecer que determinados grupos existem, não foi disponibilizado para todos até hoje. Portanto, é melhor torcer para que o mesmo não se repita com a função de silenciar para sempre.   

Fonte:OlharDigital

Poradmin

Novo erro trava Windows 10 se você abre e fecha notebook várias vezes

Microsoft identificou um novo erro no Windows 10, desta vez causado por um componente de gerenciamento de memória do sistema operacional.

A falha é um erro no sistema que causa o travamento do Desktop Windows Manager (DWM), um gerenciador de janelas da Área de Trabalho que ajuda na renderização de elementos visuais e de animação na tela especialmente em monitores de altas resoluções.

De acordo com a Microsoft, o erro vai desde bugs visuais nos ícones da Área de Trabalho e falhas nos efeitos 3D até uma tela escura que obriga você a reiniciar o aparelho manualmente.

Não é tão simples

Segundo o site Bleeping Computers, dispositivos de todas as versões do Windows 10 com telas 4K são os aparelhos afetados. Entretanto, boa parte da comunidade pode ficar tranquila, pois o erro é relativamente difícil de ser replicado por usuários.

Ele aparece sob condições bem específicas, como se você abre e fecha repetidamente a tampa de um notebook enquanto vê um vídeo com o computador conectado a um monitor de alta definição. Nesse caso, o sistema deve estar configurado para que a imagem não suma da tela se você faz o movimento no aparelho. Na outra situação, o usuário deve conectar e remover o cabo do monitor de uma estação com conectividade Thunderbolt 3 sob determinadas configurações.

A empresa já está trabalhando em uma atualização que resolva a falha, que está localizada no gerenciador de memória de vídeo do DirectX. Por enquanto, não há previsão de chegada para essa correção.

Fonte:TecMundo

Poradmin

Dell lança o Novo XPS 13, notebook premium em todos os sentidos

Adquirir o que há de mais recente em tecnologia e mobilidade é essencial na hora de investir em novos dispositivos. Afinal, mesmo que um equipamento mais simples atenda a todas as necessidades do consumidor, a evolução constante de softwares profissionais e de entretenimento pode torná-los obsoletos com facilidade – e o que parece um bom negócio no momento pode se tornar rapidamente motivo de “dor de cabeça”.

Para contornar esse problema e oferecer um notebook premium que entregue performance e produtividade robustas a longo prazo, ao mesmo tempo que apresenta um design fino, leve e compacto, a Dell lança o Novo XPS 13 – voltado àqueles que se atentam a todos os detalhes. A versão com as configurações mais completas do produto garantem uma experiência excepcional para o usuário.

Recursos variados fazem parte do lançamento, e tanto seu hardware quanto seu visual prometem tirar o fôlego daqueles que procuram por algo diferenciado e de qualidade inquestionável.  Em uma de suas configurações, a máquina carrega o processador Intel® Core™ i7 10ª geração e 16 GB de RAM, seu SSD de 1 TB, permitindo execução aprimorada de tarefas e fornece alta capacidade de armazenamento. Músicas, filmes, jogos e fotos, cabe muita coisa!

A integridade do hardware do XPS 13 é garantida pelo controle térmico, utilizando ciclos de tarefas e seu design com ventiladores e tubos de calor duplos, além de isolamento térmico GORE. Isso significa que não é preciso se preocupar com superaquecimento, mesmo ao rodar programas exigentes. 

Além de não ter de enfrentar engasgos, é possível vê-lo ligar em milissegundos, uma vez que a versão I7 carrega uma placa Intel® Core™ com gráficos Intel® Iris® Plus.

Desempenho e segurança garantidos

Velocidade, no Novo XPS 13, é uma prioridade. Isso porque até a navegação na internet é otimizada, com o Killer™ AX1650 construído no chipset Intel WiFi 6, que é quase 3 vezes tão rápido quanto a geração anterior. Suas duas entradas Thunderbolt 3, além do leitor de cartões microSD, ampliam a conexão. Os processadores Ice Lake-U, por sua vez, apresentam uma arquitetura de núcleo de CPU totalmente nova com transistores de 10 nm para poderoso desempenho e eficiência.

Já que eficiência diz respeito a tudo o que ele proporciona, sua bateria, segundo a empresa, possui autonomia de até 18 horas, podendo variar conforme a configuração. Aliás, o uso indevido, por sua vez, está fora de cogitação: é possível fazer login com a segurança de um toque ou olhar, pois ele carrega o Windows Hello, um leitor de impressões digitais embutido no botão de energia e câmera infravermelha e de reconhecimento facial.

Recursos de Inteligência Artificial foram embutidos e são capazes de adaptar o dispositivo ao uso aprimorado de cada consumidor, incluindo máscara de foto no Adobe Photoshop para remover os fundos de imagens com um clique, recursos de eliminação de ruído sem afetar a vida útil da bateria do computador e software que pode desfocar ou substituir o plano de fundo em vídeos ao vivo – tornando reuniões virtuais e streamings ainda mais profissionais.

Cuidado com todos os aspectos

Todos os detalhes desse modelo premium foram considerados: durabilidade, visual, experiência de uso e impacto ambiental. Sendo assim, o XPS 13 foi fabricado com materiais de alta precisão e qualidade, como alumínio e fibra de carbono aeroespacial, além de trazer o corte de precisão Diamond Cut, que deixa a estrutura mais elegante. 

A tela não fica de fora: ela é 6,8% maior que a geração anterior, carrega a tecnologia InfinityEdge, com bordas muito finas nos 4 cantos, e possui 13,4 polegadas de tamanho, proteção Gorilla Glass 6, resolução máxima 4K e suporte a toques no display. Imersão e fidelidade de cores e imagem estão garantidas.

Por fim, o teclado edge-to-edge torna a digitação muito mais simples, com teclas maiores, mais espaçadas e iluminadas. Um touchpad 17% maior que a geração anterior de alta precisão complementa o pacote.

Pesando cerca de 1,2 kg, o produto, por sua embalagem sustentável, foi contemplado com certificação EPEAT Silver e recebeu da CES o Prêmio de Melhor Inovação 2018, já que foi produzido com material feito de plásticos oceânicos coletados nas áreas costeiras dentre outros componentes reciclados. 

Resumindo: experiência premium em todos os aspectos imagináveis. Com o Novo XPS 13, a Dell promete que tudo em sua escolha seja valorizado – sua experiência, o produto e, claro, o meio ambiente. Não deixe de conferir o vídeo produzido pelo TecMundo e se surpreenda com o poder dessa novidade.

Fonte:TecMundo

Poradmin

Windows 10: Menu Iniciar pode mudar de novo e ficar mais arredondado

Um dos mais tradicionais elementos do sistema operacional da Microsoft, o Menu Iniciar pode passar por mais uma reformulação gráfica em breve no Windows 10.

Segundo o site Windows Latest, a barra de atalhos, documentos e programas deve ganhar em breve uma alteração no visual que é bastante leve, porém indica uma possível direção das interfaces da empresa para o futuro. Quem entregou a novidade foi uma captura de tela oficial que ilustrava uma das explicações no portal Dicas da Microsoft.

A imagem mostra que o Menu Iniciar não mudará radicalmente depois da reformulação que começou a ser distribuída em julho deste ano. Porém, a barra de pesquisa, o Menu de Contexto (quando você clica com o botão direito em um ícone e a própria caixa em que um aplicativo se encontra quando você posiciona o mouse sobre ele estão arredondados.

Atualmente, essas bordas são todas retas, em um esquema de retângulos que é seguido desde o início da vida da interface Metro, apresentada junto com o Windows 8, em 2012.

A imagem pode ter sido exibida por acidente e, possivelmente, a função ainda está em fase de desenvolvimento pela equipe da Microsoft.

Fonte:TecMundo

Poradmin

Atualização do Windows 10 some com Paint, Wordpad e Bloco de Notas

grande update de maio (2004) para Windows 10 aparentemente removeu os clássicos Bloco de Notas, Paint e Wordpad dos PCs de alguns usuários. Fóruns de suporte da Microsoft estão recebendo relatos e reclamações sobre a ausência dos apps nativos presentes há décadas no sistema operacional da Microsoft.

Curiosamente, a ausência desses aplicativos não parece ser um problema, mas uma decisão da companhia. O trio pode ser reinstalado dentro de um dos menus do app de Configurações, onde será baixado e reinserindo na máquina manualmente. Evidência esta que indica que a companhia pretende remover os programas em algum momento.

Para programadores e até gamers de PC, o Bloco de Notas exerce uma função crucial: ser um software de edição de texto limpo e de fácil acesso. Nele podem ser feitos pequenos ajustes em códigos, assim como modificar arquivos para realizar pequenos ajustes em games.

Os demais — Wordpad e Paint — foram ferramentas muito populares no passado, mas foram perdendo relevância para programas mais eficientes. Ainda assim, se sua ausência foi denunciada, os apps devem ter certa importância para uma parcela de usuários.

Para tê-los de volta no computador, você precisa entrar em Configurações > Aplicativos > Recursos opcionais. Essa aba permite que você busque pelo app que estiver faltando e instalá-lo.

Se essa solução não parece apropriada — ou tema mais problemas na versão 2004 do Windows 10 — também é possível restaurar o sistema operacional para a versão 1903, esta com todos os programas conhecidos e sem os problemas encontrados recentemente. Neste caso, vá em Configurações > Atualização e Segurança > Recuperação para começar o processo.

Fonte:TecMundo

Poradmin

Apple libera iOS 13.6 com eletrocardiograma para Apple Watch no Brasil

Nesta quarta-feira (15), a Apple liberou o iOS 13.6 para iPhones a partir do modelo iPhone 6s. Dentre as novidades mais esperadas está a possibilidade de realizar eletrocargiograma (ECG) no Apple Watch com a ajuda do watchOS 6.2.8.

A atualização também oferecerá aos usuários uma notificação de ritmo cardíaco irregular, permitindo registrar batimento cardíaco acelerado ou descompassado ao longo do dia. A tecnologia pode ajudar os usuários a descobrirem arritmia cardíaca, por exemplo.

O iOS 13.6 traz ainda compatibilidade com chaves digitais de carros (Car Key) e adiciona uma nova categoria de sintomas ao app Saúde, que permite aos usuários adicionarem sintomas de várias doenças, escolhendo entre opções como dores musculares, dores no corpo, alterações no apetite, tosse, tontura, dor de cabeça, náuseas, entre outros.

A Apple também lançou uma atualização do iOS 12.4.8 para dispositivos mais antigos que não podem executar o iOS 13. Além disso, o iPadOS 13.6 também foi disponibilizado para donos de iPads e, para acessar as atualizações, basta acessar Ajustes > Geral > Atualização de Software.

Fonte:TecMundo

Poradmin

Google Cloud lança ferramenta que protege dados até dele mesmo

As Confidential Virtual Machines colocam uma camada extra de criptografia em dados enquanto estão sendo processados na nuvem, tornando-os inacessíveis até pela própria infraestrutura da plataforma

Serviços de computação na nuvem geralmente criptografam dados que estão em trânsito (upload e download) ou que estão armazenados. Porém, empresas que precisam processar ativamente informações mantidas em plataformas de terceiros, podem se ver expostas nessa brecha de segurança.

Com clientes como PayPal, HSBC e Bloomberg, o Google está lançando um novo recurso do que a companhia chama de “computação confidencial”: as Confidential Virtual Machines prometem dados criptografados e inacessíveis, mesmo enquanto os clientes os acessam para indexá-los ou treinar modelos de aprendizado de máquina.

“Dados precisam ser processados, e para isso você os carrega na memória sem qualquer proteção adicional. A computação confidencial tenta resolver este problema”, explica Nelly Porter, gerente sênior de produtos do Google Cloud. Os ambientes de computação confidencial mantêm os dados criptografados na memória e em outros lugares fora da unidade central de processamento (CPU) como uma camada extra de segurança.

A ideia é que as Confidential Virtual Machines protejam os dados para que não sejam acessíveis mesmo pela infraestrutura geral do próprio Google Cloud Services. Em uma plataforma na nuvem em que muitos clientes compartilham a mesma infraestrutura, máquinas virtuais são uma ferramenta comum para manter os clientes separados. O novo sistema cria uma proteção interna dentro da infraestrutura para que um cliente possa descriptografar dados para processamento em um ambiente acessível somente por ele.

“Um administrador tem a capacidade de ver o que está acontecendo em cada uma dessas máquinas virtuais. E se eu tiver um invasor em uma delas, existem ferramentas que permitem que ele invada as máquinas virtuais ‘vizinhas’, porque nem tudo é criptografado”, explica Greg Gibby, gerente sênior de produtos da AMD, responsável pelo processador que cuida da segurança. Com as Confidential Virtual Machines ativadas, os dados são descriptografáveis ​​no próprio chip, mas permanecem criptografados para todos os outros, incluindo o Google, pois não podem acessar as chaves de liberação armazenadas apenas no chip.

Além de Google e AMD, outros líderes do setor, como ARM, Intel, Microsoft, Facebook e Huawei, estão desenvolvendo ferramentas em computação confidencial. Porém, especialistas em segurança advertem que a solução do Google ainda depende de hardware potencialmente vulnerável.

Fonte:OlharDigital

Poradmin

Android 11 quer impedir que fabricantes ‘matem’ apps em 2º plano

Fabricantes como XiaomiHuawei e Samsung usam customizações do Android que limitam intensamente aplicativos em segundo plano, o que pode prejudicar a usabilidade de certos serviços. Para contornar esse problema que “mata apps” para priorizar a energia, a Google promete trazer novas funções no Android 11 que darão mais poder aos usuários.

Em uma sessão de perguntas no Reddit, os engenheiros da Google comentaram sobre as soluções que estarão presentes no Android 11 para garantir que apps não sejam desabilitados pelas customizações de fabricantes. Segundo o time do sistema operacional, as novidades incluem opções para o usuário e também desenvolvedores.

De acordo com a equipe do Android, o usuário terá opções para sobrepor as decisões tomadas por softwares de gerenciamento de energia das interfaces customizadas. Assim, quando um app for desabilitado de maneira prejudicial à experiência de uso, uma notificação aparecerá e trará a opção de torná-lo funcional novamente.

Já os desenvolvedores receberão mais ferramentas para identificar problemas em seus softwares que podem levar a conflitos com o sistema operacional. Uma nova API do Android 11 promete entregar mais detalhes sobre o comportamento das interfaces customizadas para o SO, facilitando a vida das equipes de criação de aplicativos.

Outra medida tomada pela Google será o fim de uma lista de apps privilegiados que são imunes e sempre podem rodar em segundo plano. Atualmente, o Android evita que grandes aplicativos como WhatsApp sejam desabilitados pelas interfaces customizadas, o que é considerado injusto por desenvolvedores menores.

Os engenheiros da Google também esclareceram que as novas medidas não abrirão portas para apps mal intencionados. Segundo a equipe responsável pelo Android 11, o sistema receberá “medidas extras de prevenção contra comportamento abusivo de aplicativos.”

O Android 11 está em fase de desenvolvimento beta atualmente e deve chegar ao mercado em sua versão final entre setembro e outubro, quando a Google deve lançar o Pixel 5.

Fonte:TecMundo

Poradmin

Windows 10 ficará mais seguro e rápido com a tecnologia KDP

Esta semana, a Microsoft deu detalhes de uma nova tecnologia que vai deixar o Windows 10 mais seguro, chamada Proteção de Dados do Kernel (KDP, na sigla em inglês). Como o nome indica, o recurso vai tornar partes do kernel do sistema inacessíveis para modificações provenientes de softwares mal intencionados.

Como funciona o KDP

Com o recurso do KDP, a Microsoft vai fornecer aos desenvolvedores, acesso a APIs que lhes darão a possibilidade de designar partes do kernel do Windows como seções que tenham apenas a permissão de leitura.

A equipe responsável pelo kernel do Windows 10 explicou que há casos em que os invasores usam drivers assinados vulneráveis para atacar estruturas de dados de políticas do SO, e instalam drivers não assinados e com código malicioso. O KDP vai garantir que as estruturas de dados de políticas fiquem seguros contra modificações, uma vez que ficarão disponível apenas “como leitura”, impedindo que malwares corrompam a memória do sistema.

A tecnologia foi criada com foco em segurança, mas também vai ajudar a aprimorar aplicativos antifraude e os de gerenciamento de direitos digitais (DRM).

Além da segurança

Além do benefício principal, o KDP traz vantagens secundárias para os usuários do Windows 10, como:

  • Melhorias de desempenho – Liberação de recursos do sistema ao eliminar a necessidade de determinadas checagens de segurança periódicas;
  • Confiabilidade aprimorada – Facilita o diagnóstico de erros de corrupção de memória que não representam necessariamente vulnerabilidades de segurança;
  • Ampliação da segurança baseada em virtualização – Como o KDP funciona em paralelo com um recurso chamado de “segurança baseada em virtualização” (VBS, na sigla em inglês), a Microsoft espera uma maior adoção a essa tecnologia, que já é bem suportada em plataformas de hardware populares.

O KDP já está sendo testado no programa Insider do Windows 10, mas a companhia não deu previsão de quando ele será lançado em uma versão final do sistema.

Fonte:TecMundo